{"id":219704,"date":"2026-04-05T19:15:00","date_gmt":"2026-04-05T22:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=219704"},"modified":"2026-04-05T06:05:36","modified_gmt":"2026-04-05T09:05:36","slug":"unica-capital-fundada-por-franceses-no-brasil-tem-3-500-casaroes-tombados-e-o-maior-acervo-de-azulejos-da-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/unica-capital-fundada-por-franceses-no-brasil-tem-3-500-casaroes-tombados-e-o-maior-acervo-de-azulejos-da-america-latina\/","title":{"rendered":"\u00danica capital fundada por franceses no Brasil, tem 3.500 casar\u00f5es tombados e o maior acervo de azulejos da Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"\n<p>Em uma ilha entre duas ba\u00edas, a \u00fanica capital brasileira fundada por franceses guarda o maior conjunto de azulejos portugueses da <strong>Am\u00e9rica Latina<\/strong>. <strong>S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong>, a Cidade dos Azulejos, carrega dois t\u00edtulos da <strong>UNESCO<\/strong>: o Centro Hist\u00f3rico \u00e9 <strong>Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade<\/strong> desde 1997, e o <strong>Bumba Meu Boi<\/strong> do Maranh\u00e3o foi declarado Patrim\u00f4nio Imaterial em 2019. Entre casar\u00f5es coloniais e tambores de crioula, a capital do <strong>Maranh\u00e3o<\/strong> \u00e9 tamb\u00e9m a Capital Brasileira do Reggae.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Franceses, holandeses e portugueses numa mesma ilha<\/h2>\n\n\n\n<p>Em <strong>1612<\/strong>, o franc\u00eas <strong>Daniel de La Touche<\/strong> desembarcou na ilha de Upaon-A\u00e7u e ergueu o <strong>Forte S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong> em homenagem ao rei <strong>Lu\u00eds XIII<\/strong>. A presen\u00e7a francesa durou pouco. Os portugueses retomaram o territ\u00f3rio em 1615, e os holandeses ainda ocuparam a cidade entre 1641 e 1644. Essa sucess\u00e3o de colonizadores deixou marcas na arquitetura, no tra\u00e7ado urbano e no temperamento da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O curioso \u00e9 que o tra\u00e7ado das ruas do Centro Hist\u00f3rico segue um padr\u00e3o espanhol, mas foi desenhado por um engenheiro portugu\u00eas sobre a funda\u00e7\u00e3o francesa. Essa sobreposi\u00e7\u00e3o de influ\u00eancias \u00e9 justamente o que pesou na decis\u00e3o da UNESCO ao conceder o t\u00edtulo de Patrim\u00f4nio Mundial: o tra\u00e7ado original nunca foi alterado, algo raro em centros coloniais do continente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488498254.jpg\" alt=\"\u00danica capital fundada por franceses no Brasil, a &quot;Jamaica Brasileira&quot; preserva o maior acervo de azulejos da Am\u00e9rica Latina\" class=\"wp-image-208478\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488498254.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488498254-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488498254-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488498254-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488498254-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a cidade onde o azulejo portugu\u00eas divide a parede com o rosto pintado de Bob Marley. \/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ Elena Skalovskaia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Cidade dos Azulejos e seus 80 padr\u00f5es catalogados<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 chamada de Cidade dos Azulejos por um motivo pr\u00e1tico: <\/strong>o clima quente e \u00famido deteriora rapidamente as paredes de taipa. A solu\u00e7\u00e3o encontrada no per\u00edodo colonial foi revestir as fachadas com azulejos, que impermeabilizam a constru\u00e7\u00e3o e reduzem a temperatura interna. O resultado \u00e9 um cen\u00e1rio \u00fanico, com mais de 3.500 casar\u00f5es tombados exibindo pe\u00e7as de origem portuguesa, francesa e holandesa.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o mais de 80 padr\u00f5es de azulejos catalogados, espalhados pelas ruas do Centro Hist\u00f3rico. A <strong>Rua Portugal<\/strong>, a <strong>Rua da Estrela<\/strong> e a <strong>Rua do Giz<\/strong> concentram os exemplares mais preservados. As pe\u00e7as vieram principalmente de <strong>Coimbra<\/strong>, <strong>Porto<\/strong> e <strong>Lisboa<\/strong>. Para quem gosta de fotografia, cada fachada \u00e9 uma composi\u00e7\u00e3o diferente. O conjunto forma o maior acervo de azulejos coloniais da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n<p>Este v\u00eddeo do canal <strong>Mala de Aventuras<\/strong> apresenta um roteiro de dois dias por <strong>S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o<\/strong>, destacando a riqueza hist\u00f3rica, a gastronomia \u00fanica e as belezas naturais da ilha.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"S\u00c3O LU\u00cdS DO MARANH\u00c3O: o que fazer em 2 dias na capital maranhense (COM PRE\u00c7OS!)\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ze2-kk9LC04?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bumba Meu Boi: cinco sotaques e uma festa maior que o carnaval<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Bumba Meu Boi<\/strong> do Maranh\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas folclore. \u00c9 a festa mais importante do estado, maior que o carnaval. Declarado Patrim\u00f4nio Imaterial da Humanidade pela UNESCO em <strong>2019<\/strong>, o festejo envolve canto, dan\u00e7a, instrumentos musicais e vestimentas em quatro etapas: ensaios (abril e maio), batismo (23 de junho), apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e a morte do boi (entre julho e setembro).<\/p>\n\n\n\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o se divide em cinco &#8220;sotaques&#8221;, que s\u00e3o estilos distintos de apresenta\u00e7\u00e3o: <strong>matraca<\/strong>, <strong>orquestra<\/strong>, <strong>zabumba<\/strong>, <strong>baixada<\/strong> e <strong>costa de m\u00e3o<\/strong>. Cada sotaque tem ritmo, figurino e coreografia pr\u00f3prios. Ver bois de sotaques diferentes na mesma viagem \u00e9 como assistir a cinco espet\u00e1culos culturais distintos em uma \u00fanica cidade.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488703398.jpg\" alt=\"\u00danica capital fundada por franceses no Brasil, a &quot;Jamaica Brasileira&quot; preserva o maior acervo de azulejos da Am\u00e9rica Latina\" class=\"wp-image-208482\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488703398.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488703398-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488703398-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488703398-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Sao-Luis-maranhao_1773488703398-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O centro hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds guarda quatro s\u00e9culos de arquitetura intacta.  Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ Fotoember<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que visitar no Centro Hist\u00f3rico e arredores?<\/h2>\n\n\n\n<p>O Centro Hist\u00f3rico \u00e9 para ser percorrido a p\u00e9, sem pressa. Carros n\u00e3o circulam em boa parte das ruas tombadas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es<\/strong>: fortaleza erguida pelos franceses em 1612, hoje sede do governo estadual. Vista para a Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos e p\u00f4r do sol disputado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Igreja da S\u00e9<\/strong>: inaugurada em 1699, com altar-mor revestido em ouro e arquitetura neocl\u00e1ssica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Convento das Merc\u00eas<\/strong>: um dos Sete Tesouros do Patrim\u00f4nio Cultural Material de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Beco Catarina Mina<\/strong>: escadaria hist\u00f3rica que leva o nome de uma escrava alforriada que comprou a pr\u00f3pria liberdade e possu\u00eda im\u00f3vel no local. Hoje tem bares, lojas de moda afro e m\u00fasica ao vivo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Museu do Reggae<\/strong>: homenageia os clubes que popularizaram o ritmo jamaicano na cidade. Entrada gratuita.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa do Maranh\u00e3o<\/strong>: mergulho na forma\u00e7\u00e3o cultural do estado, com salas sobre gastronomia, artesanato, lendas e a influ\u00eancia francesa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a Capital Brasileira do Reggae?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A partir dos anos 1970, marinheiros e viajantes trouxeram discos de vinil jamaicanos para S\u00e3o Lu\u00eds. <\/strong>O som se espalhou pelos bairros perif\u00e9ricos e ganhou clubes dedicados ao ritmo, como o Pop Som, o Espa\u00e7o Aberto e o Toque de Amor. Esses clubes, conhecidos como &#8220;radiolas&#8221;, tocavam reggae em caixas de som gigantes e lotavam sal\u00f5es em noites inteiras de dan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a cidade fora da Jamaica que mais toca e consome reggae no mundo. O ritmo est\u00e1 nas ruas, nos bares do Centro Hist\u00f3rico, nas praias e no cotidiano. O <strong>Museu do Reggae<\/strong>, na Rua da Estrela, documenta essa hist\u00f3ria com acervo de equipamentos, vinis e depoimentos dos mestres das radiolas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/uma-cidade-onde-o-mar-invade-as-ruas-de-propositalmente-para-limpar-conquista-com-seu-patrimonio-historico-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Uma cidade onde o mar invade as ruas propositalmente para limpar conquista com seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico no Brasil.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780-1024x576.png\" alt=\"\u00danica capital francesa do Brasil, une 4 mil casar\u00f5es, reggae e o maior acervo de azulejos hist\u00f3ricos da Am\u00e9rica Latina\" class=\"wp-image-163368\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-27T035610.780.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">S\u00e3o Lu\u00eds pulsa com tambores e mar\u00e9s vivas: viva a ilha cultural maranhense que inspira reggae, bumba-meu-boi e horizontes atl\u00e2nticos cheios de alma nordestina! \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando ir a S\u00e3o Lu\u00eds e como \u00e9 o clima na ilha?<\/h2>\n\n\n\n<p>O clima \u00e9 tropical \u00famido, com duas esta\u00e7\u00f5es definidas: chuva (janeiro a junho) e seca (julho a dezembro). A melhor \u00e9poca para turismo \u00e9 entre junho e setembro, quando as chuvas diminuem e as festas juninas e do Bumba Meu Boi est\u00e3o a todo vapor.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  \/* --- CONTAINER GERAL --- *\/\n  .slz-cards-wrapper {\n    font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;\n    max-width: 900px;\n    margin: 20px auto;\n    color: #334455;\n    padding: 10px;\n  }\n\n  \/* --- GRID DE CARDS (DESKTOP - 2 COLUNAS) --- *\/\n  .slz-grid {\n    display: grid;\n    grid-template-columns: repeat(2, 1fr);\n    gap: 25px;\n  }\n\n  \/* --- ESTILO DO CARD --- *\/\n  .slz-card {\n    background-color: #ffffff;\n    border: 1px solid #e3f2fd;\n    border-radius: 20px;\n    padding: 35px 25px;\n    display: flex;\n    flex-direction: column;\n    align-items: center;\n    text-align: center;\n    box-shadow: 0 4px 12px rgba(13, 71, 161, 0.03);\n    transition: transform 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease;\n  }\n\n  @media (min-width: 769px) {\n    .slz-card:hover {\n      transform: translateY(-5px);\n      box-shadow: 0 8px 20px rgba(13, 71, 161, 0.08);\n      border-color: #bbdefb;\n    }\n  }\n\n  \/* --- ELEMENTOS INTERNOS --- *\/\n  .slz-estacao { \n    font-size: 18px; \n    font-weight: 800; \n    color: #1976d2;\n    text-transform: uppercase;\n    letter-spacing: 1.5px;\n    margin-bottom: 5px;\n  }\n\n  .slz-meses { \n    font-size: 12px; \n    text-transform: uppercase; \n    font-weight: 700; \n    color: #90caf9;\n    margin-bottom: 25px;\n  }\n\n  .slz-temp-valor { \n    font-size: 36px; \n    font-weight: 800; \n    color: #0d47a1;\n    margin-bottom: 2px;\n  }\n\n  .slz-temp-label {\n    font-size: 11px;\n    color: #90caf9;\n    text-transform: uppercase;\n    font-weight: 600;\n    margin-bottom: 25px;\n  }\n\n  .slz-desc { \n    font-size: 15px; \n    line-height: 1.6; \n    color: #455a64;\n    margin-bottom: 30px;\n    flex-grow: 1;\n  }\n\n  .slz-tag-chuva { \n    padding: 10px 22px; \n    border-radius: 25px; \n    font-size: 11px; \n    font-weight: 700; \n    text-transform: uppercase;\n    display: inline-flex;\n    align-items: center;\n    gap: 6px;\n    background-color: #f1f8fe;\n    color: #1976d2;\n    border: 1px solid #bbdefb;\n    margin-top: auto;\n  }\n\n  \/* --- MOBILE --- *\/\n  @media (max-width: 768px) {\n    .slz-grid {\n      grid-template-columns: 1fr;\n      gap: 20px;\n    }\n    .slz-card {\n      padding: 40px 30px;\n    }\n    .slz-temp-valor { font-size: 32px; }\n  }\n<\/style>\n\n<div class=\"slz-cards-wrapper\">\n  <div class=\"slz-grid\">\n    \n    <div class=\"slz-card\">\n      <div class=\"slz-estacao\">\ud83c\udf27\ufe0f Chuvosa<\/div>\n      <div class=\"slz-meses\">Janeiro a Junho<\/div>\n      <div class=\"slz-temp-valor\">25\u00b0C a 32\u00b0C<\/div>\n      <div class=\"slz-temp-label\">Temperatura<\/div>\n      <div class=\"slz-desc\">\u00c9poca de chuvas intensas na capital. O destaque fica para os tradicionais <b>ensaios do Bumba Meu Boi<\/b> (abril a maio), que preparam a cidade para o S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/div>\n      <div class=\"slz-tag-chuva\">\u26c8\ufe0f Chuva Alta<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"slz-card\">\n      <div class=\"slz-estacao\">\u2600\ufe0f Seca<\/div>\n      <div class=\"slz-meses\">Julho a Dezembro<\/div>\n      <div class=\"slz-temp-valor\">26\u00b0C a 34\u00b0C<\/div>\n      <div class=\"slz-temp-label\">Temperatura<\/div>\n      <div class=\"slz-desc\">O sol brilha forte. Perfeito para curtir as <b>festas juninas<\/b> (em julho ainda h\u00e1 frentes), as <b>praias urbanas<\/b> e caminhar pelos casar\u00f5es do <b>Centro Hist\u00f3rico<\/b>.<\/div>\n      <div class=\"slz-tag-chuva\">\ud83d\udca7 Chuva Baixa<\/div>\n    <\/div>\n\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/222\/saoluis-ma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar \u00e0 Ilha do Amor<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado<\/strong> recebe voos diretos de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>, <strong>Bras\u00edlia<\/strong>, <strong>Fortaleza<\/strong> e outras capitais. S\u00e3o Lu\u00eds fica a 260 km de <strong>Barreirinhas<\/strong> (porta de entrada dos <strong>Len\u00e7\u00f3is Maranhenses<\/strong>), o que permite combinar os dois destinos em um mesmo roteiro. Para <strong>Alc\u00e2ntara<\/strong>, cidade colonial vizinha, o acesso \u00e9 de barco pela Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, com travessia que depende da t\u00e1bua de mar\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Caminhe pelos azulejos e ou\u00e7a o tambor que n\u00e3o para<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 a capital brasileira onde a hist\u00f3ria colonial portuguesa se mistura com funda\u00e7\u00e3o francesa<\/strong>, reggae jamaicano e tambor de crioula africano, tudo na mesma ilha. O Centro Hist\u00f3rico \u00e9 um dos maiores acervos arquitet\u00f4nicos do continente, e o Bumba Meu Boi prova que cultura popular e patrim\u00f4nio mundial podem ocupar a mesma rua.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa andar pela Rua Portugal ao entardecer, quando os azulejos ganham cor dourada, e seguir o som do tambor at\u00e9 o Beco Catarina Mina para entender por que chamam S\u00e3o Lu\u00eds de Ilha do Amor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma ilha entre duas ba\u00edas, a \u00fanica capital brasileira fundada por franceses guarda o maior conjunto de azulejos portugueses da Am\u00e9rica Latina. 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