Você está em silêncio, tudo tranquilo, e de repente o estômago resolve se manifestar com um som alto e nada discreto. A situação costuma render risadas ou constrangimento, mas o barulho tem uma explicação bem definida. Em 2025, a ciência já sabe exatamente o que acontece dentro do corpo quando isso ocorre.
O nome curioso do barulho que vem da barriga
Esses sons têm nome. Chamam-se borborigmos. Apesar do termo parecer complicado, ele descreve algo simples: ruídos produzidos pelos movimentos do trato digestivo.
Os borborigmos podem surgir tanto quando estamos com fome quanto após as refeições. O que muda é o motivo pelo qual o intestino e o estômago estão se movimentando.

O que acontece no estômago quando estamos com fome?
Quando o estômago está vazio, o sistema digestivo não fica parado. Pelo contrário. Ele entra em um modo de limpeza e preparo, realizando contrações chamadas de movimentos peristálticos.
Essas contrações empurram restos de líquidos, ar e secreções digestivas pelo intestino. Como não há alimento para “abafar” o som, o barulho acaba ficando mais audível, como fala saude.em.1.minuto4 em seu TikTok:
Por que o som parece mais alto em jejum?
Com comida no estômago, os sons ficam amortecidos. Já em jejum, há mais espaço vazio e mais ar circulando, o que funciona quase como uma caixa de ressonância.
É por isso que o barulho costuma aparecer em momentos de fome prolongada ou quando pulamos uma refeição. Não é sinal de fraqueza nem de problema digestivo, apenas de um sistema funcionando como deveria.

Quando o barulho é normal e quando merece atenção?
Na maioria das vezes, os borborigmos são completamente normais e fazem parte da rotina do corpo. Eles indicam que o trato digestivo está ativo.
Segundo especialistas, vale investigar se os sons vierem acompanhados de dor intensa, inchaço persistente, diarreia ou outros sintomas frequentes. Fora isso, o estômago barulhento é apenas um lembrete biológico de que talvez esteja na hora de comer.
No fim das contas, o estômago não faz barulho por acaso. Ele apenas se comunica do jeito que sabe, usando sons curiosos para mostrar que o organismo segue em movimento, mesmo quando parece estar em silêncio.










