A capital de Alagoas ficou em primeiro lugar no ranking da Azul Viagens em 2025 e divide a orla com jangadas que levam turistas ao meio do mar. Em Maceió, o azul-turquesa começa na porta do hotel.
A cidade que nasceu de um engenho de açúcar
O nome Maceió vem do tupi e significa algo como aquilo que tapa o alagadiço, uma referência aos pequenos cursos d água que formavam brejos no litoral. A ocupação começou em torno de um engenho de açúcar no século XVIII e virou vila em 1815.
Em 1839, a cidade foi elevada à categoria de capital alagoana. Hoje Maceió tem cerca de 957 mil habitantes e é o principal portão de entrada do turismo em Alagoas, segundo a Prefeitura de Maceió.

Por que as piscinas naturais de Pajuçara são a atração número um?
O passeio de jangada até as piscinas naturais de Pajuçara é o programa mais tradicional da capital. As embarcações partem da faixa de areia e levam cerca de 20 minutos até um banco de areia a 1 km da costa, onde os recifes formam aquários de água cristalina.
O passeio só acontece em maré baixa e permite mergulho com snorkel entre peixes coloridos. Algumas jangadas funcionam como bares flutuantes, com caipirinhas e porções servidas no meio do mar. É uma experiência para qualquer idade.
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O que fazer em Maceió além do banho de mar?
A cidade combina orla estruturada, bairro histórico e pontos instagramáveis em distâncias curtas. A maior parte das atrações concentra-se entre Pajuçara e Jatiúca.
- Praia de Ponta Verde: faixa mais requintada da orla, com o Marco dos Corais, mirante inaugurado em abril de 2022 sobre o mar.
- Praia de Jatiúca: ondas mais fortes, ponto de surfe e cadeira gigante para fotos.
- Bairro histórico de Jaraguá: casarões do ciclo do açúcar, palácios e centros culturais restaurados.
- Pontal da Barra: bairro das rendeiras de filé, com pôr do sol sobre a Lagoa Mundaú.
- Praia do Francês: piscinas naturais em Marechal Deodoro, a cerca de 30 km do centro.
O sururu é o sabor que define a cozinha maceioense
A culinária alagoana mistura influências indígenas, africanas e portuguesas, com forte presença do coco e dos frutos do mar. O sururu, molusco das lagoas locais, é o ingrediente-símbolo da capital.
- Caldinho de sururu: cremoso, com coentro e pimenta, servido como entrada ou petisco em quase toda barraca da orla.
- Sururu ao coco: molusco refogado em leite de coco, tomate e temperos frescos, servido com arroz e farofa.
- Chiclete de camarão: prato autoral maceioense, camarões ao creme de leite com queijo derretido.
- Peixada alagoana: postas de peixe fresco com legumes e pirão de leite de coco, prato clássico do almoço.

Como é a praia do Gunga e o litoral sul de Alagoas?
A Praia do Gunga fica em Barra de São Miguel, a cerca de 33 km de Maceió, e é acessada por travessia de barco pela Lagoa do Roteiro. O cenário une falésias coloridas, coqueirais e águas calmas.
Restaurantes flutuantes, passeios de buggy pelas dunas e o mirante com vista do encontro da lagoa com o mar completam o programa. O bate e volta rende um dia inteiro e costuma ser contratado com agências da capital.
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Quando viajar para a capital alagoana?
O clima é tropical úmido, quente o ano todo, com pouca variação de temperatura. A melhor época para o turismo vai de setembro a fevereiro, quando as chuvas rareiam e as piscinas naturais aparecem com mais frequência.
Temperaturas aproximadas com base no Climatempo. Condições podem variar.

Como chegar a Maceió?
O Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares recebe voos diretos das principais capitais do país e fica a cerca de 25 km do centro. Pelo litoral, Recife está a 260 km pela BR-101, cerca de 3h30 de carro. Salvador fica a 630 km, em um trajeto panorâmico pelo litoral nordestino.
O Caribe brasileiro
Poucas capitais brasileiras oferecem piscinas naturais a poucos metros da orla e uma cozinha com identidade tão marcada. Maceió transforma o passeio de jangada em rotina e o sururu em ritual diário.
Você precisa conhecer Maceió e sentir o que levou a capital alagoana ao topo do ranking dos destinos mais vendidos do Brasil.









