{"id":15520,"date":"2025-03-26T18:30:00","date_gmt":"2025-03-26T21:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=15520"},"modified":"2025-03-25T14:28:57","modified_gmt":"2025-03-25T17:28:57","slug":"conheca-a-cidade-onde-nao-existem-sobrenomes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/conheca-a-cidade-onde-nao-existem-sobrenomes\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a cidade onde n\u00e3o existem sobrenomes"},"content":{"rendered":"\n<p>Na capital da <strong>Isl\u00e2ndia<\/strong>, <strong>Reykjavik<\/strong>, h\u00e1 um costume t\u00e3o peculiar quanto fascinante: <strong>os moradores n\u00e3o t\u00eam sobrenomes da forma tradicional<\/strong>. Em vez disso, usam um sistema <strong>patron\u00edmico (ou matron\u00edmico)<\/strong>, onde o nome da pessoa \u00e9 baseado no nome do pai ou da m\u00e3e \u2014 uma tradi\u00e7\u00e3o que remonta aos tempos dos vikings e ainda \u00e9 seguida rigidamente hoje.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona o sistema de nomes na Isl\u00e2ndia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na Isl\u00e2ndia, ao nascer, a crian\u00e7a recebe:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Um <strong>nome pr\u00f3prio<\/strong>, escolhido pelos pais e aprovado por um comit\u00ea lingu\u00edstico.<\/li>\n\n\n\n<li>Um <strong>\u201csobrenome\u201d derivado do primeiro nome do pai (ou da m\u00e3e)<\/strong>, com o acr\u00e9scimo de <em>-son<\/em> (filho de) ou <em>-d\u00f3ttir<\/em> (filha de).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Se um homem chamado J\u00f3n tem uma filha chamada Anna, ela ser\u00e1 <strong>Anna J\u00f3nsd\u00f3ttir<\/strong> (\u201cAnna, filha de J\u00f3n\u201d).<\/li>\n\n\n\n<li>Se J\u00f3n tem um filho chamado Erik, ele ser\u00e1 <strong>Erik J\u00f3nsson<\/strong> (\u201cErik, filho de J\u00f3n\u201d).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 sobrenomes herdados de fam\u00edlia como no Brasil ou em boa parte do mundo ocidental. Cada gera\u00e7\u00e3o tem nomes \u201cdiferentes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506-1024x576.jpg\" alt=\"Conhe\u00e7a a cidade onde n\u00e3o existem sobrenomes\" class=\"wp-image-15522\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Reykjavik_1742892191506.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Reykjavik. Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ Hannamariah<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E como isso afeta a vida em Reykjavik?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, isso significa que:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>As listas telef\u00f4nicas e documentos s\u00e3o organizados pelo primeiro nome.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pessoas s\u00e3o chamadas formalmente pelo primeiro nome<\/strong>, at\u00e9 mesmo em ambientes profissionais ou governamentais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O sistema enfatiza a individualidade e reduz a hierarquia social.<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Inclusive, o pa\u00eds tem um <strong>comit\u00ea oficial de nomes<\/strong>, que aprova ou nega novos nomes para garantir que estejam de acordo com a gram\u00e1tica e tradi\u00e7\u00e3o islandesa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Curiosidades sobre Reykjavik e o sistema de nomes island\u00eas<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Reykjavik \u00e9 a capital mais setentrional do mundo<\/strong>, com cerca de 130 mil habitantes.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O nome \u201cReykjavik\u201d significa \u201cba\u00eda enfuma\u00e7ada\u201d<\/strong>, por conta das fontes termais da regi\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>A Isl\u00e2ndia pro\u00edbe sobrenomes tradicionais estrangeiros, exceto para descendentes diretos de estrangeiros.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>N\u00e3o \u00e9 permitido inventar sobrenomes nem adotar nomes \u201cocidentalizados\u201d.<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aplicativos e sites de namoro locais usam banco de dados geneal\u00f3gicos para evitar que parentes pr\u00f3ximos se envolvam \u2014 j\u00e1 que n\u00e3o d\u00e1 pra confiar nos sobrenomes!<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Reykjavik, com sua cultura singular, mostra que <strong>nossa identidade pode ser moldada de forma muito diferente \u2014 e ainda assim funcionar perfeitamente<\/strong>, respeitando ra\u00edzes hist\u00f3ricas e valores modernos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na capital da Isl\u00e2ndia, os moradores n\u00e3o t\u00eam sobrenomes. 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