Situada em meio à Serra da Bodoquena, Bonito, no Mato Grosso do Sul, é reconhecida como um dos principais polos de ecoturismo do Brasil. Com cerca de 23,6 mil habitantes (IBGE, 2022), a cidade se destaca por rios de águas cristalinas, cavernas impressionantes e trilhas que revelam cenários raros, segundo o site BM&C News.
A atmosfera tranquila e segura atrai famílias, aventureiros e amantes da natureza. Rios como o Sucuri e o da Prata oferecem experiências de flutuação, mergulho e contemplação da fauna e flora locais — sempre com foco em turismo responsável.
Como a cidade se tornou referência em turismo sustentável?
O título de destino Carbono Neutro, conquistado em 2023, reflete o compromisso da cidade com a preservação ambiental. Entre as medidas que garantem a sustentabilidade estão:
Controle rigoroso de visitantes nos atrativos
Proibição de plásticos descartáveis
Coleta seletiva e reciclagem obrigatória
Voucher Único, que distribui a visitação e evita sobrecarga ambiental
Programas de reflorestamento e educação ambiental
O Parque Nacional da Serra da Bodoquena limita o acesso diário e preserva ecossistemas sensíveis. Essa gestão eficiente posiciona Bonito como exemplo de turismo de baixo impacto no cenário internacional.
Qualidade de vida para moradores e visitantes da cidade
Viver ou passar alguns dias em Bonito significa desfrutar de uma cidade pequena, segura e organizada para o turismo.
Transporte: vans, táxis e carros alugados para atrativos mais distantes
Segurança: policiamento constante no centro e áreas turísticas
Educação: escolas com foco em cultura pantaneira e meio ambiente
Custo de vida: varia conforme a temporada, mas é compensado pela oferta de lazer ao ar livre
Para ensino superior, moradores costumam se deslocar a Campo Grande ou Jardim.
Cultura pantaneira e eventos tradicionais
Além da natureza, Bonito mantém vivas tradições regionais. O Festival de Inverno de Bonito reúne música, teatro e gastronomia, atraindo turistas e fortalecendo a identidade local.
A culinária típica valoriza peixes de água doce assados ou grelhados, enquanto o artesanato utiliza fibras naturais e madeiras locais, refletindo a relação da população com o ambiente.