{"id":226394,"date":"2026-04-17T16:35:00","date_gmt":"2026-04-17T19:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=226394"},"modified":"2026-04-16T14:53:32","modified_gmt":"2026-04-16T17:53:32","slug":"parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/","title":{"rendered":"Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu"},"content":{"rendered":"\n<p>Imagine caminhar por um deserto do Novo M\u00e9xico e descobrir que, milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, aquele lugar foi o palco de uma verdadeira <strong>selva<\/strong> cheia de <strong>predadores<\/strong> em terra firme. Foi exatamente ali, em Ghost Ranch, que viveu o <strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa, um parente distante dos crocodilos modernos que s\u00f3 recentemente foi reconhecido como esp\u00e9cie distinta. Diferente dos jacar\u00e9s que conhecemos hoje, esse animal n\u00e3o vivia em rios ou lagos: era um ca\u00e7ador terrestre \u00e1gil e adaptado \u00e0 corrida.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 Eosphorosuchus lacrimosa e por que essa esp\u00e9cie chama tanta aten\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa \u00e9 o nome cient\u00edfico de um novo g\u00eanero e esp\u00e9cie de <strong>crocodilomorfo<\/strong> descrito em 2026 por uma equipe de paleont\u00f3logos. Estima-se que tivesse o porte de um c\u00e3o de grande porte, com corpo esguio e pernas longas, lembrando mais um mam\u00edfero corredor do que o t\u00edpico <strong>crocodilo<\/strong> pesado que vemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>O f\u00f3ssil foi encontrado em 1948, em um famoso s\u00edtio com dinossauros e outros vertebrados, mas ficou d\u00e9cadas guardado em um por\u00e3o de museu, rotulado como <em>Hesperosuchus agilis<\/em>. Somente uma an\u00e1lise mais cuidadosa revelou seu focinho curto e o <strong>cr\u00e2nio<\/strong> robusto, caracter\u00edsticas \u00fanicas que justificaram a cria\u00e7\u00e3o do novo g\u00eanero <strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa, refor\u00e7ando como a <strong>revis\u00e3o<\/strong> de acervos antigos ainda pode render grandes descobertas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-226395\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O f\u00f3ssil foi encontrado em 1948, em um famoso s\u00edtio com dinossauros e outros vertebrados &#8211; Cr\u00e9ditos: Miranda Margulis-Ohnuma<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-batalha-que-mudou-o-rumo-do-mundo-o-confronto-que-definiu-o-destino-de-imperios\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A batalha que mudou o rumo do mundo, o confronto que definiu o destino de imp\u00e9rios<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como era a vida e a forma de ca\u00e7a de Eosphorosuchus lacrimosa em terra firme<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma das marcas registradas do <strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa \u00e9 o focinho curto combinado a um cr\u00e2nio espesso, algo que, em crocodilos e parentes, costuma indicar uma mordida muito forte. Ossos da <strong>mand\u00edbula<\/strong> mostram grandes \u00e1reas de inser\u00e7\u00e3o de m\u00fasculos, sugerindo que ele confiava bastante na for\u00e7a da boca para <strong>dominar<\/strong> suas presas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao inv\u00e9s de ficar \u00e0 espreita dentro d\u2019\u00e1gua, esse animal provavelmente corria pelo solo, talvez lembrando o comportamento de raposas ou chacais atuais. Assim, ele ocupava um papel diferente no ambiente em rela\u00e7\u00e3o a pequenos dinossauros <strong>carn\u00edvoros<\/strong> que viviam por ali, o que ajudava a reduzir a disputa direta por comida e a ampliar a <strong>diversidade<\/strong> de estrat\u00e9gias de ca\u00e7a nesse ecossistema <strong>tri\u00e1ssico<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais pistas o esqueleto de Eosphorosuchus lacrimosa nos d\u00e1 sobre seu estilo de vida<\/h2>\n\n\n\n<p>O esqueleto preservado n\u00e3o \u00e9 completo, mas traz detalhes importantes do cr\u00e2nio, de uma perna traseira, de uma v\u00e9rtebra e de algumas escamas. Esses elementos permitem imaginar com certa precis\u00e3o como o <strong>animal<\/strong> vivia, se movia e se alimentava no antigo ecossistema de Ghost Ranch, revelando tamb\u00e9m como diferentes <strong>linhagens<\/strong> de crocodilomorfos ocupavam nichos mais <strong>terrestres<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-226396\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-1-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"> Esses elementos permitem imaginar com certa precis\u00e3o como o animal vivia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>A partir desse material, os cientistas conseguiram reconhecer tra\u00e7os que apontam para for\u00e7a, agilidade e um corpo adaptado \u00e0 vida em terra seca, e n\u00e3o \u00e0 \u00e1gua, como ocorre nos crocodilos modernos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Focinho<\/strong> curto: favorece uma mordida mais forte em vez de um grande alcance.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cr\u00e2nio<\/strong> refor\u00e7ado: indica que suportava impactos e press\u00e3o ao morder presas mais <strong>resistentes<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Membros posteriores <strong>alongados<\/strong>: sugerem boa capacidade de corrida e persegui\u00e7\u00e3o em solo <strong>firme<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Escamas <strong>f\u00f3sseis<\/strong>: apontam para uma cobertura corporal semelhante \u00e0 de outros crocodilomorfos <strong>primitivos<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como Eosphorosuchus lacrimosa conviveu com Hesperosuchus agilis no mesmo ambiente<\/h2>\n\n\n\n<p>Um detalhe fascinante \u00e9 que <strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa e <em>Hesperosuchus agilis<\/em> viveram lado a lado no mesmo local e foram soterrados provavelmente pelo mesmo evento, talvez uma enchente s\u00fabita. Os f\u00f3sseis dos dois foram encontrados a poucos metros de dist\u00e2ncia e t\u00eam a mesma idade <strong>geol\u00f3gica<\/strong>, do fim do Tri\u00e1ssico, mostrando como v\u00e1rios <strong>carn\u00edvoros<\/strong> de porte semelhante podiam compartilhar o mesmo habitat.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-226397\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-2.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Eosphorosuchus-lacrimosa-2-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O registro f\u00f3ssil de crocodylomorfos do Tri\u00e1ssico ainda \u00e9 escasso, e muitas esp\u00e9cies s\u00e3o conhecidas por um \u00fanico exemplar<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Apesar de parentes pr\u00f3ximos, eles n\u00e3o eram \u201cclone\u201d um do outro. Enquanto <em>Hesperosuchus<\/em> tinha o focinho mais alongado, associado \u00e0 captura de presas menores e r\u00e1pidas, o <strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa exibia um focinho curto e robusto, ideal para lidar com animais maiores ou mais compactos. Isso indica que dividiam o ambiente, mas exploravam <strong>recursos<\/strong> alimentares diferentes, um exemplo cl\u00e1ssico de <strong>partilha<\/strong> de nicho que ajuda a explicar a alta <strong>diversidade<\/strong> de predadores na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a descoberta de Eosphorosuchus lacrimosa revela sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos<\/h2>\n\n\n\n<p>O registro f\u00f3ssil de <em>crocodylomorfos<\/em> do Tri\u00e1ssico ainda \u00e9 escasso, e muitas esp\u00e9cies s\u00e3o conhecidas por um \u00fanico exemplar. Por isso, cada novo achado, como o <strong>Eosphorosuchus<\/strong> lacrimosa, \u00e9 valioso para montar o \u201cquebra-cabe\u00e7a\u201d da origem dos crocodilos e mostrar que a <strong>diversidade<\/strong> desse grupo come\u00e7ou cedo, com formas terrestres, \u00e1geis e muito diferentes dos <strong>crocodilos<\/strong> atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em vez de seguir uma \u00fanica rota at\u00e9 o t\u00edpico crocodilo semiaqu\u00e1tico atual, os primeiros parentes do grupo experimentaram v\u00e1rios estilos de vida, incluindo predadores terrestres ativos. A rean\u00e1lise de f\u00f3sseis antigos guardados em cole\u00e7\u00f5es, como esse de Ghost Ranch, vem revelando pouco a pouco como esses animais atravessaram grandes <strong>extin\u00e7\u00f5es<\/strong> e conseguiram permanecer na Terra at\u00e9 hoje, ajudando paleont\u00f3logos a entender melhor os padr\u00f5es de <strong>sobreviv\u00eancia<\/strong> e radia\u00e7\u00e3o evolutiva ao longo de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine caminhar por um deserto do Novo M\u00e9xico e descobrir que, milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, aquele lugar foi o palco de uma verdadeira selva cheia de predadores em terra firme. Foi exatamente ali, em Ghost Ranch, que viveu o Eosphorosuchus lacrimosa, um parente distante dos crocodilos modernos que s\u00f3 recentemente foi reconhecido como esp\u00e9cie distinta. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":226651,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"crocodilo","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"F\u00f3ssil reanalisado revela um predador terrestre surpreendente e muda o que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[112],"tags":[17632,17633,17635],"class_list":["post-226394","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-crocodilo","tag-eosphorosuchus-lacrimosa","tag-predadores"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu - Correio Braziliense - Radar<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"F\u00f3ssil reanalisado revela um predador terrestre surpreendente e muda o que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu - Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"F\u00f3ssil reanalisado revela um predador terrestre surpreendente e muda o que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-04-17T19:35:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem_realista_de_202604161427.jpeg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Daniely Cardoso\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Daniely Cardoso\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu - Correio Braziliense - Radar","description":"F\u00f3ssil reanalisado revela um predador terrestre surpreendente e muda o que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu - Correio Braziliense - Radar","og_description":"F\u00f3ssil reanalisado revela um predador terrestre surpreendente e muda o que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos.","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Radar","article_published_time":"2026-04-17T19:35:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem_realista_de_202604161427.jpeg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Daniely Cardoso","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Daniely Cardoso","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/","name":"Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu - Correio Braziliense - Radar","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem_realista_de_202604161427.jpeg","datePublished":"2026-04-17T19:35:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/7356666e12ec0ee53f348ee5db227032"},"description":"F\u00f3ssil reanalisado revela um predador terrestre surpreendente e muda o que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos crocodilos.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem_realista_de_202604161427.jpeg","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Imagem_realista_de_202604161427.jpeg","width":1280,"height":720,"caption":"Ao contr\u00e1rio dos crocodilos atuais, o Eosphorosuchus vivia em terra firme, adaptado \u00e0 corrida"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/parente-de-um-crocodilo-de-205-milhoes-de-anos-atras-e-finalmente-identificado-apos-quase-80-anos-no-porao-de-um-museu\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Parente de um crocodilo de 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s \u00e9 finalmente identificado ap\u00f3s quase 80 anos no por\u00e3o de um museu"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/","name":"Correio Braziliense - Radar","description":"Acompanhe as \u00faltimas not\u00edcias e fique bem informado sobre tudo o que acontece no Brasil e no mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/7356666e12ec0ee53f348ee5db227032","name":"Daniely Cardoso","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b80ddbd124d1f071b626d52d62e5dff?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b80ddbd124d1f071b626d52d62e5dff?s=96&d=mm&r=g","caption":"Daniely Cardoso"},"description":"Redatora nos portais CB Radar e EM Foco, formada pela Universidade Federal de Goi\u00e1s, em Goi\u00e2nia. Apaixonada por comunica\u00e7\u00e3o, arte, decora\u00e7\u00e3o e tend\u00eancias, atuo na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados envolventes sobre curiosidades, moda, beleza e paisagismo, sempre com um olhar atento \u00e0s novidades do momento.","sameAs":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar"],"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/author\/danielymyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226394","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=226394"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226394\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":226398,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/226394\/revisions\/226398"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media\/226651"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=226394"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=226394"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=226394"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}