{"id":199720,"date":"2026-02-27T18:15:00","date_gmt":"2026-02-27T21:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=199720"},"modified":"2026-02-26T14:19:47","modified_gmt":"2026-02-26T17:19:47","slug":"os-sons-mais-estranhos-para-falantes-de-portugues-ao-aprender-outro-idioma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/os-sons-mais-estranhos-para-falantes-de-portugues-ao-aprender-outro-idioma\/","title":{"rendered":"Os sons mais estranhos para falantes de portugu\u00eas ao aprender outro idioma"},"content":{"rendered":"\n<p>O invent\u00e1rio fon\u00e9tico da l\u00edngua portuguesa \u00e9 rico em vogais nasais e sibilantes, mas carece de uma s\u00e9rie de articula\u00e7\u00f5es que s\u00e3o comuns em outros troncos lingu\u00edsticos. Para um falante nativo, a aus\u00eancia desses sons no cotidiano torna a musculatura da face desacostumada a certas press\u00f5es e posicionamentos da l\u00edngua, o que explica a dificuldade natural em atingir a pron\u00fancia perfeita de idiomas como o ingl\u00eas, o \u00e1rabe ou o chin\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o som do &#8220;th&#8221; ingl\u00eas desafia a musculatura lingual?<\/h2>\n\n\n\n<p>As fricativas dentais, representadas pelo d\u00edgrafo &#8220;th&#8221; no ingl\u00eas, s\u00e3o talvez os sons mais famosos por sua aus\u00eancia no portugu\u00eas. Elas exigem que a ponta da l\u00edngua seja posicionada entre os dentes incisivos superiores e inferiores para permitir a passagem do ar. No portugu\u00eas, os sons mais pr\u00f3ximos s\u00e3o o &#8220;S&#8221; ou o &#8220;T&#8221;, mas nenhum deles utiliza essa barreira f\u00edsica dent\u00e1ria para criar a fric\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem duas variantes desse som: a surda, como em <em>think<\/em>, e a sonora, como em <em>this<\/em>. Como o nosso c\u00e9rebro n\u00e3o possui uma &#8220;gaveta&#8221; fon\u00e9tica para esse posicionamento, tendemos a substituir o som por um &#8220;F&#8221; ou um &#8220;D&#8221;, o que altera a clareza da comunica\u00e7\u00e3o para um nativo. Dominar esse som \u00e9 um exerc\u00edcio de reeduca\u00e7\u00e3o muscular e percep\u00e7\u00e3o auditiva fina para o estudante brasileiro hoje.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1-1024x576.png\" alt=\"Os sons mais estranhos para falantes de portugu\u00eas ao aprender outro idioma\" class=\"wp-image-199734\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_rm6flnrm6flnrm6f-1-1.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fonemas ausentes no portugu\u00eas exigem nova coordena\u00e7\u00e3o e percep\u00e7\u00e3o sonora<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as fricativas e guturais ausentes no nosso invent\u00e1rio?<\/h2>\n\n\n\n<p>Existem sons produzidos na parte de tr\u00e1s da garganta ou atrav\u00e9s de fric\u00e7\u00f5es intensas que o portugu\u00eas simplesmente n\u00e3o utiliza em sua norma padr\u00e3o. Esses sons s\u00e3o comuns em l\u00ednguas germ\u00e2nicas, sem\u00edticas e eslavas, exigindo uma press\u00e3o de ar que muitas vezes soa como um &#8220;arranhado&#8221; para quem n\u00e3o est\u00e1 habituado. Confira a lista abaixo com os exemplos mais marcantes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>O &#8220;ch&#8221; alem\u00e3o (\/x\/):<\/strong> Som de um &#8220;R&#8221; muito forte e raspado no fundo da garganta, como na palavra <em>Bach<\/em>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O &#8220;Ayin&#8221; \u00e1rabe (\/\u0295\/):<\/strong> Som produzido atrav\u00e9s da constri\u00e7\u00e3o da faringe, inexistente em qualquer l\u00edngua latina atual.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O &#8220;G&#8221; holand\u00eas (\/\u0263\/):<\/strong> Uma fricativa sonora que soa como um gurgarejo seco, muito distante do nosso &#8220;G&#8221; suave.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>O &#8220;H&#8221; ingl\u00eas (\/h\/):<\/strong> Embora presente em dialetos como o mineiro ou fluminense (no &#8220;R&#8221; de <em>rato<\/em>), n\u00e3o \u00e9 um fonema padr\u00e3o em todas as posi\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais sons de outras fam\u00edlias lingu\u00edsticas s\u00e3o estranhos aos nossos ouvidos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos sons consonantais e voc\u00e1licos tradicionais, existem mecanismos de produ\u00e7\u00e3o de som que o portugu\u00eas ignora completamente. Essas t\u00e9cnicas envolvem desde cliques produzidos com a l\u00edngua at\u00e9 varia\u00e7\u00f5es de press\u00e3o interna que n\u00e3o dependem do ar dos pulm\u00f5es para serem aud\u00edveis. Confira a lista abaixo com os fen\u00f4menos fon\u00e9ticos mais ex\u00f3ticos para n\u00f3s:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Cliques (L\u00ednguas Khoisan):<\/strong> Sons produzidos atrav\u00e9s de estalos com a l\u00edngua contra o palato ou dentes hoje.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ejetivas (Quechua\/Am\u00e1rico):<\/strong> Consoantes produzidas com um s\u00fabito aumento de press\u00e3o na glote, soando como pequenas explos\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tons (Mandarim):<\/strong> Embora o som exista, a mudan\u00e7a de significado baseada apenas na altura da voz \u00e9 estranha \u00e0 nossa l\u00f3gica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Consoantes Retroflexas (Hindi):<\/strong> Sons produzidos com a ponta da l\u00edngua dobrada para tr\u00e1s, tocando o c\u00e9u da boca atual.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">De que maneira as vogais arredondadas francesas alteram a fala?<\/h2>\n\n\n\n<p>O franc\u00eas e o alem\u00e3o possuem vogais que combinam o posicionamento da l\u00edngua de uma letra com o arredondamento dos l\u00e1bios de outra. O som do &#8220;u&#8221; franc\u00eas em <em>tu<\/em> ou do &#8220;\u00fc&#8221; alem\u00e3o exige que o falante posicione a l\u00edngua para dizer &#8220;i&#8221;, mas fa\u00e7a um &#8220;biquinho&#8221; firme para dizer &#8220;u&#8221;. No portugu\u00eas, as nossas vogais s\u00e3o puras: ou abertas, ou fechadas, ou nasais, mas nunca h\u00edbridas nesse n\u00edvel de arredondamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa falta de &#8220;vowel rounding&#8221; frontal torna a fala do brasileiro no exterior muito caracter\u00edstica, j\u00e1 que tendemos a simplificar esses sons para o &#8220;i&#8221; ou &#8220;u&#8221; comuns. A percep\u00e7\u00e3o desses sons exige que o estudante aprenda a dissociar o movimento labial do movimento da l\u00edngua, uma tarefa de coordena\u00e7\u00e3o motora que n\u00e3o praticamos em nossa l\u00edngua materna desde a inf\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a distin\u00e7\u00e3o entre vogais curtas e longas \u00e9 um obst\u00e1culo?<\/h2>\n\n\n\n<p>No portugu\u00eas, a dura\u00e7\u00e3o de uma vogal n\u00e3o muda o significado da palavra; n\u00f3s apenas alongamos vogais para dar \u00eanfase ou em contextos de exclama\u00e7\u00e3o. No entanto, em l\u00ednguas como o ingl\u00eas, o alem\u00e3o e o latim cl\u00e1ssico, a diferen\u00e7a entre uma vogal curta e uma longa \u00e9 fon\u00eamica. O par ingl\u00eas <em>ship<\/em> (navio) e <em>sheep<\/em> (ovelha) ilustra perfeitamente como a dura\u00e7\u00e3o e a tens\u00e3o da vogal definem palavras completamente diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Como n\u00e3o temos essa regra gramatical, o ouvido brasileiro tende a ignorar a dura\u00e7\u00e3o do som, focando apenas na qualidade da vogal. Isso gera confus\u00f5es cl\u00e1ssicas de pron\u00fancia, onde o falante acredita estar dizendo uma coisa, mas o ouvinte nativo entende outra devido \u00e0 falta de precis\u00e3o no tempo de emiss\u00e3o do som. \u00c9 uma barreira de percep\u00e7\u00e3o temporal r\u00edtmica muito sutil.<\/p>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo abaixo do TikTok<strong> <em>Lingux_tt<\/em><\/strong>, que conta com mais de <strong><em>239 mil<\/em><\/strong> seguidores, ele cita os sons que n\u00e3o existem na l\u00edngua portuguesa:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"tiktok-embed\" cite=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@lingux_tt\/video\/7175258968560864517\" data-video-id=\"7175258968560864517\" style=\"max-width: 605px;min-width: 325px;\" > <section> <a target=\"_blank\" title=\"@lingux_tt\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@lingux_tt?refer=embed\">@lingux_tt<\/a> <a title=\"linguas\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/linguas?refer=embed\">#linguas<\/a> <a title=\"idiomas\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/idiomas?refer=embed\">#idiomas<\/a> <a title=\"arabe\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/arabe?refer=embed\">#arabe<\/a> <a title=\"fonetica\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/fonetica?refer=embed\">#fonetica<\/a> <a title=\"fonologia\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/tag\/fonologia?refer=embed\">#fonologia<\/a> <a target=\"_blank\" title=\"\u266c son original - lingux\" href=\"https:\/\/www.tiktok.com\/music\/son-original-7175258982431705862?refer=embed\">\u266c son original &#8211; lingux<\/a> <\/section> <\/blockquote> <script async src=\"https:\/\/www.tiktok.com\/embed.js\"><\/script>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/idiomas-desaparecidos-que-ninguem-fala-mais-e-que-deixaram-legado-historico-e-linguistico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idiomas desaparecidos que ningu\u00e9m fala mais e que deixaram legado hist\u00f3rico e lingu\u00edstico<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde encontrar estudos t\u00e9cnicos sobre a fon\u00e9tica das l\u00ednguas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para compreender a fundo como cada som \u00e9 produzido e visualiz\u00e1-los atrav\u00e9s de s\u00edmbolos universais, \u00e9 necess\u00e1rio consultar o Alfabeto Fon\u00e9tico Internacional. Essa ferramenta permite que linguistas e estudantes de idiomas identifiquem a posi\u00e7\u00e3o exata da l\u00edngua e o modo de articula\u00e7\u00e3o de qualquer som existente nas milhares de l\u00ednguas faladas ao redor do globo terrestre hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Para explorar o mapa completo dos sons humanos e ouvir exemplos de cada fonema, acesse o portal da <strong><a target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.internationalphoneticassociation.org\/content\/ipa-chart\">International Phonetic Association<\/a><\/strong> para diretrizes t\u00e9cnicas e \u00e1udios explicativos. Ter acesso a esse conhecimento cient\u00edfico permite que voc\u00ea identifique exatamente o que est\u00e1 faltando na sua fala para atingir a flu\u00eancia desejada em um novo idioma. O conhecimento da fon\u00e9tica \u00e9 o alicerce para uma comunica\u00e7\u00e3o sem fronteiras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O invent\u00e1rio fon\u00e9tico da l\u00edngua portuguesa \u00e9 rico em vogais nasais e sibilantes, mas carece de uma s\u00e9rie de articula\u00e7\u00f5es que s\u00e3o comuns em outros troncos lingu\u00edsticos. 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