{"id":204847,"date":"2026-03-08T11:45:00","date_gmt":"2026-03-08T14:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=204847"},"modified":"2026-03-07T22:53:46","modified_gmt":"2026-03-08T01:53:46","slug":"a-1-280-metros-de-altitude-cidade-serrana-fundada-em-1713-preserva-casaroes-e-tradicao-musical-nas-sacadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-1-280-metros-de-altitude-cidade-serrana-fundada-em-1713-preserva-casaroes-e-tradicao-musical-nas-sacadas\/","title":{"rendered":"A 1.280 metros de altitude, cidade serrana fundada em 1713 preserva casar\u00f5es e tradi\u00e7\u00e3o musical nas sacadas"},"content":{"rendered":"\n<p>Numa noite de s\u00e1bado, m\u00fasicos se posicionam nas janelas e sacadas dos casar\u00f5es da <strong>Rua da Quitanda<\/strong> enquanto o maestro rege do meio da rua, cercado pelo p\u00fablico. A cena acontece em <strong>Diamantina<\/strong>, cidade incrustada a 1.280 m de altitude na <strong>Serra do Espinha\u00e7o<\/strong>, no <strong>Vale do Jequitinhonha<\/strong>. Reconhecida pela <strong>UNESCO<\/strong> como <strong>Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade<\/strong> desde 1999, a terra de <strong>Juscelino Kubitschek<\/strong> e <strong>Chica da Silva<\/strong> ainda respira m\u00fasica pelas pedras do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Do garimpo de diamantes ao t\u00edtulo da UNESCO<\/h2>\n\n\n\n<p>A ocupa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1690 com a busca por ouro, mas foi a explora\u00e7\u00e3o de diamantes que moldou o destino da cidade. A <strong>Coroa Portuguesa<\/strong> criou a <strong>Real Extra\u00e7\u00e3o<\/strong> para controlar o garimpo, e o antigo <strong>Arraial do Tijuco<\/strong> cresceu sob vigil\u00e2ncia r\u00edgida. Esse controle produziu um barroco mais s\u00f3brio que o de vizinhas como <strong>Ouro Preto<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O centro hist\u00f3rico foi tombado pelo <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/pagina\/detalhes\/32\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>IPHAN<\/strong><\/a> em 1938. Seis d\u00e9cadas depois, a <a href=\"https:\/\/whc.unesco.org\/en\/list\/890\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>UNESCO<\/strong><\/a> reconheceu Diamantina pela harmonia entre o casario colonial e a paisagem rochosa da <strong>Serra dos Cristais<\/strong>, algo raro entre as cidades hist\u00f3ricas brasileiras.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563-1024x576.png\" alt=\"A cidade diamante que guarda riqueza hist\u00f3rica e colonial no Brasil\" class=\"wp-image-82691\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Edicoes-2025-08-07T172511.563.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Explore Diamantina, cidade hist\u00f3rica das Minas Gerais, com casar\u00f5es coloniais e rica cultura. \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que visitar no centro hist\u00f3rico e arredores?     <\/h2>\n\n\n\n<p>As principais atra\u00e7\u00f5es ficam a uma caminhada de dist\u00e2ncia umas das outras. Prepare as pernas para as ladeiras de pedra.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Casa da Chica da Silva<\/strong>: casar\u00e3o preservado onde viveu a escrava alforriada <strong>Francisca da Silva de Oliveira<\/strong> com o contratador de diamantes <strong>Jo\u00e3o Fernandes de Oliveira<\/strong>, no s\u00e9culo XVIII.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa de Juscelino Kubitschek<\/strong>: museu que conta a trajet\u00f3ria do menino diamantinense que se tornou presidente e construiu <strong>Bras\u00edlia<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mercado Velho (Mercado dos Tropeiros)<\/strong>: constru\u00eddo em 1835 com arquitetura de influ\u00eancia \u00e1rabe, abriga feiras de artesanato e gastronomia aos finais de semana.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Igreja de Nossa Senhora do Carmo<\/strong>: conhecida pela torre posicionada nos fundos, detalhe que a diferencia das demais igrejas coloniais mineiras.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Passadi\u00e7o da Gl\u00f3ria<\/strong>: passagem suspensa entre dois casar\u00f5es que se tornou um dos cart\u00f5es-postais da cidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Diamantina<\/strong>, em Minas Gerais, \u00e9 uma joia hist\u00f3rica encravada na Serra do Espinha\u00e7o, reconhecida como <strong>Patrim\u00f4nio Mundial pela UNESCO<\/strong>. O v\u00eddeo do canal<strong> Rol\u00ea Fam\u00edlia <\/strong>apresenta um roteiro de 4 dias, explorando desde o rico centro hist\u00f3rico at\u00e9 as belezas naturais e rotas gastron\u00f4micas:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"DIAMANTINA, uma das mais belas cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YoaXwihxf7c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Vesperata transforma a rua em sala de concerto<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Vesperata<\/strong> \u00e9 o evento mais famoso de Diamantina. M\u00fasicos das bandas locais se distribuem pelas sacadas dos sobrados da Rua da Quitanda, enquanto maestros regem do n\u00edvel da rua. O p\u00fablico assiste sentado em mesas espalhadas pelo cal\u00e7amento de pedra. O repert\u00f3rio mistura cl\u00e1ssicos brasileiros e m\u00fasica popular, amplificado pela ac\u00fastica natural entre as paredes coloniais.<\/p>\n\n\n\n<p>O espet\u00e1culo, reconhecido como <strong>Patrim\u00f4nio Cultural de Minas Gerais<\/strong>, acontece de abril a outubro, em datas quinzenais aos s\u00e1bados. Fora da temporada, as <strong>serestas<\/strong> mant\u00eam a tradi\u00e7\u00e3o viva: grupos de m\u00fasicos percorrem as ruas com viol\u00f5es e cavaquinhos nas noites de sexta-feira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cachoeiras e trilhas no Parque Estadual do Biribiri<\/h2>\n\n\n\n<p>A poucos quil\u00f4metros do centro, o <strong>Parque Estadual do Biribiri<\/strong> oferece cachoeiras de \u00e1gua cristalina em meio ao cerrado e aos campos rupestres da Serra do Espinha\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Cachoeira da Sentinela<\/strong>: piscina natural rasa cercada por vegeta\u00e7\u00e3o de cerrado, uma das mais acess\u00edveis do parque.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cachoeira dos Cristais<\/strong>: quedas entre forma\u00e7\u00f5es rochosas, com po\u00e7os para banho.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Vila do Biribiri<\/strong>: antiga vila oper\u00e1ria de uma f\u00e1brica de tecidos do s\u00e9culo XIX, com constru\u00e7\u00f5es preservadas e clima de vilarejo parado no tempo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Caminho dos Escravos<\/strong>: trecho cal\u00e7ado em pedra da <a href=\"https:\/\/institutoestradareal.com.br\/en\/cidades\/diamantina-mg\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Estrada Real<\/strong><\/a>, constru\u00eddo no s\u00e9culo XVIII, que liga Diamantina ao distrito de Mendanha.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617-1024x576.jpg\" alt=\"Essa cidade brasileira preserva o passado do pa\u00eds em suas constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas\" class=\"wp-image-49116\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241756617.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Parque Nacional das Sempre-Vivas preserva ecossistemas \u00fanicos da regi\u00e3o. \/\/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ fredpinheiro.hotmail.com.br<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pastel de angu e quitutes no fog\u00e3o a lenha<\/h2>\n\n\n\n<p>A gastronomia diamantinense segue o ritmo das Gerais: fartura e fog\u00e3o a lenha. Os restaurantes do centro e o Mercado Velho concentram as melhores op\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pastel de angu<\/strong>: especialidade local, feito com massa de fub\u00e1 recheada com carne mo\u00edda ou frango.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Feij\u00e3o tropeiro com torresmo<\/strong>: presen\u00e7a garantida nos card\u00e1pios, servido com couve refogada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Frango ao molho pardo com angu<\/strong>: prato cl\u00e1ssico mineiro, preparado com o sangue da ave.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Doces caseiros e queijo artesanal<\/strong>: goiabada, doce de leite e queijos do Serro e da regi\u00e3o do Jequitinhonha.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/um-lugar-mistico-a-1-189-m-de-altitude-cresceu-sobre-uma-mina-de-quartzos-e-guarda-cachoeiras-e-um-dos-ceus-mais-limpos-do-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Um lugar m\u00edstico a 1.189 m de altitude cresceu sobre uma mina de quartzos e guarda cachoeiras e um dos c\u00e9us mais limpos do Brasil.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o clima favorece cada tipo de passeio?<\/h2>\n\n\n\n<p>A altitude garante noites frescas o ano todo. A esta\u00e7\u00e3o seca coincide com a temporada da Vesperata, tornando o per\u00edodo de abril a outubro o mais procurado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"google-auto-ads-ignore\" style=\"font-family: 'Segoe UI', Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; max-width: 900px; margin: 10px auto; display: flex; flex-wrap: wrap; gap: 12px; justify-content: center;\">\n\n  <div style=\"flex: 1 1 200px; background: #ffffff; border-radius: 12px; border: 1px solid #bfdbfe; box-shadow: 0 2px 10px rgba(37, 99, 235, 0.05); overflow: hidden; display: flex; flex-direction: column;\">\n    <div style=\"background: #eff6ff; padding: 10px; border-bottom: 1px solid #dbeafe; display: flex; align-items: center; gap: 8px;\">\n      <div style=\"background: #2563eb; padding: 4px; border-radius: 6px; display: flex;\">\n        <svg width=\"14\" height=\"14\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\" stroke=\"#ffffff\" stroke-width=\"3\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><circle cx=\"12\" cy=\"12\" r=\"5\"\/><line x1=\"12\" y1=\"1\" x2=\"12\" y2=\"3\"\/><line x1=\"12\" y1=\"21\" x2=\"12\" y2=\"23\"\/><line x1=\"4.22\" y1=\"4.22\" x2=\"5.64\" y2=\"5.64\"\/><line x1=\"18.36\" y1=\"18.36\" x2=\"19.78\" y2=\"19.78\"\/><line x1=\"1\" y1=\"12\" x2=\"3\" y2=\"12\"\/><line x1=\"21\" y1=\"12\" x2=\"23\" y2=\"12\"\/><\/svg>\n      <\/div>\n      <span style=\"font-size: 0.75rem; font-weight: 800; color: #1e3a8a; letter-spacing: 0.05em;\">VER\u00c3O<\/span>\n    <\/div>\n    <div style=\"padding: 12px; text-align: center;\">\n      <div style=\"font-size: 0.7rem; color: #1d4ed8; font-weight: 700;\">NOV &#8211; MAR<\/div>\n      <div style=\"font-size: 1.2rem; font-weight: 900; color: #2563eb; margin: 2px 0;\">17-28 \u00b0C<\/div>\n      <div style=\"font-size: 0.8rem; color: #1e293b; line-height: 1.3;\">Chuva alta. Aproveite as <strong>cachoeiras cheias no Biribiri<\/strong>; as trilhas ficam mais verdes e exuberantes nesta \u00e9poca.<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n  <div style=\"flex: 1 1 200px; background: #ffffff; border-radius: 12px; border: 1px solid #bfdbfe; box-shadow: 0 2px 10px rgba(37, 99, 235, 0.05); overflow: hidden; display: flex; flex-direction: column;\">\n    <div style=\"background: #eff6ff; padding: 10px; border-bottom: 1px solid #dbeafe; display: flex; align-items: center; gap: 8px;\">\n      <div style=\"background: #2563eb; padding: 4px; border-radius: 6px; display: flex;\">\n        <svg width=\"14\" height=\"14\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\" stroke=\"#ffffff\" stroke-width=\"3\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><path d=\"M12 2L2 7l10 5 10-5-10-5zM2 17l10 5 10-5M2 12l10 5 10-5\"\/><\/svg>\n      <\/div>\n      <span style=\"font-size: 0.75rem; font-weight: 800; color: #1e3a8a; letter-spacing: 0.05em;\">OUTONO<\/span>\n    <\/div>\n    <div style=\"padding: 12px; text-align: center;\">\n      <div style=\"font-size: 0.7rem; color: #1d4ed8; font-weight: 700;\">ABR &#8211; MAI<\/div>\n      <div style=\"font-size: 1.2rem; font-weight: 900; color: #2563eb; margin: 2px 0;\">13-26 \u00b0C<\/div>\n      <div style=\"font-size: 0.8rem; color: #1e293b; line-height: 1.3;\">Chuva baixa. Clima perfeito para as <strong>primeiras Vesperatas do ano<\/strong> e caminhadas pelo centro hist\u00f3rico colonial.<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n  <div style=\"flex: 1 1 200px; background: #ffffff; border-radius: 12px; border: 1px solid #bfdbfe; box-shadow: 0 2px 10px rgba(37, 99, 235, 0.05); overflow: hidden; display: flex; flex-direction: column;\">\n    <div style=\"background: #eff6ff; padding: 10px; border-bottom: 1px solid #dbeafe; display: flex; align-items: center; gap: 8px;\">\n      <div style=\"background: #2563eb; padding: 4px; border-radius: 6px; display: flex;\">\n        <svg width=\"14\" height=\"14\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\" stroke=\"#ffffff\" stroke-width=\"3\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><path d=\"M12 3a6 6 0 0 0 9 9 9 9 0 1 1-9-9Z\"\/><path d=\"M19 3v4\"\/><path d=\"M21 5h-4\"\/><\/svg>\n      <\/div>\n      <span style=\"font-size: 0.75rem; font-weight: 800; color: #1e3a8a; letter-spacing: 0.05em;\">INVERNO<\/span>\n    <\/div>\n    <div style=\"padding: 12px; text-align: center;\">\n      <div style=\"font-size: 0.7rem; color: #1d4ed8; font-weight: 700;\">JUN &#8211; AGO<\/div>\n      <div style=\"font-size: 1.2rem; font-weight: 900; color: #2563eb; margin: 2px 0;\">10-24 \u00b0C<\/div>\n      <div style=\"font-size: 0.8rem; color: #1e293b; line-height: 1.3;\">Chuva muito baixa. Ideal para <strong>trilhas longas, serestas<\/strong> e o aconchego de um bom <strong>fog\u00e3o a lenha<\/strong>.<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n  <div style=\"flex: 1 1 200px; background: #ffffff; border-radius: 12px; border: 1px solid #bfdbfe; box-shadow: 0 2px 10px rgba(37, 99, 235, 0.05); overflow: hidden; display: flex; flex-direction: column;\">\n    <div style=\"background: #eff6ff; padding: 10px; border-bottom: 1px solid #dbeafe; display: flex; align-items: center; gap: 10px;\">\n      <div style=\"background: #2563eb; padding: 4px; border-radius: 6px; display: flex;\">\n        <svg width=\"14\" height=\"14\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\" stroke=\"#ffffff\" stroke-width=\"3\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><path d=\"M12 7.5V21m-4.5-9L12 21l4.5-9\"\/><\/svg>\n      <\/div>\n      <span style=\"font-size: 0.75rem; font-weight: 800; color: #1e3a8a; letter-spacing: 0.05em;\">PRIMAVERA<\/span>\n    <\/div>\n    <div style=\"padding: 12px; text-align: center;\">\n      <div style=\"font-size: 0.7rem; color: #1d4ed8; font-weight: 700;\">SET &#8211; OUT<\/div>\n      <div style=\"font-size: 1.2rem; font-weight: 900; color: #2563eb; margin: 2px 0;\">14-27 \u00b0C<\/div>\n      <div style=\"font-size: 0.8rem; color: #1e293b; line-height: 1.3;\">Chuva m\u00e9dia. Veja o <strong>cerrado florido<\/strong> e aproveite as <strong>\u00faltimas Vesperatas<\/strong> da temporada anual.<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/72\/diamantina-mg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254-1024x576.jpg\" alt=\"A 1.280 metros de altitude, essa cidade de 1713 encanta com casar\u00f5es preservados, m\u00fasica nas sacadas e frio na serra\" class=\"wp-image-49115\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/diamantina_1749241744254.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diamantina \u00e9 um ber\u00e7o cultural e patrim\u00f4nio mundial, com ruas de pedra que contam hist\u00f3rias. \/\/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ caio.acquesta@gmail.com<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar \u00e0 terra dos diamantes?<\/h2>\n\n\n\n<p>Diamantina fica a cerca de 290 km de <strong>Belo Horizonte<\/strong> pela <strong>BR-040<\/strong> e <strong>BR-259<\/strong>, em trajeto de aproximadamente 4h30 de carro. \u00d4nibus intermunicipais partem diariamente da rodovi\u00e1ria de BH. A cidade conta com um aeroporto regional, mas a maioria dos visitantes desembarca no <strong>Aeroporto de Confins<\/strong> e segue por estrada.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Suba a serra e ou\u00e7a Diamantina cantar<\/h2>\n\n\n\n<p>Poucas cidades brasileiras re\u00fanem t\u00edtulo da UNESCO, uma tradi\u00e7\u00e3o musical viva nas ruas e um parque de cachoeiras cristalinas a minutos do centro hist\u00f3rico. Diamantina tem tudo isso e ainda entrega a hist\u00f3ria de figuras como Chica da Silva e JK em casar\u00f5es que se pode visitar a p\u00e9, entre uma ladeira e outra.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa subir a Serra do Espinha\u00e7o e ouvir Diamantina ao vivo, de prefer\u00eancia numa noite fria em que a m\u00fasica escapa pelas sacadas e ecoa entre as pedras do antigo Tijuco.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Numa noite de s\u00e1bado, m\u00fasicos se posicionam nas janelas e sacadas dos casar\u00f5es da Rua da Quitanda enquanto o maestro rege do meio da rua, cercado pelo p\u00fablico. A cena acontece em Diamantina, cidade incrustada a 1.280 m de altitude na Serra do Espinha\u00e7o, no Vale do Jequitinhonha. 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