{"id":219653,"date":"2026-04-04T23:05:00","date_gmt":"2026-04-05T02:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=219653"},"modified":"2026-04-04T04:19:10","modified_gmt":"2026-04-04T07:19:10","slug":"com-o-maior-corte-de-rocha-do-brasil-e-mais-de-160-milhoes-de-anos-essa-estrada-leva-o-nome-de-uma-ave-que-nao-existe-nela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/com-o-maior-corte-de-rocha-do-brasil-e-mais-de-160-milhoes-de-anos-essa-estrada-leva-o-nome-de-uma-ave-que-nao-existe-nela\/","title":{"rendered":"Com um nome de uma ave que n\u00e3o existe na regi\u00e3o, essa estrada tem o maior corte de rocha do Brasil com mais de 160 milh\u00f5es de anos"},"content":{"rendered":"\n<p>Na divisa entre <strong>Urubici<\/strong> e <strong>Gr\u00e3o-Par\u00e1<\/strong>, no sul de <strong>Santa Catarina<\/strong>, uma garganta de 90 metros de profundidade corta ao meio um pared\u00e3o de rocha de 160 milh\u00f5es de anos. A <strong>Serra do Corvo Branco<\/strong> abriga o maior corte de rocha do <strong>Brasil<\/strong>, foi a primeira estrada a ligar o litoral \u00e0 serra catarinense, e carrega no nome uma confus\u00e3o zool\u00f3gica que dura gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O corvo branco que era um urubu-rei<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o existe corvo branco na Serra do Corvo Branco. <\/strong>O nome nasceu de um equ\u00edvoco dos moradores antigos da regi\u00e3o. Eles avistavam com frequ\u00eancia uma ave grande de plumagem predominantemente branca e detalhes coloridos, que chamaram de &#8220;corvo branco&#8221;. Na verdade, tratava-se do <strong>urubu-rei<\/strong> (<em>Sarcoramphus papa<\/em>), esp\u00e9cie imponente que habita a <strong>Serra Geral<\/strong> e costuma fazer ninhos nos pared\u00f5es rochosos do local.<\/p>\n\n\n\n<p>O apelido popular pegou, batizou a serra e virou top\u00f4nimo oficial. H\u00e1 ainda quem enxergue, \u00e0 dist\u00e2ncia, uma grande pedra no alto que lembra a silhueta de um corvo, refor\u00e7ando a associa\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 um nome que engana todo mundo, mas que ningu\u00e9m quer trocar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-1024x576.png\" alt=\"Com o maior corte de rocha do Brasil e mais de 160 milh\u00f5es de anos, essa estrada leva o nome de uma ave que n\u00e3o existe nela\" class=\"wp-image-180423\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Explore o Corvo Branco: pared\u00f5es altos, curvas sinuosas e vistas lindas pro mar. Perfeito pra fotos e trilhas leves na serra de SC! \/ Imagem Ilustrativa<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como picaretas e um trator abriram 90 metros de rocha<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A constru\u00e7\u00e3o da estrada come\u00e7ou antes dos anos 1950, com trabalho bra\u00e7al de volunt\u00e1rios armados de picaretas.<\/strong> A fenda de 90 metros na rocha bas\u00e1ltica e aren\u00edtica foi aberta com um \u00fanico trator esteira, num processo que durou d\u00e9cadas. A obra foi inaugurada em <strong>19 de fevereiro de 1980<\/strong>, criando a primeira liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria entre a Serra e o litoral catarinense.<\/p>\n\n\n\n<p>A rodovia <strong>SC-370<\/strong>, batizada de <strong>Rodovia Pedro Kuhnen<\/strong>, percorre 57 km entre Gr\u00e3o-Par\u00e1 (a 110 m de altitude) e Urubici (a 915 m). S\u00e3o 805 metros de desn\u00edvel, com 28 km de subida, curvas de 180 graus e trechos onde caminh\u00f5es precisam manobrar tr\u00eas vezes para passar. A abertura da fenda rompeu um len\u00e7ol fre\u00e1tico, o que explica a curiosidade de haver \u00e1gua escorrendo de um lado do pared\u00e3o e nenhuma do outro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Serra do Corvo Branco guarda uma das estradas mais c\u00eanicas e desafiadoras de Santa Catarina. <\/strong>O v\u00eddeo \u00e9 do canal <strong>Algum Lugar na Terra<\/strong>, que explora destinos naturais impressionantes, e detalha a travessia entre Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Urubici, passando pelo famoso corte vertical de 90 metros na rocha:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"SERRA DO CORVO BRANCO - A estrada mais surpreendente da Serra Catarinense\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uYrvX4ZDSnQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A rocha de 160 milh\u00f5es de anos e o Aqu\u00edfero Guarani<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A forma\u00e7\u00e3o rochosa da Serra do Corvo Branco \u00e9 estimada em 160 milh\u00f5es de anos. <\/strong>O corte exp\u00f4s camadas de arenito e basalto que contam a hist\u00f3ria geol\u00f3gica do sul do <strong>Brasil<\/strong>. A serra \u00e9 um dos poucos lugares do pa\u00eds onde \u00e9 poss\u00edvel ver a olho nu a aflora\u00e7\u00e3o do <strong>Aqu\u00edfero Guarani<\/strong>, uma das maiores reservas subterr\u00e2neas de \u00e1gua doce do mundo, que se estende por quatro pa\u00edses sul-americanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo relatos locais, ap\u00f3s a abertura da fenda, a temperatura m\u00e9dia de Urubici mudou cerca de 3 graus (para mais ou para menos, conforme a esta\u00e7\u00e3o), por conta da altera\u00e7\u00e3o no fluxo de ar entre o planalto e o litoral. A serra funciona como uma esp\u00e9cie de chamin\u00e9 natural entre dois climas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/uma-cidade-onde-o-mar-invade-as-ruas-de-propositalmente-para-limpar-conquista-com-seu-patrimonio-historico-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Uma cidade onde o mar invade as ruas propositalmente para limpar conquista com seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico no Brasil.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que ver e fazer na Serra do Corvo Branco?<\/h2>\n\n\n\n<p>A serra oferece paisagens que misturam adrenalina e contempla\u00e7\u00e3o. A maioria das atra\u00e7\u00f5es fica acess\u00edvel pelo lado de Urubici.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fenda da Serra<\/strong>: o ponto mais fotografado, onde dois pared\u00f5es de 90 metros se abrem sobre a estrada. Melhor hor\u00e1rio: meio-dia, quando o sol ilumina o fundo da garganta sem sombras.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque Altos do Corvo Branco<\/strong>: no plat\u00f4 acima da fenda, com seis mirantes panor\u00e2micos. Dois deles s\u00e3o plataformas de vidro suspensas sobre o desfiladeiro, inauguradas em 2022. Vista do <strong>C\u00e2nion Espraiado<\/strong>, do <strong>Campo dos Padres<\/strong>, do <strong>Vale do Rio Canoas<\/strong> e do litoral.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mirantes da estrada<\/strong>: ao longo da subida por Gr\u00e3o-Par\u00e1, v\u00e1rios pontos permitem parar e contemplar as curvas da serra recortadas na montanha.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fruta Fina Org\u00e2nicos<\/strong>: no caminho entre Urubici e a serra, planta\u00e7\u00e3o de morangos, framboesas, amoras e mirtilos org\u00e2nicos com sistema de colhe-e-pague.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-1024x576.png\" alt=\"Com o maior corte de rocha do Brasil e mais de 160 milh\u00f5es de anos, essa estrada leva o nome de uma ave que n\u00e3o existe nela\" class=\"wp-image-196850\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A Serra do Corvo Branco \u00e9 daqueles lugares que nenhuma foto consegue traduzir por inteiro. \/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando ir e como \u00e9 o clima na Serra do Corvo Branco?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O clima \u00e9 frio na maior parte do ano, com geadas frequentes no inverno e possibilidade de neve nos meses mais gelados.<\/strong> A altitude de 1.400 metros e o vento constante exigem casaco mesmo no ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  .sazonalidade-azul-container {\n    font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;\n    max-width: 900px;\n    margin: 15px auto;\n    border: 1px solid #90caf9;\n    border-radius: 12px;\n    background-color: #ffffff;\n    box-shadow: 0 4px 16px rgba(13, 71, 161, 0.06);\n    overflow: hidden;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-header {\n    background: linear-gradient(160deg, #1976d2 0%, #0d47a1 100%);\n    color: #ffffff;\n    padding: 16px 20px;\n    display: flex;\n    flex-direction: column;\n    gap: 4px;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-titulo {\n    font-size: 20px;\n    font-weight: 800;\n    line-height: 1.2;\n    letter-spacing: -0.02em;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-subtitulo {\n    font-size: 13px;\n    font-weight: 400;\n    line-height: 1.4;\n    opacity: 0.95;\n    color: #e3f2fd;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-grid {\n    display: grid;\n    grid-template-columns: 1.2fr 1fr 1.2fr 1fr 3fr;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-linha {\n    display: contents;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-th {\n    background-color: #e3f2fd;\n    color: #0d47a1;\n    font-size: 10px;\n    font-weight: 700;\n    text-transform: uppercase;\n    letter-spacing: 0.04em;\n    text-align: center;\n    padding: 12px 8px;\n    border-bottom: 2px solid #90caf9;\n    border-right: 1px solid #90caf9;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    justify-content: center;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-td {\n    font-size: 13px;\n    color: #334455;\n    padding: 12px 8px;\n    text-align: center;\n    border-bottom: 1px solid #f1f8fe;\n    border-right: 1px solid #f1f8fe;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    justify-content: center;\n    background-color: #ffffff;\n    transition: background-color 0.2s ease;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-linha:hover .sazonalidade-azul-td {\n    background-color: #f9fcff;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-td:last-child {\n    border-right: none;\n    justify-content: flex-start;\n    text-align: left;\n    line-height: 1.4;\n    font-weight: 500;\n    color: #2c3e50;\n  }\n\n  .estacao-destaque {\n    font-weight: 800;\n    color: #1565c0;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    gap: 6px;\n    font-size: 14px;\n  }\n\n  .temperatura-badge {\n    font-weight: 600;\n    color: #0d47a1;\n    background-color: #bbdefb;\n    padding: 3px 8px;\n    border-radius: 6px;\n    white-space: nowrap;\n    font-size: 12px;\n  }\n\n  .chuva-tag {\n    padding: 3px 8px;\n    border-radius: 20px;\n    font-size: 11px;\n    font-weight: 700;\n    text-transform: uppercase;\n  }\n\n  .chuva-alta { background-color: #e1f5fe; 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Ideal para visitar os mirantes logo cedo e aproveitar as cachoeiras do parque.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"sazonalidade-azul-linha\">\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td estacao-destaque\" data-label=\"Esta\u00e7\u00e3o\">\ud83c\udf42 Outono<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Meses\">Mar-Mai<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Temperatura\"><span class=\"temperatura-badge\">6-20\u00b0C<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Chuva\"><span class=\"chuva-tag chuva-media\">M\u00e9dia<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"O que fazer\">Melhor luz para fotografia. Per\u00edodo em que o sol ilumina o fundo das fendas dos c\u00e2nions, como o Itaimbezinho.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"sazonalidade-azul-linha\">\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td estacao-destaque\" data-label=\"Esta\u00e7\u00e3o\">\u2744\ufe0f Inverno<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Meses\">Jun-Ago<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Temperatura\"><span class=\"temperatura-badge\">0-15\u00b0C<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Chuva\"><span class=\"chuva-tag chuva-baixa\">Baixa<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"O que fazer\">\u00c9poca de geadas frequentes, neblina e chance real de neve. \u00d3timo para curtir a gastronomia serrana e lareiras.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"sazonalidade-azul-linha\">\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td estacao-destaque\" data-label=\"Esta\u00e7\u00e3o\">\ud83c\udf53 Primavera<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Meses\">Set-Nov<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Temperatura\"><span class=\"temperatura-badge\">7-22\u00b0C<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Chuva\"><span class=\"chuva-tag chuva-media\">M\u00e9dia<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"O que fazer\">Desfrute do turismo rural com o colhe-e-pague de frutas vermelhas (morangos e mirtilos) e a flora\u00e7\u00e3o dos campos.<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas para a regi\u00e3o de Urubici com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/4469\/urubici-sc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar conforme a altitude.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-1024x576.png\" alt=\"Com curvas de 180\u00b0 e pared\u00f5es de 90 metros, essa estrada atravessa rochas formadas h\u00e1 160 milh\u00f5es de anos\" class=\"wp-image-180424\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Maior corte em rocha do Brasil: 90m profundidade na Serra do Corvo Branco, SC-370, entre Urubici e Gr\u00e3o-Par\u00e1, 1.470m altitude.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar \u00e0 Serra do Corvo Branco<\/h2>\n\n\n\n<p>A serra fica entre <strong>Urubici<\/strong> e <strong>Gr\u00e3o-Par\u00e1<\/strong>. Partindo de Urubici, s\u00e3o 30 km pela <strong>SC-370<\/strong>, dos quais 25 km s\u00e3o asfaltados e os 5 km finais s\u00e3o de terra com buracos. As dist\u00e2ncias das principais cidades: <strong>Florian\u00f3polis<\/strong> a 196 km, <strong>Blumenau<\/strong> a 267 km, <strong>Curitiba<\/strong> a 476 km. Desde mar\u00e7o de 2025, o trecho abaixo da fenda (lado de Gr\u00e3o-Par\u00e1) est\u00e1 em obras de pavimenta\u00e7\u00e3o, com tr\u00e2nsito bloqueado. Pelo lado de Urubici, \u00e9 poss\u00edvel chegar at\u00e9 a fenda normalmente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A serra que engana pelo nome e surpreende por tudo mais<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A Serra do Corvo Branco n\u00e3o tem corvo<\/strong>, n\u00e3o tem branco e quase n\u00e3o tem asfalto. O que tem \u00e9 uma garganta de 90 metros aberta com picareta e trator, uma rocha de 160 milh\u00f5es de anos que deixa ver o Aqu\u00edfero Guarani, e uma estrada que muda o clima de uma cidade inteira ao cortar a montanha ao meio.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa parar no meio da fenda, olhar para cima e perceber que est\u00e1 dentro de uma rocha mais antiga que qualquer dinossauro que j\u00e1 pisou no planeta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na divisa entre Urubici e Gr\u00e3o-Par\u00e1, no sul de Santa Catarina, uma garganta de 90 metros de profundidade corta ao meio um pared\u00e3o de rocha de 160 milh\u00f5es de anos. 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