{"id":156635,"date":"2025-12-16T22:05:00","date_gmt":"2025-12-17T01:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=156635"},"modified":"2025-12-15T09:28:27","modified_gmt":"2025-12-15T12:28:27","slug":"o-fenomeno-silencioso-que-esta-mudando-nossa-relacao-com-as-redes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/o-fenomeno-silencioso-que-esta-mudando-nossa-relacao-com-as-redes\/","title":{"rendered":"O fen\u00f4meno silencioso que est\u00e1 mudando nossa rela\u00e7\u00e3o com as redes"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre notifica\u00e7\u00f5es, mensagens e atualiza\u00e7\u00f5es que parecem n\u00e3o ter fim, uma sensa\u00e7\u00e3o silenciosa tem se tornado comum: a de que estar conectado o tempo todo j\u00e1 n\u00e3o traz descanso, mas desgaste. A cena de algu\u00e9m rolando o feed do celular at\u00e9 tarde da noite, mesmo exausto, deixou de ser exce\u00e7\u00e3o para se tornar rotina em muitas casas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 FOMO e por que esse medo de perder algo influencia o comportamento<\/h2>\n\n\n\n<p>A sigla <strong>FOMO<\/strong> vem do ingl\u00eas <em>fear of missing out<\/em>, isto \u00e9, <strong>medo de estar perdendo algo<\/strong>. Ela descreve o inc\u00f4modo que aparece quando a pessoa sente que outros est\u00e3o vivendo experi\u00eancias mais interessantes, informadas ou vantajosas, o que pode intensificar sentimentos de <strong>compara\u00e7\u00e3o social<\/strong> e de inadequa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com as redes sociais e os aplicativos de mensagem, esse medo ganhou combust\u00edvel constante, pois em segundos \u00e9 poss\u00edvel ver viagens, festas, conquistas profissionais e opini\u00f5es em tempo real. Esse fluxo cont\u00ednuo pode gerar <strong>checagens frequentes<\/strong>, redu\u00e7\u00e3o da capacidade de foco, maior vulnerabilidade \u00e0 <strong>ansiedade digital<\/strong> e at\u00e9 sintomas f\u00edsicos, como tens\u00e3o e dificuldade para relaxar.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aprofundarmos no tema, trouxemos o v\u00eddeo do especialista Rafael Gratta:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"tiktok-embed\" cite=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@rafaelgrattap\/video\/7370681184495422725\" data-video-id=\"7370681184495422725\" style=\"max-width: 605px;min-width: 325px;\" > <section> <a target=\"_blank\" title=\"@rafaelgrattap\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@rafaelgrattap?refer=embed\">@rafaelgrattap<\/a> O termo F.O.M.O. (Fear of missing out ou medo de n\u00e3o aproveitar) surgiu recentemente e representa um problema de sa\u00fade mental nos dias de hoje \ud83d\udcf2  Precisamos ter consci\u00eancia disso para podermos tomar nossas decis\u00f5es de forma consciente e orientada aos nossos desejos, e n\u00e3o aos dos outros. Mais Foco Menos Ansiedade \ud83d\ude4f\ud83c\udffd <a title=\"sa\u00fademental\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/sa%C3%BAdemental?refer=embed\">#sa\u00fademental<\/a> <a title=\"ansiedade\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/ansiedade?refer=embed\">#ansiedade<\/a> <a title=\"foco\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/foco?refer=embed\">#foco<\/a> <a target=\"_blank\" title=\"\u266c som original - Rafael Gratta\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/music\/som-original-7370681206375369477?refer=embed\">\u266c som original &#8211; Rafael Gratta<\/a> <\/section> <\/blockquote> <script async src=\"https:\/\/www.tiktok.com\/embed.js\"><\/script>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o FOMO se relaciona com a compara\u00e7\u00e3o social e a autoestima<\/h2>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista psicol\u00f3gico, pesquisas como a de <strong>Przybylski et al. (2013)<\/strong>, publicada em <em>Computers in Human Behavior<\/em>, definem o FOMO como um medo persistente de estar perdendo experi\u00eancias potencialmente recompensadoras. Esse padr\u00e3o est\u00e1 ligado \u00e0 necessidade de <strong>pertencimento<\/strong>, \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o de necessidades psicol\u00f3gicas b\u00e1sicas e ao uso compulsivo de redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses casos, a pessoa passa a se conectar n\u00e3o apenas por prazer, mas para aliviar a sensa\u00e7\u00e3o de estar \u201cde fora\u201d, refor\u00e7ando um ciclo de vigil\u00e2ncia constante. Estudos como o de <strong>Vogel et al. (2014)<\/strong> mostram que a exposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua a vers\u00f5es idealizadas da vida alheia tende a reduzir a <strong>autoestima<\/strong> e intensificar a percep\u00e7\u00e3o de fracasso pessoal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o FOMO se manifesta em diferentes fases da vida<\/h2>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, o <strong>FOMO<\/strong> se manifesta de formas variadas ao longo do desenvolvimento. Em <strong>adolescentes e jovens adultos<\/strong>, a preocupa\u00e7\u00e3o costuma estar ligada \u00e0 vida social, \u00e0 imagem p\u00fablica e \u00e0 necessidade de acompanhar tend\u00eancias, posts e coment\u00e1rios, em busca de valida\u00e7\u00e3o por meio de <strong>curtidas<\/strong> e <strong>compartilhamentos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em adultos, o foco frequentemente se volta para o <strong>mercado de trabalho<\/strong>, cen\u00e1rios econ\u00f4micos, decis\u00f5es pol\u00edticas e oportunidades profissionais. Em todos os casos, repetem-se padr\u00f5es como checagens constantes do celular, dificuldade em se desconectar e sensa\u00e7\u00e3o de nunca estar \u201cem dia\u201d com as demandas informativas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 ROMO e como o al\u00edvio de perder coisas pode ser positivo<\/h2>\n\n\n\n<p>Em resposta a esse ritmo acelerado, surgiu o conceito de <strong>ROMO<\/strong>, abrevia\u00e7\u00e3o de <em>relief of missing out<\/em>, ou <strong>al\u00edvio por perder algo<\/strong>. Em vez de enxergar a desconex\u00e3o como amea\u00e7a, o ROMO prop\u00f5e v\u00ea-la como descanso e como escolha consciente de priorizar o que \u00e9 realmente relevante em cada momento.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia central \u00e9 simples: n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio participar de todas as conversas, acompanhar cada not\u00edcia ou opinar sobre todo assunto para ter uma vida completa. Essa postura se aproxima de um uso mais <strong>intencional das telas<\/strong>, em que a pessoa assume o direito de n\u00e3o estar sempre dispon\u00edvel nem totalmente atualizada, reduzindo a culpa por se afastar temporariamente do ambiente digital.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"572\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital-1024x572.png\" alt=\"O fen\u00f4meno silencioso que est\u00e1 mudando nossa rela\u00e7\u00e3o com as redes\" class=\"wp-image-156642\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital-1024x572.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital-300x167.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital-768x429.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital-750x419.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital-1140x636.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Burnout_Digital.png 1376w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fadiga digital viraliza: notifica\u00e7\u00f5es sem fim viram rotina exaustiva, destacando crise de descanso em lares conectados 24h atual. <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os benef\u00edcios do jejum digital e do ROMO para o bem-estar<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>ROMO<\/strong> se aproxima de pr\u00e1ticas como o <strong>jejum digital<\/strong>, em que a pessoa reduz ou pausa temporariamente o uso de redes sociais, notifica\u00e7\u00f5es e aplicativos. Nos primeiros dias, podem surgir inquieta\u00e7\u00e3o, impulso de verificar o celular e sensa\u00e7\u00e3o de estar \u201cdesatualizado\u201d, sinais de quanto a rotina estava guiada pelo <strong>FOMO<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o tempo, relatos cl\u00ednicos e pesquisas mencionam ganhos como melhora da <strong>qualidade do sono<\/strong>, redu\u00e7\u00e3o de sintomas de <strong>ansiedade<\/strong>, maior capacidade de concentra\u00e7\u00e3o e retomada de hobbies offline. Em muitos casos, surge tamb\u00e9m uma percep\u00e7\u00e3o mais clara de limites pessoais e de quais conte\u00fados realmente contribuem para o bem-estar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a gera\u00e7\u00e3o Z est\u00e1 redefinindo a exposi\u00e7\u00e3o nas redes sociais<\/h2>\n\n\n\n<p>Esse movimento dialoga com mudan\u00e7as percebidas em parte da <strong>gera\u00e7\u00e3o Z<\/strong>, formada por quem cresceu em meio \u00e0 internet e aos smartphones. Muitos jovens t\u00eam optado por perfis mais discretos, menos exposi\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00f5es mais restritas, priorizando encontros presenciais e conversas em grupos menores.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que rejeitar a tecnologia, essa escolha indica uma busca por experi\u00eancias menos filtradas, com mais espa\u00e7o para <strong>autenticidade<\/strong> e v\u00ednculos profundos. Em vez de acumular seguidores, cresce o interesse em rela\u00e7\u00f5es significativas, menos perform\u00e1ticas e mais alinhadas a valores de <strong>sa\u00fade mental<\/strong> e equil\u00edbrio emocional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como adotar o ROMO no dia a dia e manter o equil\u00edbrio digital<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de seu nome, o <strong>ROMO<\/strong> n\u00e3o incentiva o isolamento nem prega que todos devem \u201csumir\u201d das redes. A proposta \u00e9 encontrar um ponto de <strong>equil\u00edbrio digital<\/strong> em que a pessoa consiga se informar, trabalhar e se relacionar sem se tornar ref\u00e9m das notifica\u00e7\u00f5es, reduzindo o uso autom\u00e1tico e aumentando o uso <strong>consciente<\/strong> das telas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em vez de uma ruptura brusca, muitos profissionais sugerem ajustes graduais na rotina digital. Entre as estrat\u00e9gias mais citadas para reduzir o impacto do FOMO e favorecer o ROMO est\u00e3o pr\u00e1ticas simples que podem ser incorporadas no cotidiano:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Silenciar notifica\u00e7\u00f5es n\u00e3o essenciais<\/strong>, especialmente de aplicativos que interrompem o tempo todo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Definir hor\u00e1rios espec\u00edficos<\/strong> para checar redes sociais, e-mail e not\u00edcias, evitando consultas aleat\u00f3rias a cada poucos minutos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Evitar o uso de telas antes de dormir<\/strong>, criando um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o sem est\u00edmulos intensos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reservar momentos sem celular<\/strong> em refei\u00e7\u00f5es, encontros presenciais ou atividades de lazer.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rever a lista de perfis seguidos<\/strong>, reduzindo conte\u00fados que despertam compara\u00e7\u00e3o constante ou sensa\u00e7\u00e3o de inadequa\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o jejum de redes deve fazer parte de um cuidado profissional<\/h2>\n\n\n\n<p>Em alguns casos, especialmente quando h\u00e1 sintomas importantes de <strong>ansiedade<\/strong>, <strong>depress\u00e3o<\/strong> ou altera\u00e7\u00f5es de sono, o chamado \u201cjejum de redes\u201d pode ser incorporado a um plano terap\u00eautico mais amplo, sempre com <strong>acompanhamento profissional<\/strong>. Nesses contextos, o foco \u00e9 entender o papel das telas na rotina e como elas podem estar agravando quadros emocionais j\u00e1 presentes.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia n\u00e3o \u00e9 impor regras r\u00edgidas, mas oferecer ferramentas para que a pessoa retome o <strong>controle sobre o pr\u00f3prio tempo e aten\u00e7\u00e3o<\/strong>. Psic\u00f3logos e psiquiatras frequentemente combinam ajustes digitais com terapia cognitivo-comportamental, t\u00e9cnicas de relaxamento, reorganiza\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos de sono e interven\u00e7\u00f5es para fortalecer redes de apoio presenciais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como construir uma rela\u00e7\u00e3o mais consciente com as telas no cotidiano<\/h2>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o da tecnologia digital permitiu ampliar contatos, acessar informa\u00e7\u00e3o em segundos e encurtar dist\u00e2ncias. Ao mesmo tempo, trouxe desafios para a <strong>sa\u00fade mental<\/strong> quando o uso de telas passa a substituir grande parte das intera\u00e7\u00f5es presenciais e das pausas de descanso, reduzindo momentos de sil\u00eancio e de introspec\u00e7\u00e3o necess\u00e1rios para o equil\u00edbrio emocional.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o <strong>FOMO<\/strong> funciona como fator de risco, associado \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o constante de insufici\u00eancia, atraso e compara\u00e7\u00e3o, enquanto o <strong>ROMO<\/strong> aparece como poss\u00edvel fator de prote\u00e7\u00e3o. Ao legitimar o direito de se ausentar de certos espa\u00e7os digitais sem culpa, o ROMO favorece escolhas mais alinhadas com valores pessoais e com um uso mais saud\u00e1vel da tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como encontrar o equil\u00edbrio entre estar on-line e viver o mundo offline<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre ficar sempre on-line e se desligar completamente, h\u00e1 um territ\u00f3rio intermedi\u00e1rio em que a tecnologia continua presente, mas deixa de comandar cada gesto. Pequenas mudan\u00e7as, como permitir momentos de t\u00e9dio, aceitar per\u00edodos de sil\u00eancio e priorizar conversas sem media\u00e7\u00e3o de telas, ajudam a abrir espa\u00e7o para experi\u00eancias menos aceleradas e mais significativas.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o sobre <strong>FOMO<\/strong> e <strong>ROMO<\/strong>, mais do que propor r\u00f3tulos, aponta para essa busca por equil\u00edbrio: usar o que o mundo digital oferece sem deixar que o medo de perder algo impe\u00e7a a pessoa de viver o que est\u00e1 diante dela, fora da tela, com mais <strong>presen\u00e7a<\/strong> e qualidade nas rela\u00e7\u00f5es e nas escolhas cotidianas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/h2>\n\n\n\n<p>PRZYBYLSKI, A. K.; MURAYAMA, K.; DEHAAN, C. R.; GLADWELL, V. Motivational, emotional, and behavioral correlates of fear of missing out. <em>Computers in Human Behavior<\/em>, v. 29, n. 4, p. 1841-1848, 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>VOGEL, E. A.; ROSE, J. P.; ROBERTS, L. R.; ECKLES, K. Social comparison, social media, and self-esteem. <em>Psychology of Popular Media Culture<\/em>, 2014.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ROMO x FOMO: descubra como o al\u00edvio de perder conte\u00fados pode proteger sua sa\u00fade mental e sono na era das redes sociais e da ansiedade.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":156769,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"FOMO redes sociais","_yoast_wpseo_title":"%%title%%","_yoast_wpseo_metadesc":"ROMO x FOMO: descubra como o al\u00edvio de perder conte\u00fados pode proteger sua sa\u00fade mental e sono na era das redes sociais e da ansiedade.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[112],"tags":[144,12804,404,1161],"class_list":["post-156635","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-curiosidades","tag-fomo","tag-psicologia","tag-redes-sociais"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - 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