{"id":212255,"date":"2026-03-21T17:15:00","date_gmt":"2026-03-21T20:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=212255"},"modified":"2026-03-20T15:57:51","modified_gmt":"2026-03-20T18:57:51","slug":"o-motivo-mais-importante-que-faz-mulheres-sentirem-mais-dor-e-quase-ninguem-explica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/o-motivo-mais-importante-que-faz-mulheres-sentirem-mais-dor-e-quase-ninguem-explica\/","title":{"rendered":"O motivo mais importante que faz mulheres sentirem mais dor e quase ningu\u00e9m explica"},"content":{"rendered":"\n<p>Diversos estudos indicam que mulheres enfrentam com maior frequ\u00eancia dor cr\u00f4nica e doen\u00e7as autoimunes comparadas aos homens. Condi\u00e7\u00f5es como l\u00fapus, artrite reumatoide, fibromialgia e s\u00edndrome de Sj\u00f6gren apresentam predomin\u00e2ncia feminina not\u00e1vel. Especialistas afirmam que uma combina\u00e7\u00e3o de fatores biol\u00f3gicos, hormonais, gen\u00e9ticos e sociais explica essa diferen\u00e7a, revelando uma reatividade imune natural mais marcante nas mulheres e um modo distinto de processamento da dor pelo sistema nervoso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o sistema imunol\u00f3gico feminino se relaciona com a dor cr\u00f4nica?<\/h2>\n\n\n\n<p>A maior reatividade do sistema imunol\u00f3gico nas mulheres pode ser vantajosa, pois elas costumam responder melhor a infec\u00e7\u00f5es e vacinas. No entanto, essa mesma caracter\u00edstica aumenta a probabilidade de o organismo atacar os pr\u00f3prios tecidos, o que ajuda a explicar por que doen\u00e7as autoimunes s\u00e3o mais comuns no sexo feminino.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudiosos observam que o sistema nervoso processa os sinais de dor de forma diversa entre os sexos, e as mulheres, em geral, apresentam uma sensibiliza\u00e7\u00e3o central mais acentuada. Isso leva a um processamento intensificado dos est\u00edmulos dolorosos e pode favorecer a persist\u00eancia de quadros de dor cr\u00f4nica ao longo da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para compreender melhor <strong>se a fibromialgia \u00e9 uma doen\u00e7a autoimune<\/strong>, assista ao v\u00eddeo a seguir, no qual o(a) <strong>m\u00e9dico(a)<\/strong> explica o assunto de forma clara e did\u00e1tica no canal <strong>Sa\u00fade e Bem-Estar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1396\" height=\"785\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KrT5QThJ-ic\" title=\"FIBROMIALGIA \u00c9 AUTOIMUNE? #fibromialgia #fisiatria #dor\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os horm\u00f4nios influenciam o desenvolvimento de doen\u00e7as autoimunes<\/h2>\n\n\n\n<p>Os horm\u00f4nios t\u00eam um papel crucial na influ\u00eancia do sistema imunol\u00f3gico e do limiar de dor. O estrog\u00eanio est\u00e1 associado a uma resposta imunol\u00f3gica mais potente, que pode se tornar exagerada e abrir caminho para o desenvolvimento de doen\u00e7as autoimunes, como o l\u00fapus e a artrite reumatoide.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contrapartida, a testosterona tem sido observada como relativamente protetora em rela\u00e7\u00e3o a essas doen\u00e7as. Al\u00e9m disso, mudan\u00e7as hormonais ao longo da vida de uma mulher, como na puberdade, gravidez e menopausa, afetam sua percep\u00e7\u00e3o de dor; por exemplo, a queda de estradiol na menopausa pode aumentar a incid\u00eancia e a intensidade de dores cr\u00f4nicas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-71647\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Fibromialgia_1752869575941.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fibromialgia &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ Sasha2109<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais fatores gen\u00e9ticos e externos aumentam o risco de autoimunidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>A predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica \u00e9 significativa no contexto das doen\u00e7as autoimunes, pois algumas pessoas j\u00e1 nascem com maior vulnerabilidade. Quando essa predisposi\u00e7\u00e3o \u00e9 ativada por fatores ambientais e h\u00e1bitos de vida, podem ser desencadeados processos inflamat\u00f3rios persistentes que culminam em doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os fatores externos frequentemente associados ao disparo ou agravamento das doen\u00e7as autoimunes, destacam-se elementos que atuam sobre o sistema imunol\u00f3gico e emocional, como:<\/p>\n\n\n\n<style> .make-wrap{ max-width: 760px; margin: 26px auto; padding: 18px; border-radius: 18px; background: linear-gradient(135deg,#fff7fb 0%,#f6f2ff 100%); border: 1px solid #f7d4ea; box-shadow: 0 8px 20px rgba(236,72,153,.12); font-family: system-ui, -apple-system, Segoe UI, Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; } .make-title{ display:flex; align-items:center; gap:10px; margin:0 0 12px 4px; font-size:1.2rem; font-weight:900; color:#9d174d; } .make-table{ width:100%; border-collapse:separate; border-spacing:0; overflow:hidden; border-radius:16px; border:1px solid #f7d4ea; background:#fff; font-size:.92rem; } .make-table thead th{ background:linear-gradient(90deg,#fde7f3 0%,#f8e9ff 100%); padding:12px; color:#7a1e63; font-weight:800; text-align:left; border-bottom:1px solid #f7d4ea; } .make-table tbody td{ padding:12px; color:#374151; vertical-align:top; border-bottom:1px dashed #f7d4ea; } .make-table tbody tr:nth-child(odd){ background:#fffaff; } .price{ display:inline-flex; align-items:center; background:#fff7ed; color:#b45309; padding:6px 10px; border-radius:10px; border:1px solid #fed7aa; font-weight:700; white-space:nowrap; } .badge{ display:inline-block; background:#fde7f3; color:#c026d3; border:1px solid #fecdd3; padding:4px 10px; border-radius:999px; font-weight:700; font-size:.78rem; } @media (max-width:720px){ .make-table thead{display:none} .make-table, .make-table tbody, .make-table tr, .make-table td{ display:block; width:100%; } .make-table tr{ margin-bottom:12px; border:1px solid #f7d4ea; border-radius:14px; overflow:hidden; background:#fff; } .make-table td[data-label]:before{ content:attr(data-label); display:block; font-weight:800; color:#7a1e63; margin-bottom:4px; } .make-table tbody td:last-child{border-bottom:none} } <\/style> <div class=\"make-wrap\"> <h3 class=\"make-title\">\u26a0\ufe0f\u2728 Fatores que Podem Impactar a Sa\u00fade<\/h3> <table class=\"make-table\"> <thead> <tr> <th>Fator<\/th> <th>Impacto<\/th> <\/tr> <\/thead> <tbody> <tr> <td data-label=\"Fator\">Estresse emocional<\/td> <td data-label=\"Impacto\">Estresse cr\u00f4nico, ansiedade e traumas emocionais n\u00e3o tratados.<\/td> <\/tr> <tr> <td data-label=\"Fator\">Infec\u00e7\u00f5es e ambiente<\/td> <td data-label=\"Impacto\">Infec\u00e7\u00f5es virais ou bacterianas e exposi\u00e7\u00f5es ambientais (poluentes, tabagismo).<\/td> <\/tr> <tr> <td data-label=\"Fator\">Estilo de vida<\/td> <td data-label=\"Impacto\">Priva\u00e7\u00e3o de sono, sedentarismo e alimenta\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria.<\/td> <\/tr> <tr> <td data-label=\"Fator\">Uso de medicamentos<\/td> <td data-label=\"Impacto\">Uso de certos medicamentos em indiv\u00edduos predispostos.<\/td> <\/tr> <\/tbody> <\/table> <p style=\"margin-top:14px; color:#6b7280; font-size:.9rem;\"> \ud83d\udca1 <strong>Dica:<\/strong> Identificar e reduzir esses fatores pode contribuir para uma melhor qualidade de vida. <\/p> <\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais desafios persistem no diagn\u00f3stico de doen\u00e7as em mulheres?<\/h2>\n\n\n\n<p>Historicamente, os sintomas relatados por mulheres foram frequentemente subestimados, o que levou a diagn\u00f3sticos tardios, especialmente em condi\u00e7\u00f5es como fibromialgia, endometriose e l\u00fapus. A valoriza\u00e7\u00e3o do relato das pacientes \u00e9 crucial para um diagn\u00f3stico preciso e para evitar que queixas de dor e fadiga sejam atribu\u00eddas apenas a fatores emocionais.<\/p>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua dos profissionais de sa\u00fade \u00e9 essencial para reconhecer que diferentes doen\u00e7as podem manifestar-se distintamente entre homens e mulheres. Esse reconhecimento facilita diagn\u00f3sticos mais r\u00e1pidos e proporciona um tratamento mais eficaz, individualizado e adequado ao contexto biol\u00f3gico, social e emocional de cada paciente.<\/p>\n\n\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/dra.annaluisabf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" style=\"text-decoration: none; color: inherit;\">\n    <span style=\"display: inline-block; border: 1px solid #ccc; border-radius: 10px; padding: 15px; max-width: 550px; font-family: sans-serif; box-shadow: 0 2px 5px rgba(0,0,0,0.1); width: 100%;\">\n\n      <!-- T\u00edtulo -->\n      <span style=\"display: block; margin: 0 0 15px 0; font-weight: bold; color: #2c3e50; text-align: center;\">\n        Entre em contato:\n      <\/span>\n\n      <!-- Linha do perfil -->\n      <span style=\"display: flex; align-items: center; gap: 15px;\">\n        <img decoding=\"async\"\n          src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/dra_anna_luisa.jpeg\"\n          alt=\"Foto da Dra. Anna Lu\u00edsa\"\n          style=\"border-radius: 50%; width: 80px; height: 80px; object-fit: cover;\"\n        \/>\n        <span style=\"display: flex; flex-direction: column;\">\n          <span style=\"font-size: 18px; font-weight: 700; color: #2c3e50;\">Dra. Anna Lu\u00edsa Barbosa Fernandes<\/span>\n          <span style=\"color: #555;\">CRM-GO 33.271<\/span>\n        <\/span>\n      <\/span>\n\n      <!-- Redes -->\n      <span style=\"display: flex; align-items: center; gap: 10px; margin-top: 12px;\">\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-icons-png.flaticon.com\/24\/1384\/1384063.png\" alt=\"Instagram\" width=\"24\" height=\"24\" \/>\n        <span style=\"text-decoration: underline; color: #2c3e50;\">@dra.annaluisabf<\/span>\n      <\/span>\n\n    <\/span>\n  <\/a>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diversos estudos indicam que mulheres enfrentam com maior frequ\u00eancia dor cr\u00f4nica e doen\u00e7as autoimunes comparadas aos homens. 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