{"id":172058,"date":"2026-01-15T17:05:00","date_gmt":"2026-01-15T20:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=172058"},"modified":"2026-01-14T15:48:45","modified_gmt":"2026-01-14T18:48:45","slug":"os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/","title":{"rendered":"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia"},"content":{"rendered":"\n<p>Os encontros de fim de ano costumam reunir parentes que nem sempre convivem com frequ\u00eancia. Entre brindes, reencontros e lembran\u00e7as, tamb\u00e9m surgem velhas tens\u00f5es. Em muitas mesas, as discuss\u00f5es familiares aparecem com naturalidade, como se fizessem parte do roteiro. Para as crian\u00e7as que est\u00e3o por perto, por\u00e9m, esse cen\u00e1rio pode funcionar como um verdadeiro <strong>campo de treinamento emocional<\/strong>, ainda que ningu\u00e9m perceba na hora, influenciando a forma como ir\u00e3o lidar com <strong>conflitos, v\u00ednculos e limites<\/strong> no futuro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o impacto das discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o <strong>discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/strong> abrange desde brigas intensas at\u00e9 desentendimentos quase di\u00e1rios, com gritos, portas batendo ou hostilidade silenciosa. Para a crian\u00e7a, o importante n\u00e3o \u00e9 apenas o conte\u00fado da discuss\u00e3o, mas a <strong>repeti\u00e7\u00e3o<\/strong> e a <strong>falta de seguran\u00e7a<\/strong>, que v\u00e3o moldando sua percep\u00e7\u00e3o sobre o que \u00e9 amor, cuidado e prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, o <strong>sistema nervoso infantil<\/strong> aprende a antecipar o perigo. O rosto dos adultos, o tom da voz, um copo colocado na mesa com for\u00e7a ou um sil\u00eancio repentino podem se transformar em sinais de alerta. Esse modo de funcionar, \u00fatil para se proteger quando pequeno, tende a se manter ao longo da vida, influenciando rela\u00e7\u00f5es amorosas, amizades e at\u00e9 o ambiente de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aprofundarmos no tema, trouxemos o v\u00eddeo do especialista @doutormarcone, que aborda esse impacto:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"tiktok-embed\" cite=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@doutormarcone\/video\/7591900812251614484\" data-video-id=\"7591900812251614484\" style=\"max-width: 605px;min-width: 325px;\" > <section> <a target=\"_blank\" title=\"@doutormarcone\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@doutormarcone?refer=embed\">@doutormarcone<\/a> <p>Discuss\u00f5es dentro de casa n\u00e3o passam despercebidas pelas crian\u00e7as. Mesmo quando parecem pequenas ou \u201cnormais\u201d para os adultos, elas deixam marcas profundas no desenvolvimento emocional infantil. O c\u00e9rebro da crian\u00e7a aprende sobre o mundo a partir do ambiente em que vive. Quando o lar se torna um espa\u00e7o de tens\u00e3o, gritos e conflitos constantes, o corpo entra em alerta, libera estresse em excesso e passa a interpretar o mundo como um lugar inseguro. Isso influencia o comportamento, as emo\u00e7\u00f5es e a forma como essa crian\u00e7a se relaciona consigo mesma e com os outros, hoje e no futuro. Beb\u00eas sentem o clima. Crian\u00e7as sentem o tom. O cora\u00e7\u00e3o percebe antes da raz\u00e3o. Mais do que o que \u00e9 dito, \u00e9 a forma como os conflitos s\u00e3o vividos que educa emocionalmente. Faz sentido para voc\u00ea? A inf\u00e2ncia registra tudo, especialmente aquilo que o cora\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o sabe explicar. #pais #maes #filhos<\/p> <a target=\"_blank\" title=\"\u266c som original  - Neuropediatra\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/music\/som-original-Neuropediatra-7591900887997139732?refer=embed\">\u266c som original  &#8211; Neuropediatra<\/a> <\/section> <\/blockquote> <script async src=\"https:\/\/www.tiktok.com\/embed.js\"><\/script>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as marcas mais comuns das discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre as consequ\u00eancias mais citadas das <strong>discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/strong> est\u00e1 a <strong>hipervigil\u00e2ncia emocional<\/strong>. A pessoa passa a notar m\u00ednimos detalhes no comportamento alheio: um olhar desviado, uma resposta seca, um suspiro mais demorado. O que, de fora, pode parecer apenas sensibilidade agu\u00e7ada, na pr\u00e1tica funciona como uma <strong>forma de defesa<\/strong> contra poss\u00edveis explos\u00f5es emocionais, como mostra a pesquisa<a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/7809306\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> &#8220;Marital conflict and child adjustment: an emotional security hypothesis&#8221;<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa hipervigil\u00e2ncia costuma se combinar com um <strong>medo intenso de conflito<\/strong>. Em muitas rela\u00e7\u00f5es adultas, a simples ideia de \u201cchamar para conversar\u201d pode ser lida internamente como amea\u00e7a. Assim, duas rea\u00e7\u00f5es aparecem com frequ\u00eancia, revelando padr\u00f5es aprendidos ainda na inf\u00e2ncia:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Evitar o conflito a qualquer custo<\/strong>: a pessoa engole inc\u00f4modos, cede demais e raramente exp\u00f5e limites.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acumular at\u00e9 explodir<\/strong>: o mal-estar \u00e9 escondido por muito tempo e, de repente, vem \u00e0 tona com grande intensidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/o-fruto-milenar-rico-em-gorduras-saudaveis-e-vitamina-e-vem-de-uma-arvore-simples-que-fornece-tanto-sobrenomes-quanto-saude-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O fruto milenar rico em gorduras saud\u00e1veis e Vitamina E que vem de uma \u00e1rvore famosa tanto por sobrenomes quanto por sa\u00fade no Brasil<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como responsabilidade emocional, intimidade e autoexig\u00eancia s\u00e3o afetadas<\/h2>\n\n\n\n<p>Outro efeito frequente das <strong>discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/strong> \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de ter a obriga\u00e7\u00e3o de <strong>manter a paz ao redor<\/strong>. Muitas pessoas adultas se acostumaram, ainda pequenas, a tentar acalmar os \u00e2nimos, distrair os pais, fazer piadas ou \u201cse comportar bem\u201d para evitar brigas. Na vida adulta, esse padr\u00e3o pode se transformar em uma <strong>responsabilidade emocional exagerada<\/strong> e em grande dificuldade de dizer \u201cn\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>intimidade<\/strong> tamb\u00e9m costuma ser um ponto delicado. Muitos adultos relatam viver uma <strong>ambival\u00eancia emocional<\/strong>: precisam de v\u00ednculos profundos, mas, quando o relacionamento se torna importante, surge o receio de que o afeto traga sofrimento. Ao mesmo tempo, a <strong>autoexig\u00eancia<\/strong> aparece com for\u00e7a, levando a pessoa a se mostrar sempre forte e funcional, mesmo carregando altos n\u00edveis de estresse e dificuldade de reconhecer o que sente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5-1024x576.png\" alt=\"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia\" class=\"wp-image-172063\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/\u2705-BANNER-MYTH-14-5.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Nas ceias de fim de ano, tias discutem e kids assistem tudo: li\u00e7\u00e3o divertida sobre brigas e paz em fam\u00edlia!<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como lidar com os efeitos das discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>As marcas das <strong>discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/strong> n\u00e3o significam destino fixo, mas indicam caminhos poss\u00edveis de cuidado e mudan\u00e7a. Em geral, o processo envolve observar padr\u00f5es, dar nome \u00e0s experi\u00eancias e aprender formas diferentes de se relacionar, construindo uma sensa\u00e7\u00e3o maior de <strong>seguran\u00e7a emocional<\/strong> no presente.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns movimentos costumam ser mencionados em contextos cl\u00ednicos e educativos, ajudando a reorganizar mem\u00f3rias emocionais e a desenvolver novas habilidades de comunica\u00e7\u00e3o e autocuidado:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Reconhecer a hist\u00f3ria<\/strong>: identificar que aquele clima tenso existiu e que ele influenciou a maneira de sentir, pensar e se relacionar.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Diferenciar passado e presente<\/strong>: perceber que nem todo sil\u00eancio, desentendimento ou mudan\u00e7a de tom representa o mesmo tipo de amea\u00e7a vivido na inf\u00e2ncia.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aprender novas formas de conflito<\/strong>: desenvolver habilidades de comunica\u00e7\u00e3o em que seja poss\u00edvel discordar, expor limites e negociar sem reproduzir gritos ou ataques pessoais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fortalecer limites saud\u00e1veis<\/strong>: entender que cuidar do outro n\u00e3o significa assumir total responsabilidade pelo bem-estar emocional alheio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Buscar apoio profissional quando necess\u00e1rio<\/strong>: em alguns casos, acompanhamento psicol\u00f3gico ajuda a reorganizar mem\u00f3rias emocionais e a construir modos mais seguros de se vincular.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Ao longo do tempo, a compreens\u00e3o sobre as <strong>discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia<\/strong> permite que muitos adultos deixem de viver apenas em fun\u00e7\u00e3o de alarmes internos. Em vez de repetir, sem perceber, antigos roteiros, torna-se poss\u00edvel escolher novas formas de cuidar de si, de se relacionar e de construir um ambiente mais est\u00e1vel e acolhedor para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":175211,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"discuss\u00f5es na inf\u00e2ncia","_yoast_wpseo_title":"%%title%%","_yoast_wpseo_metadesc":"Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[112],"tags":[11312,4377,144,811,404],"class_list":["post-172058","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-adultos","tag-criancas","tag-curiosidades","tag-infancia","tag-psicologia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-01-15T20:05:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/freepik__imagem-realista-de-uma-criana-presenciando-uma-dis__39084.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Larissa Carvalho\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Larissa Carvalho\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia","description":"Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia","og_description":"Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Radar","article_published_time":"2026-01-15T20:05:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/freepik__imagem-realista-de-uma-criana-presenciando-uma-dis__39084.png","type":"image\/png"}],"author":"Larissa Carvalho","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Larissa Carvalho","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/","name":"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/freepik__imagem-realista-de-uma-criana-presenciando-uma-dis__39084.png","datePublished":"2026-01-15T20:05:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/58422787644df994b53a19d3e56c1513"},"description":"Discuss\u00f5es familiares na inf\u00e2ncia: impactos emocionais na vida adulta, hipervigil\u00e2ncia, culpa, medo de intimidade e caminhos para curar.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/freepik__imagem-realista-de-uma-criana-presenciando-uma-dis__39084.png","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/freepik__imagem-realista-de-uma-criana-presenciando-uma-dis__39084.png","width":1280,"height":720,"caption":"Crian\u00e7as observam e absorvem comportamentos mesmo quando n\u00e3o participam"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-comportamentos-mais-comuns-em-adultos-que-presenciaram-discussoes-familiares-quando-crianca-segundo-a-psicologia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Os comportamentos mais comuns em adultos que presenciaram discuss\u00f5es familiares quando crian\u00e7a, segundo a psicologia"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/","name":"Correio Braziliense - Radar","description":"Acompanhe as \u00faltimas not\u00edcias e fique bem informado sobre tudo o que acontece no Brasil e no mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/58422787644df994b53a19d3e56c1513","name":"Larissa Carvalho","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4f91a0de32b52a838d0d612abdc1aa?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fe4f91a0de32b52a838d0d612abdc1aa?s=96&d=mm&r=g","caption":"Larissa Carvalho"},"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/author\/larissamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/172058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=172058"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/172058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":175331,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/172058\/revisions\/175331"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media\/175211"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=172058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=172058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=172058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}