O pilates no solo vem ganhando espaço entre diferentes faixas etárias por ser um treino completo, acessível e possível de ser feito em casa, apenas com um colchonete. Essa modalidade trabalha força, postura e respiração de forma integrada, favorecendo um corpo mais estável e funcional no dia a dia. Em 2026, muitas pessoas procuram o pilates solo por ser uma alternativa de baixo impacto, que não depende de aparelhos sofisticados e pode ser facilmente adaptada à rotina.
O que é pilates no solo e por que ele se tornou tão procurado
O pilates no solo, ou pilates em colchonete, é uma variação do método criado por Joseph Pilates em que todos os movimentos são realizados no chão, sem máquinas. O objetivo central é trabalhar a musculatura profunda do tronco, a mobilidade da coluna e o controle da respiração, promovendo maior estabilidade e consciência corporal.
Quando se fala em treinos funcionais de baixo impacto, a palavra-chave pilates no solo aparece com frequência por unir estabilidade, flexibilidade e controle do movimento em uma mesma sessão. Ao contrário de treinos baseados em repetições rápidas e carga elevada, o pilates solo privilegia a qualidade de cada movimento, com gestos lentos e precisos, sendo indicado para iniciantes, praticantes experientes e pessoas retornando do sedentarismo, com liberação profissional.
Quais são os principais benefícios do pilates no solo para o corpo
Os benefícios do pilates em casa no chão vão além da tonificação muscular aparente, pois o treino tende a envolver fibras profundas responsáveis pela estabilidade da lombar, da pelve e da cintura escapular. Isso pode facilitar tarefas corriqueiras, como levantar peso do chão, permanecer sentado por longos períodos ou caminhar distâncias maiores, com menos sobrecarga na coluna.
Além de contribuir para um corpo mais funcional, o pilates solo pode auxiliar na redução de dores musculoesqueléticas e na melhora da performance em outras atividades físicas. A seguir, alguns dos principais benefícios frequentemente associados à prática regular:
- Fortalecimento do core: abdômen, região lombar e cintura pélvica são constantemente ativados.
- Melhora da postura: o trabalho de alinhamento favorece uma distribuição mais equilibrada do peso corporal.
- Aumento da flexibilidade: muitos exercícios combinam fortalecimento com alongamento dinâmico.
- Baixo impacto: as articulações são preservadas, relevante para pessoas com limitações articulares.
- Consciência corporal: a atenção à respiração e ao posicionamento ajuda a perceber hábitos de movimento no dia a dia.
Em 2026, também é comum o uso do pilates no solo em programas online, nos quais o praticante segue orientações de profissionais por vídeo. Ainda assim, especialistas destacam que a segurança depende de ajustes posturais, progressão gradual e respeito aos limites individuais, especialmente em treinos feitos em casa.
Para exemplificarmos o tema, trouxemos o vídeo da fisioterapeuta Nathalia Sandalo:
@fisionathaliasandalo Muita gente pensa que o Pilates só acontece nos aparelhos, mas o solo traz inúmeros benefícios e exige ainda mais controle e consciência corporal. Na aula de hoje, trabalhei o corpo todo com fluidez, força, respiração e presença. Benefícios do Pilates Solo: • Fortalece a musculatura profunda • Melhora a postura e a flexibilidade • Aumenta o controle corporal e o equilíbrio • Pode ser feito em qualquer lugar, com ou sem acessórios O corpo agradece e a mente também! Já experimentou uma aula assim? Me conta aqui nos comentários! #PilatesSolo #AulaCompleta #PilatesComPropósito #MovimentoÉVida #piaktes #pilatesbrasil #NathaliaSandalo ♬ som original – Fisio Nathalia Sandalo
Como montar uma rotina de pilates no solo em casa com segurança
Uma sequência simples de exercícios de pilates no solo pode ser organizada por blocos, intercalando movimentos de estabilidade, mobilidade e resistência. Antes de começar, recomenda-se uma breve preparação articular, com movimentos suaves de pescoço, ombros, coluna e quadris, além da prática da respiração lateral costal – inspirando pelo nariz e expirando pela boca, contraindo o abdômen.
- Estabilidade inicial: exercícios deitado de costas ou em quatro apoios costumam ser mais estáveis para iniciantes.
- Progressão de força: com o tempo, podem ser incluídas variações de prancha, ponte de quadril e movimentos em diagonal.
- Mobilidade da coluna: rolar, flexionar e estender a coluna de forma segmentada ajuda a manter a articulação mais funcional.
- Trabalho de membros: chutes laterais e elevações de pernas desafiam o controle do tronco enquanto os membros se movimentam.
- Relaxamento final: alguns minutos de respiração tranquila em decúbito dorsal auxiliam na redução da tensão muscular.
Profissionais costumam orientar que o treino de pilates no solo seja realizado de duas a quatro vezes por semana, com duração aproximada de 30 a 50 minutos. O número de repetições e a intensidade devem ser ajustados conforme a condição de cada pessoa, e em casos de dor crônica, cirurgias recentes ou doenças articulares, recomenda-se avaliação individualizada antes de iniciar.

Pilates no solo é indicado para qualquer pessoa
O método em colchonete é frequentemente descrito como democrático, pois permite adaptações para diferentes idades, níveis de condicionamento e objetivos. Existem variações mais desafiadoras para quem já treina há anos e opções mais suaves para idosos, gestantes com liberação médica ou pessoas em reabilitação supervisionada, sempre com atenção ao alinhamento e à respiração.
Embora o pilates solo seja de baixo impacto, algumas situações exigem atenção redobrada, como problemas cardíacos não controlados, dor aguda intensa, limitações importantes de mobilidade ou período pós-operatório recente. Nesses casos, a participação de um fisioterapeuta ou instrutor especializado é fundamental para adaptar amplitudes, ritmo e duração das sessões, permitindo que o pilates se integre à rotina como uma prática segura, gradual e sustentável.








