{"id":142174,"date":"2025-11-22T14:15:00","date_gmt":"2025-11-22T17:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=142174"},"modified":"2025-11-21T19:56:02","modified_gmt":"2025-11-21T22:56:02","slug":"cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/","title":{"rendered":"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos"},"content":{"rendered":"\n<p>Em uma regi\u00e3o remota e gelada do nordeste da Sib\u00e9ria, cientistas fizeram um achado surpreendente: o mamute lanoso Yuka, preservado por cerca de 39.000 anos no permafrost, revelou n\u00e3o apenas tecidos intactos, mas tamb\u00e9m fragmentos de ARN, algo considerado quase imposs\u00edvel, abrindo novas portas para estudos gen\u00e9ticos do passado profundo e perspectivas in\u00e9ditas sobre as adapta\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies extintas em ambientes extremos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais avan\u00e7os cient\u00edficos foram proporcionados pelo estudo do mamute Yuka<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo liderado pelo paleogenetista <strong>Emilio M\u00e1rmol-S\u00e1nchez<\/strong>, <a href=\"https:\/\/www.cell.com\/cell\/fulltext\/S0092-8674%2825%2901231-0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">publicado na revista Cell<\/a>, representa um <strong>avan\u00e7o in\u00e9dito<\/strong> ao sequenciar ARN de um animal pr\u00e9-hist\u00f3rico. A pesquisa com Yuka funciona como uma <strong>c\u00e1psula do tempo gen\u00e9tica<\/strong>, revelando como os genes de um mamute funcionavam momentos antes de sua morte.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa conquista abre possibilidades para analisar <strong>tecidos preservados<\/strong> como m\u00fasculos e pele em outros f\u00f3sseis, permitindo novas abordagens em paleogen\u00e9tica. O m\u00e9todo poder\u00e1 ser aplicado para compreender a gen\u00e9tica de outras esp\u00e9cies extintas, enriquecendo o entendimento sobre <strong>evolu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o<\/strong> em climas rigorosos e contextos ambientais extremos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que as an\u00e1lises gen\u00e9ticas revelaram sobre os \u00faltimos instantes de Yuka<\/h2>\n\n\n\n<p>As an\u00e1lises gen\u00e9ticas mostraram que Yuka apresentou <strong>genes ativos relacionados ao estresse f\u00edsico<\/strong> e \u00e0 contra\u00e7\u00e3o muscular, sugerindo que o animal passou por grande esfor\u00e7o pouco antes de morrer. Essas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o in\u00e9ditas e aproximam o entendimento dos \u00faltimos momentos de animais extintos ao de esp\u00e9cies atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre dez mamutes estudados, apenas Yuka tinha <strong>quantidade suficiente de fragmentos de ARN<\/strong> para uma avalia\u00e7\u00e3o detalhada. Foram observados padr\u00f5es gen\u00e9ticos semelhantes a rea\u00e7\u00f5es de estresse em animais modernos, indicando que Yuka lutou at\u00e9 seus instantes finais de vida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199-1024x576.jpg\" alt=\"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos\" class=\"wp-image-142186\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749299199.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Preserva\u00e7\u00e3o em permafrost permitiu estudos gen\u00e9ticos in\u00e9ditos em mamutes extintos. Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ warpaintcobra<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que permitiu a preserva\u00e7\u00e3o do ARN em Yuka<\/h2>\n\n\n\n<p>A preserva\u00e7\u00e3o do ARN em Yuka foi favorecida pelo <strong>r\u00e1pido congelamento<\/strong> no permafrost, seguido de armazenamento cont\u00ednuo a -10\u202f\u00b0C no Museu Estatal de Yakutsk. Esse cen\u00e1rio evitou a degrada\u00e7\u00e3o do material gen\u00e9tico, tornando poss\u00edvel estudar mol\u00e9culas normalmente inst\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns fatores combinados foram essenciais para garantir a integridade desse material ao longo de mil\u00eanios, criando as condi\u00e7\u00f5es ideais para estudos paleotranscript\u00f4micos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>R\u00e1pido congelamento ap\u00f3s a morte do animal<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Armazenamento cont\u00ednuo em temperaturas extremamente baixas<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Baixa exposi\u00e7\u00e3o a agentes atmosf\u00e9ricos e biol\u00f3gicos<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">De que modo Yuka transformou os estudos em paleogen\u00e9tica<\/h2>\n\n\n\n<p>O sequenciamento do <strong>ARN antigo<\/strong> em Yuka marca um novo patamar para a paleogen\u00e9tica, permitindo analisar adapta\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas raramente acess\u00edveis em f\u00f3sseis. O m\u00e9todo traz perspectivas in\u00e9ditas para investigar trajet\u00f3rias evolutivas de esp\u00e9cies extintas e suas respostas ao ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, abre caminhos para estudar tamb\u00e9m <strong>v\u00edrus ancestrais de ARN<\/strong> e compreender melhor a evolu\u00e7\u00e3o de pat\u00f3genos. O explorado pode inclusive inspirar novas abordagens biom\u00e9dicas baseadas em vias metab\u00f3licas desaparecidas h\u00e1 mil\u00eanios.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877-1024x576.jpg\" alt=\"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos\" class=\"wp-image-142196\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/mamute_1763749358877.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um mamute congelado na Sib\u00e9ria nos conta hist\u00f3rias atrav\u00e9s de seu RNA preservado. Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ auntspray<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a descoberta de Yuka pode mudar na compreens\u00e3o sobre extin\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>Mais do que um f\u00f3ssil, Yuka representa um marco ao conectar tecnologia e paleontologia, fornecendo detalhes moleculares sobre o final da vida de um mamute. Essas informa\u00e7\u00f5es ampliam o olhar sobre eventos evolutivos na Terra, com potencial para revelar causas de extin\u00e7\u00f5es em massa.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, contribui para entender as consequ\u00eancias do <strong>derretimento do permafrost<\/strong> e poss\u00edveis riscos ecol\u00f3gicos futuros. Esses avan\u00e7os podem auxiliar a proteger a biosfera contempor\u00e2nea e orientar estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o em meio \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":142356,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"como mamute morreu 39 mil anos","_yoast_wpseo_title":"%%title%%","_yoast_wpseo_metadesc":"Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[112],"tags":[144,320,11872,9158],"class_list":["post-142174","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-curiosidades","tag-historia","tag-historicas","tag-passado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-11-22T17:15:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/RNA-Antigo-Mamute.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1344\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"768\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Larissa Carvalho\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Larissa Carvalho\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos","description":"Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos","og_description":"Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Radar","article_published_time":"2025-11-22T17:15:00+00:00","og_image":[{"width":1344,"height":768,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/RNA-Antigo-Mamute.png","type":"image\/png"}],"author":"Larissa Carvalho","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Larissa Carvalho","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/","name":"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/RNA-Antigo-Mamute.png","datePublished":"2025-11-22T17:15:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/58422787644df994b53a19d3e56c1513"},"description":"Descubra o ARN mais antigo da hist\u00f3ria no mamute Yuka, revelando detalhes gen\u00e9ticos dos momentos finais de sua vida h\u00e1 39.000 anos.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/RNA-Antigo-Mamute.png","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/RNA-Antigo-Mamute.png","width":1344,"height":768,"caption":"A m\u00famia de Yuka\ufeff revelou tecidos intactos e fragmentos de ARN, algo raro em f\u00f3sseis t\u00e3o antigos."},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-sequenciam-rna-mais-antigo-do-mundo-e-descobrem-como-um-mamute-morreu-ha-39-mil-anos\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Cientistas sequenciam RNA mais antigo do mundo e descobrem como um mamute morreu h\u00e1 39 mil anos"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/","name":"Correio Braziliense - Radar","description":"Acompanhe as \u00faltimas not\u00edcias e fique bem informado sobre tudo o que acontece no Brasil e no mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/58422787644df994b53a19d3e56c1513","name":"Larissa Carvalho","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4f91a0de32b52a838d0d612abdc1aa?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4f91a0de32b52a838d0d612abdc1aa?s=96&d=mm&r=g","caption":"Larissa Carvalho"},"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/author\/larissamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142174","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=142174"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142174\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":142197,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142174\/revisions\/142197"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media\/142356"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=142174"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=142174"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=142174"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}