Um antigo provérbio chinês voltou a circular em 2025 em debates sobre desenvolvimento social: “Se queres um ano de prosperidade, cultiva grãos; se queres dez anos, cultiva árvores; mas se queres cem anos, educa as pessoas.” A frase, atribuída a tradições ancestrais da China, reforça uma ideia amplamente estudada por economistas modernos: o acesso à educação tem impacto direto na redução da pobreza e no crescimento de longo prazo.
O que o provérbio realmente quer dizer?
A mensagem central é simples: investimentos econômicos pontuais produzem resultados rápidos, mas é a educação que transforma uma sociedade de forma duradoura. Para os sábios da antiguidade chinesa, ensinar alguém significava não apenas transmitir conhecimento, mas permitir que a pessoa desenvolvesse autonomia, pensamento crítico e capacidade de sustento.
Essa visão se encaixa perfeitamente nos debates contemporâneos, em que especialistas ressaltam que políticas educacionais sólidas têm efeito acumulativo, elas atravessam gerações ao abrir portas para empregos melhores, maior inovação e melhores condições de vida.

Por que o tema voltou a ser discutido em 2025?
Em 2025, diversos países enfrentam desafios econômicos, desigualdades persistentes e mudanças no mercado de trabalho provocadas pela digitalização. Esses fatores reacenderam a discussão sobre o papel da educação no combate à pobreza estrutural.
Pesquisadores apontam que a falta de acesso a ensino de qualidade continua sendo uma das barreiras mais fortes ao desenvolvimento humano. Ao mesmo tempo, países que têm investido em educação técnica, digital e básica mostram avanços consistentes na renda média da população.
Como a educação interfere diretamente na redução da pobreza?
Estudos internacionais mostram que pessoas com maior escolaridade têm mais chances de conseguir empregos formais, salários mais altos e estabilidade econômica. A educação também reduz a vulnerabilidade a ciclos de pobreza, já que amplia possibilidades de mobilidade social.
No longo prazo, sociedades mais educadas apresentam menor desigualdade, maior produtividade e capacidade de inovação, fatores essenciais para sustentar crescimento econômico contínuo.

O provérbio e a realidade brasileira?
No Brasil, a frase ganha ainda mais força. Em 2025, especialistas destacam que melhorar a educação básica é uma das estratégias mais importantes para reduzir desigualdades regionais e ampliar oportunidades em áreas vulneráveis. O investimento em escolas, professores e programas de permanência escolar é visto como um caminho de transformação prática e duradoura.
A sabedoria chinesa, portanto, permanece atual: combater a pobreza exige ações amplas, mas nenhuma delas substitui o impacto que a educação tem na vida das pessoas e no futuro do país.










