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O que significa permanecer em silêncio durante uma discussão, segundo a psicologia

Por Larissa Carvalho
13/01/2026
Em Curiosidades
O que significa permanecer em silêncio durante uma discussão, segundo a psicologia

Silenciar sentimentos para evitar conflitos é um comportamento comum em relações próximas

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Em muitas relações afetivas, familiares ou de amizade, algumas pessoas preferem silenciar o incômodo para evitar brigas, afastamento ou críticas. Essa escolha costuma ser vista como uma forma de manter a paz, mas, com o tempo, desgasta a saúde emocional e o amor-próprio, reforçando a sensação de que é mais seguro se adaptar do que se posicionar e de que os próprios sentimentos não importam.

O que significa evitar conflitos nas relações e quais são seus impactos

O comportamento de evitação de conflitos está frequentemente ligado ao medo de perder o afeto, de ser mal-interpretado ou julgado por expressar um desagrado. Muitas pessoas cresceram em ambientes onde chorar, reclamar ou discordar era motivo de punição, desqualificação ou silêncio frio.

Nesses contextos, o conflito é vivido como ameaça e não como oportunidade de ajuste na relação, o que reforça a crença de que é melhor calar do que se posicionar. Com o tempo, isso mina a autoestima, gera ressentimento e distancia emocional, mesmo em vínculos que parecem estáveis por fora.

Para aprofundarmos no tema, trouxemos o vídeo do psicólogo Thomas, especialista em relacionamentos (@thomytalks):

@thomytalks Evitar conflito não é um comportamento saudável, muito pelo contrário. #novocomeço #ciclosdavida #relacionamentolongo #ciclosdoamor #curaemocional #recomeço #amorproprio #relacionamentoserio #terminodenamoro #relacionamentosaudável #casalcompleto ♬ som original – Thomas

Como se manifesta a evitação de conflitos nas relações

A evitação de conflitos acontece quando a pessoa prefere engolir a própria opinião, esconder o mal-estar ou concordar com o outro, mesmo discordando por dentro. Em vez de dizer “isso me machuca” ou “não concordo”, tende a responder com frases como “tudo bem”, “não é nada” ou “tanto faz”, como mostra a pesquisa “Physical order produces healthy choices, generosity, and conventionality, whereas disorder produces creativity”.

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Ao longo do tempo, esse hábito reforça a ideia de que a própria voz vale menos que a tranquilidade aparente da relação. A pessoa passa a aceitar situações que a desrespeitam, ultrapassam limites ou ignoram necessidades básicas, chegando a aceitar o inaceitável para não criar tensão.

Qual é a relação entre evitação de conflitos e amor-próprio

A palavra-chave central nesse tema é o amor-próprio. Quando a autoestima está fragilizada, torna-se mais difícil reconhecer o próprio valor e, consequentemente, defender limites saudáveis. A evitação de conflitos se conecta diretamente com a falta de amor-próprio, pois envolve a ideia de que as necessidades do outro são sempre prioridade.

Fortalecer o amor-próprio significa aprender a se tratar com respeito, reconhecer qualidades e limites e se permitir ocupar espaço nas relações. Isso inclui dizer “não”, discordar com calma, pedir mudanças de comportamento e admitir que algo não faz bem, aproximando a pessoa de vínculos mais autênticos e recíprocos.

  • Diferenciar o que é cuidado saudável do que é submissão disfarçada de carinho.
  • Praticar a autoaceitação, reconhecendo falhas sem se reduzir a elas.
  • Tratar-se com gentileza, permitindo-se descanso, prazer e reconhecimento.
  • Aprender a marcar limites claros diante de atitudes que ferem ou desrespeitam.
  • Rever a história pessoal, ressignificando experiências que minaram a autoconfiança.

Quais são as formas mais comuns de evitar conflitos no dia a dia

A evitação de conflitos pode aparecer de maneiras diferentes nas relações, às vezes como mecanismo de autoproteção emocional e, em outras, como forma de fugir da responsabilidade pelos próprios atos. Em ambos os cenários, a conversa franca é evitada, mas os motivos internos são distintos e influenciam a qualidade emocional da relação.

Na autoconservação, a pessoa evita a briga porque se sente desamparada diante de reações agressivas, desqualificações ou jogos de poder. Já na evasão de responsabilidade, o objetivo é não encarar as consequências de comportamentos egoístas, omitindo informações ou decisões importantes para não enfrentar críticas ou desaprovação.

Além dessas duas formas principais, a evitação pode surgir por diferentes motivações internas, que costumam se repetir automaticamente nas relações:

  • Evitação por medo: medo de gritos, de rejeição ou de ser abandonado.
  • Evitação por culpa: vontade de manter uma imagem de “quem nunca erra”.
  • Evitação por costume: repetição de padrões aprendidos na infância, onde o conflito era sempre visto como algo perigoso.
O que significa permanecer em silêncio durante uma discussão, segundo a psicologia
Quebre o silêncio nas relações! Posicione-se com coragem e resgate seu amor-próprio e paz interior.

Como fortalecer o amor-próprio e melhorar a comunicação nas relações

Romper com o hábito de evitar conflitos exige um trabalho gradual de fortalecimento interno. O primeiro passo costuma ser reconhecer que os próprios sentimentos têm valor e merecem ser ouvidos, mesmo que o outro não concorde ou não reaja da forma esperada. Esse movimento marca o início de uma postura mais firme e respeitosa consigo mesmo.

A partir daí, torna-se possível praticar uma comunicação mais direta, sem agressividade, mas também sem submissão. Pequenos exercícios de assertividade no cotidiano ajudam a treinar essa habilidade e a construir relações em que o diálogo seja ferramenta de ajuste, e não motivo de medo constante.

  1. Observar o próprio discurso interno: notar pensamentos como “melhor não falar nada” ou “se eu reclamar, vou perder essa pessoa” e questionar essas crenças.
  2. Começar por limites simples: pedir pequenas mudanças no dia a dia, como ajustes em horários, tarefas ou formas de falar, para treinar a expressão de necessidades.
  3. Usar frases claras e específicas: por exemplo, “quando isso acontece, me sinto desrespeitado” em vez de generalizações acusatórias.
  4. Reconhecer sinais de desrespeito: perceber quando a outra pessoa interrompe, ignora ou ridiculariza a fala, avaliando o quanto essa relação oferece segurança emocional.
  5. Buscar apoio profissional quando a dificuldade de se posicionar estiver ligada a traumas, relações abusivas ou sintomas de ansiedade e depressão.

O fortalecimento do amor-próprio permite que cada indivíduo esteja presente nas relações sem desaparecer dentro delas. Desenvolver uma comunicação mais aberta ajuda a reduzir ressentimentos silenciosos, favorece vínculos mais autênticos e cria espaço para que o respeito seja recíproco em ambas as partes.

Ao validar o que sente e pensa, a pessoa se aproxima de relações em que a própria dignidade emocional não precisa ser sacrificada para manter o vínculo. Assim, o conflito deixa de ser sinônimo de perda e passa a ser visto como oportunidade de crescimento, alinhamento e cuidado mútuo.

Tags: conflitosCuriosidadesdiscussõespsicologia
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