{"id":224885,"date":"2026-04-14T23:05:00","date_gmt":"2026-04-15T02:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=224885"},"modified":"2026-04-14T19:14:33","modified_gmt":"2026-04-14T22:14:33","slug":"a-cidade-historica-esquecida-que-parou-em-1850-onde-foguetes-decolam-ao-lado-de-ruinas-esquecidas-do-seculo-xvii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-cidade-historica-esquecida-que-parou-em-1850-onde-foguetes-decolam-ao-lado-de-ruinas-esquecidas-do-seculo-xvii\/","title":{"rendered":"A cidade hist\u00f3rica esquecida que parou em 1850 onde foguetes decolam ao lado de ru\u00ednas esquecidas do s\u00e9culo XVII"},"content":{"rendered":"\n<p>A 32 km de <strong>S\u00e3o Lu\u00eds<\/strong>, do outro lado da Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, <strong>Alc\u00e2ntara<\/strong> re\u00fane ru\u00ednas coloniais do s\u00e9culo 17, mais de 150 comunidades quilombolas e a base de lan\u00e7amento de foguetes mais bem posicionada das Am\u00e9ricas. Tudo no mesmo munic\u00edpio de pouco mais de 18 mil habitantes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma cidade fundada antes da capital do estado<\/h2>\n\n\n\n<p>Alc\u00e2ntara nasceu em 1648, quando portugueses ocuparam a antiga aldeia tupinamb\u00e1 de Tapuitapera. A vila foi erguida d\u00e9cadas antes do auge de S\u00e3o Lu\u00eds e virou, ainda no s\u00e9culo 18, um dos centros mais ricos do <strong>Maranh\u00e3o<\/strong>, sustentado pelo a\u00e7\u00facar, pelo sal e principalmente pelo algod\u00e3o exportado para a Europa.<\/p>\n\n\n\n<p>Os filhos das fam\u00edlias mais ricas eram enviados para estudar em <strong>Coimbra<\/strong>, em <strong>Portugal<\/strong>, e voltavam com refer\u00eancias de arquitetura europeia que moldaram igrejas, fontes e palacetes. No in\u00edcio do s\u00e9culo 19, Alc\u00e2ntara concentrava bar\u00f5es, comendadores e o pelourinho mais imponente da regi\u00e3o, talhado em pedra de lioz vinda de Portugal.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592-1024x576.png\" alt=\"A vila hist\u00f3rica no Brasil onde foguetes decolam ao lado de ru\u00ednas esquecidas do s\u00e9culo XVII\" class=\"wp-image-164000\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040346.592.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Alc\u00e2ntara-MA abriga centro hist\u00f3rico tombado IPHAN desde 1948, com ru\u00ednas de igrejas, palacetes e Forte de Santa Maria \u00e0s margens da ba\u00eda. \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A aposta dos dois bar\u00f5es para hospedar Dom Pedro II<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O epis\u00f3dio mais saboroso da hist\u00f3ria alcantarense envolve uma disputa de vaidades. <\/strong>No s\u00e9culo 19, correu o boato de que <strong>Dom Pedro II<\/strong> visitaria a cidade em uma viagem oficial. Dois homens ricos decidiram cada um construir um pal\u00e1cio para hospedar o imperador, na esperan\u00e7a de ganhar t\u00edtulo de nobreza ainda mais elevado.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Bar\u00e3o de Mearim<\/strong>: do partido conservador, ergueu o que ficou conhecido como Pal\u00e1cio Negro, em frente ao largo da Igreja do Carmo. As ru\u00ednas ainda guardam sacadas de pedra lioz tombadas no ch\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Bar\u00e3o de Pindar\u00e9-Mirim<\/strong>: do partido liberal, iniciou em paralelo um segundo pal\u00e1cio, com importa\u00e7\u00e3o de materiais e ostenta\u00e7\u00e3o calculada para impressionar a corte imperial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dom Pedro II<\/strong>: cancelou a viagem segundo a tradi\u00e7\u00e3o local, justamente para n\u00e3o tomar partido entre liberais e conservadores. Nenhum dos dois pal\u00e1cios foi conclu\u00eddo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O v\u00eddeo do canal <strong>DEVA NO AR<\/strong> apresenta uma jornada detalhada por <strong>Alc\u00e2ntara<\/strong>, no Maranh\u00e3o, uma cidade hist\u00f3rica fundada em 1648 que parece ter &#8220;parado no tempo&#8221;. Conhecida como a cidade das ru\u00ednas, Alc\u00e2ntara \u00e9 um Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico Nacional que guarda as marcas da era colonial brasileira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"ALC\u00c2NTARA MARANH\u00c3O - A INCR\u00cdVEL CIDADE DAS RU\u00cdNAS\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BGRrrYjByTc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Igreja Matriz que ficou sem telhado para sempre<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao lado das ru\u00ednas dos pal\u00e1cios, na Pra\u00e7a da Matriz, est\u00e1 o cart\u00e3o-postal mais fotografado da cidade. As <strong>Ru\u00ednas da Igreja Matriz de S\u00e3o Matias<\/strong> s\u00e3o o que sobrou de uma constru\u00e7\u00e3o iniciada no s\u00e9culo 17 e nunca terminada. As paredes laterais em pedra e cal seguem de p\u00e9, mas o teto nunca foi colocado. Hoje, o c\u00e9u maranhense entra pelo v\u00e3o aberto e funciona como cobertura natural.<\/p>\n\n\n\n<p>O pelourinho original, considerado um dos mais bem conservados do <strong>Brasil<\/strong>, ainda traz no topo as armas da coroa portuguesa em relevo. A <strong>Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo<\/strong>, fundada em 1665 pelos Carmelitas Cal\u00e7ados, est\u00e1 logo em frente. Esta sim foi conclu\u00edda e abriga ret\u00e1bulo com talha dourada em estilo rococ\u00f3, pain\u00e9is de azulejos portugueses e fachada em cantaria de lioz.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-164005\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040623.706.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em Alc\u00e2ntara-MA, explore praias calmas, trilhas ecol\u00f3gicas e museus gratuitos no casario colorido e acolhedor da ba\u00eda de S\u00e3o Marcos. \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A cidade inteira virou monumento nacional em 1948<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Quando o ciclo do algod\u00e3o acabou e a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura desestruturou a economia local, os ricos partiram.<\/strong> Os casar\u00f5es ficaram. O isolamento geogr\u00e1fico, longe das rotas modernas de transporte, fez com que a cidade simplesmente parasse no tempo. O abandono virou m\u00e9todo de preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 22 de dezembro de 1948, o <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/pagina\/detalhes\/345\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN)<\/strong><\/a> tombou o conjunto arquitet\u00f4nico inteiro pelo Decreto n\u00ba 26.077, transformando Alc\u00e2ntara em Cidade Monumento Nacional. A \u00e1rea protegida abrange aproximadamente 400 im\u00f3veis, segundo o IPHAN. O per\u00edmetro foi delimitado oficialmente em 1997, pela Lei n\u00ba 244, que regulamenta ocupa\u00e7\u00e3o e uso do solo dentro do s\u00edtio hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395-1024x576.png\" alt=\"No Nordeste brasileiro, foguetes s\u00e3o testados em uma cidade fantasma que hoje vive entre ru\u00ednas e a alta tecnologia\" class=\"wp-image-164004\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040607.395.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Alc\u00e2ntara-MA revive gl\u00f3rias coloniais em ruas de pedra e arquitetura barroca, inspirando viagens no tempo no cora\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o. \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A latitude que economiza 30% de combust\u00edvel por foguete<\/h2>\n\n\n\n<p>Enquanto o centro hist\u00f3rico petrificou, outra parte do munic\u00edpio entrou na era espacial. O <strong>Centro de Lan\u00e7amento de Alc\u00e2ntara (CLA)<\/strong> foi inaugurado em 1983 e come\u00e7ou a operar em 1989, administrado pela <strong>For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira (FAB)<\/strong> e integrado \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Espacial Brasileira (AEB)<\/strong>. Sua localiza\u00e7\u00e3o tem um dado t\u00e9cnico que explica todo o resto: a base opera a 2\u00b018&#8242; de latitude sul, posi\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima da linha do Equador entre todas as bases das Am\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<p>A proximidade do Equador aproveita a velocidade de rota\u00e7\u00e3o da Terra para impulsionar foguetes com menos combust\u00edvel. A tabela abaixo compara o CLA com outras bases de lan\u00e7amento ao redor do mundo:<\/p>\n\n\n\n<style>\n  \/* --- CONTAINER ESPACIAL --- *\/\n  .space-system-grid {\n    font-family: 'Segoe UI', Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;\n    display: grid;\n    grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(240px, 1fr));\n    gap: 20px;\n    padding: 20px;\n    background: #f0f4f8;\n    border-radius: 24px;\n    max-width: 1100px;\n    margin: 30px auto;\n  }\n\n  \/* --- CARD DE LAN\u00c7AMENTO --- *\/\n  .base-card {\n    background: #ffffff;\n    border: 1px solid #d1d9e6;\n    border-radius: 16px;\n    padding: 20px;\n    position: relative;\n    transition: all 0.3s cubic-bezier(0.4, 0, 0.2, 1);\n    display: flex;\n    flex-direction: column;\n    box-shadow: 8px 8px 16px #d1d9e6, -8px -8px 16px #ffffff;\n  }\n\n  .base-card:hover {\n    transform: translateY(-8px);\n    border-color: #2563eb;\n    box-shadow: 0 20px 25px -5px rgba(37, 99, 235, 0.1);\n  }\n\n  \/* --- LINHA DE STATUS (TOP) --- *\/\n  .base-header {\n    display: flex;\n    justify-content: space-between;\n    align-items: center;\n    margin-bottom: 15px;\n  }\n\n  .base-lat {\n    font-size: 10px;\n    font-weight: 800;\n    color: #2563eb;\n    background: #eff6ff;\n    padding: 4px 10px;\n    border-radius: 6px;\n    border: 1px solid #dbeafe;\n    letter-spacing: 0.5px;\n  }\n\n  \/* --- CONTE\u00daDO --- *\/\n  .base-nome {\n    font-size: 16px;\n    font-weight: 700;\n    color: #1e293b;\n    margin-bottom: 4px;\n    line-height: 1.3;\n  }\n\n  .base-pais {\n    font-size: 12px;\n    color: #64748b;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    gap: 5px;\n    margin-bottom: 18px;\n  }\n\n  \/* --- OPERA\u00c7\u00c3O (FOOTER DO CARD) --- *\/\n  .base-footer {\n    margin-top: auto;\n    padding-top: 15px;\n    border-top: 1px solid #f1f5f9;\n  }\n\n  .base-op-label {\n    font-size: 9px;\n    font-weight: 600;\n    color: #94a3b8;\n    text-transform: uppercase;\n    display: block;\n    margin-bottom: 4px;\n  }\n\n  .base-operacao {\n    font-size: 13px;\n    font-weight: 600;\n    color: #334155;\n  }\n\n  \/* Efeito de radar decorativo *\/\n  .base-card::before {\n    content: '';\n    position: absolute;\n    top: 15px;\n    right: 15px;\n    width: 8px;\n    height: 8px;\n    background: #2563eb;\n    border-radius: 50%;\n    box-shadow: 0 0 0 rgba(37, 99, 235, 0.4);\n    animation: pulse-radar 2s infinite;\n  }\n\n  @keyframes pulse-radar {\n    0% { box-shadow: 0 0 0 0px rgba(37, 99, 235, 0.7); }\n    100% { box-shadow: 0 0 0 10px rgba(37, 99, 235, 0); }\n  }\n\n  \/* Mobile *\/\n  @media (max-width: 600px) {\n    .space-system-grid {\n      grid-template-columns: 1fr;\n      padding: 10px;\n    }\n  }\n<\/style>\n\n<div class=\"space-system-grid\">\n\n  <div class=\"base-card\">\n    <div class=\"base-header\">\n      <span class=\"base-lat\">LOC: 5\u00b0N<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"base-nome\">Centro Espacial de Kourou<\/div>\n    <div class=\"base-pais\">\ud83d\udccd Guiana Francesa<\/div>\n    <div class=\"base-footer\">\n      <span class=\"base-op-label\">Opera\u00e7\u00e3o<\/span>\n      <div class=\"base-operacao\">Ag\u00eancia Espacial Europeia<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n  <div class=\"base-card\">\n    <div class=\"base-header\">\n      <span class=\"base-lat\">LOC: 2\u00b0S<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"base-nome\">Centro de Lan\u00e7amento de Alc\u00e2ntara<\/div>\n    <div class=\"base-pais\">\ud83d\udccd Brasil<\/div>\n    <div class=\"base-footer\">\n      <span class=\"base-op-label\">Opera\u00e7\u00e3o<\/span>\n      <div class=\"base-operacao\">FAB e AEB<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n  <div class=\"base-card\">\n    <div class=\"base-header\">\n      <span class=\"base-lat\">LOC: 28\u00b0N<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"base-nome\">Cabo Canaveral<\/div>\n    <div class=\"base-pais\">\ud83d\udccd Estados Unidos<\/div>\n    <div class=\"base-footer\">\n      <span class=\"base-op-label\">Opera\u00e7\u00e3o<\/span>\n      <div class=\"base-operacao\">NASA e SpaceX<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n  <div class=\"base-card\">\n    <div class=\"base-header\">\n      <span class=\"base-lat\">LOC: 46\u00b0N<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"base-nome\">Cosm\u00f3dromo de Baikonur<\/div>\n    <div class=\"base-pais\">\ud83d\udccd Cazaquist\u00e3o<\/div>\n    <div class=\"base-footer\">\n      <span class=\"base-op-label\">Opera\u00e7\u00e3o<\/span>\n      <div class=\"base-operacao\">Roscosmos<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<p>Em mar\u00e7o de 2023, o CLA registrou seu 500\u00ba lan\u00e7amento com a Opera\u00e7\u00e3o Astrol\u00e1bio, parceria com a sul-coreana Innospace que marcou o primeiro voo de ve\u00edculo comercial estrangeiro em solo brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O acidente que paralisou o programa espacial brasileiro<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 22 de agosto de 2003, tr\u00eas dias antes do lan\u00e7amento previsto, o <strong>Ve\u00edculo Lan\u00e7ador de Sat\u00e9lites VLS-1 V03<\/strong> sofreu uma igni\u00e7\u00e3o prematura no primeiro est\u00e1gio enquanto ainda estava na plataforma. O inc\u00eandio gerou uma sequ\u00eancia de explos\u00f5es que destruiu o foguete e a torre de lan\u00e7amento. Vinte e uma pessoas morreram, a maioria engenheiros e t\u00e9cnicos brasileiros que detinham o conhecimento central do programa.<\/p>\n\n\n\n<p>O acidente \u00e9 considerado a maior trag\u00e9dia da hist\u00f3ria aeroespacial do <strong>Brasil<\/strong>. A perda de boa parte do corpo t\u00e9cnico atrasou o desenvolvimento do VLS por mais de uma d\u00e9cada, at\u00e9 o programa ser oficialmente extinto em 2016. A reconstru\u00e7\u00e3o da plataforma demorou anos e o Centro s\u00f3 voltou a operar com regularidade na d\u00e9cada de 2020, agora com foco em parcerias comerciais internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/com-ruas-de-pedra-e-igrejas-detalhadas-em-ouro-essa-cidade-de-minas-gerais-parece-ter-parado-no-tempo-em-que-nasceu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Com ruas de pedra e igrejas detalhadas em ouro, essa cidade de Minas Gerais parece ter parado no tempo em que nasceu.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716-1024x576.png\" alt=\"A vila hist\u00f3rica paradoxa onde o passado em ru\u00ednas encontra uma base espacial ativa com foguetes no Brasil\" class=\"wp-image-164001\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/canva-2025-12-28T040410.716.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Alc\u00e2ntara-MA revive gl\u00f3rias coloniais em ruas de pedra e arquitetura barroca, inspirando viagens no tempo no cora\u00e7\u00e3o do Maranh\u00e3o \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quatro s\u00e9culos diferentes no mesmo munic\u00edpio<\/h2>\n\n\n\n<p>O territ\u00f3rio de Alc\u00e2ntara concentra camadas hist\u00f3ricas que normalmente n\u00e3o dividem o mesmo CEP. Do tupinamb\u00e1 ao foguete sul-coreano, o munic\u00edpio empilha quatro s\u00e9culos em um peda\u00e7o de pen\u00ednsula maranhense. Os principais marcos contam essa conviv\u00eancia:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Aldeia de Tapuitapera<\/strong>: ocupa\u00e7\u00e3o tupinamb\u00e1 anterior \u00e0 chegada portuguesa, base do que viria a ser a vila colonial em 1648.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casar\u00f5es e igrejas barrocas<\/strong>: erguidos entre os s\u00e9culos 17 e 19 com lucros do a\u00e7\u00facar, do sal e do algod\u00e3o exportado para a Europa.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mais de 150 comunidades quilombolas<\/strong>: certificadas pela <strong>Funda\u00e7\u00e3o Cultural Palmares<\/strong>, formam a maior concentra\u00e7\u00e3o quilombola do Brasil.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acordo hist\u00f3rico de 2024<\/strong>: a <strong>Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU)<\/strong> mediou a titula\u00e7\u00e3o de cerca de 78 mil hectares como territ\u00f3rio quilombola ap\u00f3s 40 anos de impasse.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Centro de Lan\u00e7amento de Alc\u00e2ntara<\/strong>: base ativa que lan\u00e7a foguetes para empresas estrangeiras a poucos km dos casar\u00f5es em ru\u00ednas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vale conhecer a cidade brasileira mais paradoxal que existe<\/h2>\n\n\n\n<p>Poucos lugares no mundo conseguem reunir, no mesmo CEP, ru\u00ednas coloniais sem teto, pelourinho do s\u00e9culo 17, comunidades quilombolas centen\u00e1rias e uma base de lan\u00e7amento de foguetes em opera\u00e7\u00e3o. Alc\u00e2ntara \u00e9 o tipo de destino que entrega quatro s\u00e9culos diferentes de hist\u00f3ria em uma travessia de catamar\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa atravessar a Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos e conhecer Alc\u00e2ntara com tempo para entender por que essa pen\u00ednsula do Maranh\u00e3o \u00e9 o lugar mais fora da curva que o Brasil tem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 32 km de S\u00e3o Lu\u00eds, do outro lado da Ba\u00eda de S\u00e3o Marcos, Alc\u00e2ntara re\u00fane ru\u00ednas coloniais do s\u00e9culo 17, mais de 150 comunidades quilombolas e a base de lan\u00e7amento de foguetes mais bem posicionada das Am\u00e9ricas. Tudo no mesmo munic\u00edpio de pouco mais de 18 mil habitantes. 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