Entre os cuidados básicos de um veículo, a remoção de riscos no carro ganhou espaço como interesse constante de motoristas que desejam preservar tanto a aparência quanto o valor de revenda. No uso diário, pequenos contatos em estacionamentos, lavagens mal executadas e sujeiras abrasivas no asfalto costumam deixar marcas na pintura, muitas vezes superficiais e possíveis de tratar em casa com os produtos corretos e uma avaliação cuidadosa do tipo de dano.
O que caracteriza um risco superficial na pintura do carro
O chamado risco superficial na pintura do carro é aquele que atinge apenas a camada de verniz, sem alcançar a tinta de base ou o primer. Em geral, esse tipo de marca é causado por esfregões com objetos duros, poeira acumulada sob a esponja de lavagem, atritos leves com outros veículos ou até mesmo com galhos de árvores.
Ao observar a área de perto, costuma ser possível notar que o brilho foi afetado, mas ainda se vê a cor original sem alteração significativa. Esses microdanos tendem a se multiplicar se não forem tratados, gerando uma aparência opaca, motivo pelo qual muitos proprietários buscam métodos acessíveis para tirar riscos do carro sem recorrer imediatamente a uma repintura completa.
Como tirar riscos do carro em casa usando métodos simples
Para quem lida apenas com arranhões leves, existem alternativas caseiras que podem ajudar a disfarçar ou reduzir a visibilidade do defeito. O primeiro passo é sempre a limpeza correta da área: remover poeira e resíduos com água, sabão neutro e pano macio diminui o risco de criar novos riscos durante o processo.
Depois de seca a superfície, é possível testar métodos de baixa agressividade, sempre em uma pequena região antes de avançar para toda a marca. Entre as práticas comuns para diminuir a aparência de riscos superficiais estão:
- Produtos de polimento automotivo suave: pastas ou ceras específicas para microarranhões, aplicadas com pano de microfibra em movimentos circulares leves.
- Retoques pontuais: canetas ou esmaltes automotivos na cor próxima à original, usados com precisão em riscos muito finos.
- Óleos e ceras: alguns proprietários utilizam óleos ou ceras para realçar o brilho ao redor do risco, o que ajuda a camuflar marcas discretas.
É importante destacar que esses recursos costumam ter efeito temporário ou limitado, amenizando o contraste do risco com o restante da carroceria. Em veículos mais antigos ou com pintura já opaca, o ganho visual tende a ser mais perceptível, principalmente quando combinado com hábitos de lavagem cuidadosa e proteção periódica com cera.
Para exemplificarmos, trouxemos o vídeo do perfil especialista @pneuzoficial:
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Quando o polimento automotivo é a melhor opção
Quando a intenção é obter um resultado mais duradouro, o polimento automotivo se apresenta como técnica de referência. O processo, realizado com máquinas específicas e compostos abrasivos controlados, remove uma camada extremamente fina do verniz, nivelando a superfície e reduzindo defeitos como riscos, manchas de água e perda de brilho.
De forma geral, o polimento profissional segue etapas que podem incluir lavagem detalhada, correção com compostos abrasivos, refino e proteção com cera, selante ou revestimento cerâmico. Esse serviço é amplamente oferecido em estúdios de estética automotiva e oficinas especializadas, com custo variável conforme o tamanho do veículo, o grau de dano e a quantidade de etapas contratadas.

Quando procurar um especialista em riscos na lataria do carro
Existem situações em que tentar resolver o problema em casa deixa de ser indicado e pode até agravar o dano na pintura. Quando o risco é profundo, ao ponto de a unha “enganchar” facilmente ou o metal e o plástico ficarem aparentes, o mais seguro é buscar um profissional com estrutura adequada de reparação.
Nesses casos, a área afetada pode exigir lixamento localizado, aplicação de primer, repintura parcial e novo verniz, procedimentos que pedem ambiente controlado e equipamentos específicos. Ao considerar o histórico do veículo, muitos proprietários optam por investir em reparos corretos para evitar desvalorização em futuras negociações e reduzir a chance de que a região volte a apresentar falhas em pouco tempo.
Em síntese, a remoção de riscos no carro passa por uma boa avaliação inicial, escolha adequada entre soluções caseiras e serviços profissionais e, principalmente, por cuidados diários com lavagem e proteção da pintura. Essa combinação tende a manter a aparência do veículo mais próxima do estado original, mesmo em meio às exigências do trânsito atual e às agressões constantes do sol, da chuva e de sujeiras abrasivas.









