Entre os diversos costumes relacionados à prosperidade financeira, um dos mais comentados nos últimos anos é o hábito de carregar uma moeda no bolso esquerdo ao sair de casa. A prática, associada ao Feng Shui e a crenças populares, é vista como um gesto simples que ajuda a concentrar a atenção em objetivos econômicos, na organização do dinheiro do dia a dia e até na criação de uma mentalidade mais responsável em relação ao consumo. Mesmo sem depender do valor da moeda, o gesto tem sido usado como um símbolo de ordem, planejamento, foco emocional e abertura para novas oportunidades.
Por que o bolso esquerdo é tão citado no Feng Shui e na prosperidade?
No Feng Shui, o lado esquerdo do corpo costuma ser associado à recepção de energia, enquanto o lado direito estaria mais ligado à ação e à iniciativa. Dessa forma, colocar uma moeda no bolso esquerdo é interpretado como um gesto de abertura para receber abundância, estabilidade e novas possibilidades financeiras, funcionando como um pequeno “imã” simbólico para boas oportunidades.
Não é o valor monetário que pesa, mas a intenção mental que acompanha o movimento, algo próximo ao que a psicologia chama de âncora ou gatilho de comportamento. Especialistas nessa linha de pensamento ressaltam que esse tipo de ritual não substitui planejamento financeiro, mas pode servir como um lembrete diário para decisões mais conscientes sobre dinheiro.

Leia também: O significado de encontrar lacraias em casa, segundo especialistas
Como fazer o ritual da moeda no bolso esquerdo passo a passo
Para quem segue as orientações do Feng Shui, o ritual de prosperidade com a moeda é simples e pode ser incorporado à rotina sem alterações complexas. A proposta é que o processo seja rápido, mas feito com atenção, intenção clara e um momento breve de reflexão sobre metas financeiras reais, como sair do endividamento ou organizar a reserva de emergência.
- 1. Escolher a moeda: recomenda-se selecionar uma moeda em bom estado, limpa, sem rachaduras ou danos visíveis, já que, simbolicamente, ela representaria a “qualidade” da energia financeira.
- 2. Definir uma intenção clara: por alguns segundos, a moeda é mantida nas mãos enquanto se mentalizam objetivos ligados a dinheiro, como equilíbrio nas contas, pagamento de dívidas, construção de reserva ou abertura para novas fontes de renda.
- 3. Guardar no bolso esquerdo: a moeda é colocada no bolso esquerdo da calça, da camisa ou do casaco, sempre antes de sair de casa, reforçando essa associação com o ato de “entrar no mundo” focado em organização e prosperidade.
- 4. Não usar a moeda para pagar: a moeda é considerada simbólica; por isso, não deve circular em compras. Em muitos casos, permanece ali por semanas ou meses, até ser trocada por outra seguindo o mesmo processo.
Algumas pessoas preferem iniciar o costume sempre às segundas-feiras, entendendo o começo da semana como um momento estratégico para renovar metas financeiras. Outras acrescentam um pequeno papel dobrado, com palavras como “prosperidade”, “equilíbrio” ou “organização”, intensificando o caráter de ritual voltado à abundância, ao controle do orçamento e ao foco em objetivos de longo prazo.
Para que serve esse gesto de prosperidade no cotidiano financeiro
Do ponto de vista simbólico, a prática de carregar uma moeda no bolso esquerdo é vista como uma ferramenta de reforço mental, que ajuda a alinhar pensamentos, emoções e atitudes em relação ao dinheiro. Ainda que não existam comprovações científicas ligando o costume a resultados financeiros concretos, muitos relatos apontam efeitos indiretos, relacionados principalmente a mudanças de comportamento, percepção e disciplina.
No universo do Feng Shui financeiro e de outros rituais de prosperidade, esse tipo de gesto é descrito como um apoio psicológico, capaz de influenciar a forma como a pessoa encara o próprio dinheiro. Em 2026, em um cenário de custos elevados e maior preocupação com economia doméstica, práticas simbólicas como essa seguem presentes em diferentes países, combinadas com planejamento, educação financeira, metas claras e busca por maior estabilidade no orçamento familiar.










