{"id":228186,"date":"2026-04-19T10:08:00","date_gmt":"2026-04-19T13:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=228186"},"modified":"2026-04-19T08:12:35","modified_gmt":"2026-04-19T11:12:35","slug":"a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-crescimento-dos-filhos-nao-e-a-saudade-da-infancia-mas-renegociar-a-propria-identidade-apos-anos-de-dedicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-crescimento-dos-filhos-nao-e-a-saudade-da-infancia-mas-renegociar-a-propria-identidade-apos-anos-de-dedicacao\/","title":{"rendered":"A psicologia diz que a parte mais dif\u00edcil do crescimento dos filhos n\u00e3o \u00e9 a saudade da inf\u00e2ncia, mas renegociar a pr\u00f3pria identidade ap\u00f3s anos de dedica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Maternidade<\/strong> costuma ser tratada como uma experi\u00eancia centrada no cuidado com os filhos, na rotina da casa e nas demandas emocionais da fam\u00edlia. S\u00f3 que a sa\u00fade mental de muitas mulheres passa por outro ponto sens\u00edvel, a reconstru\u00e7\u00e3o da <strong>identidade pessoal<\/strong> quando o papel de m\u00e3e deixa de ocupar quase todo o espa\u00e7o ps\u00edquico e pr\u00e1tico do dia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o crescimento dos filhos mexe tanto com a identidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>A psicologia familiar observa que a presen\u00e7a dos filhos organiza agenda, prioridades, v\u00ednculos e at\u00e9 a forma como a m\u00e3e se apresenta ao mundo. Quando essa din\u00e2mica muda, n\u00e3o aparece apenas a saudade da inf\u00e2ncia deles. Surge uma transi\u00e7\u00e3o de vida marcada por perguntas concretas: quem sou eu sem a rotina escolar, sem a media\u00e7\u00e3o constante de conflitos, sem a fun\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia imediata dentro de casa?<\/p>\n\n\n\n<p>Esse movimento costuma ganhar for\u00e7a na adolesc\u00eancia tardia e no come\u00e7o do <strong>ninho vazio<\/strong>. A identidade pessoal, que por anos ficou amarrada ao cuidado, precisa ser renegociada. N\u00e3o se trata de abandonar a maternidade, mas de reposicionar esse papel ao lado de desejo, trabalho, autonomia, lazer, v\u00ednculo conjugal e projetos que ficaram suspensos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O ninho vazio \u00e9 sempre sofrimento?<\/h2>\n\n\n\n<p>O ninho vazio nem sempre representa crise. Em muitos casos, ele traz al\u00edvio da sobrecarga, mais sil\u00eancio na casa e tempo para reorganizar a vida adulta. O desconforto aparece quando a sa\u00edda dos filhos exp\u00f5e uma estrutura emocional que estava apoiada quase inteiramente no cuidado, sem espa\u00e7o consistente para individualidade, descanso e pertencimento fora da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, a psicologia familiar costuma notar alguns sinais recorrentes nessa fase:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>sensa\u00e7\u00e3o de perda de fun\u00e7\u00e3o no cotidiano<\/li>\n\n\n\n<li>dificuldade de retomar interesses antigos<\/li>\n\n\n\n<li>culpa ao investir tempo em si mesma<\/li>\n\n\n\n<li>estranhamento com a rela\u00e7\u00e3o conjugal<\/li>\n\n\n\n<li>medo de envelhecimento e inutilidade<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-cresciment-corpo-1.jpg\" alt=\"Retomar hobbies e interesses ajuda na reorganiza\u00e7\u00e3o emocional ap\u00f3s os filhos crescerem\" class=\"wp-image-228280\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-cresciment-corpo-1.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-cresciment-corpo-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-cresciment-corpo-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-cresciment-corpo-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/a-psicologia-diz-que-a-parte-mais-dificil-do-cresciment-corpo-1-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Retomar hobbies e interesses ajuda na reorganiza\u00e7\u00e3o emocional ap\u00f3s os filhos crescerem<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a psicologia familiar enxerga nessa transi\u00e7\u00e3o de vida?<\/h2>\n\n\n\n<p>A psicologia familiar entende essa etapa como uma reorganiza\u00e7\u00e3o do sistema, n\u00e3o como um problema individual isolado. Quando os filhos crescem, pap\u00e9is mudam, fronteiras ficam mais flex\u00edveis e a casa deixa de girar em torno da depend\u00eancia infantil. A m\u00e3e pode continuar sendo figura central de afeto, mas j\u00e1 n\u00e3o precisa ocupar a mesma posi\u00e7\u00e3o operacional de antes.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse ajuste mexe com linguagem, rotina e corpo. Muitas mulheres percebem que sabem acompanhar boletins, consultas, hor\u00e1rios e crises, mas t\u00eam dificuldade de nomear prefer\u00eancias pr\u00f3prias, novas metas ou rela\u00e7\u00f5es que n\u00e3o passem pela maternidade. A transi\u00e7\u00e3o de vida, ent\u00e3o, pede elabora\u00e7\u00e3o ps\u00edquica e n\u00e3o apenas adapta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que um estudo mostra sobre maternidade e reorganiza\u00e7\u00e3o interna?<\/h2>\n\n\n\n<p>Esse ponto n\u00e3o vem s\u00f3 da escuta terap\u00eautica. Segundo o estudo <strong>Transition to Motherhood: Adverse Childhood Experiences, and Support from Partner, Family and Friends<\/strong>, publicado no peri\u00f3dico <strong>Matern Child Health Journal<\/strong>, a passagem para a maternidade envolve mudan\u00e7as complexas na organiza\u00e7\u00e3o da identidade e \u00e9 influenciada pela rede de apoio percebida. A pesquisa relacionou suporte de parceiro, fam\u00edlia e amigos ao ajuste materno, incluindo a dimens\u00e3o de organiza\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria. O artigo pode ser lido em <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/38506959\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">p\u00e1gina do estudo no PubMed com refer\u00eancia ao peri\u00f3dico original<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o trabalho analise o come\u00e7o da jornada materna, ele ajuda a entender o que acontece anos depois. Se a identidade pessoal foi constru\u00edda sob press\u00e3o, solid\u00e3o ou dedica\u00e7\u00e3o total, a fase em que os filhos ganham autonomia pode reabrir esse ponto com for\u00e7a. A maternidade continua existindo, mas pede uma forma menos fusional e mais integrada \u00e0 vida adulta da mulher.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como reconstruir a identidade pessoal sem negar a maternidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>Retomar a identidade pessoal n\u00e3o significa romper com a hist\u00f3ria dos filhos. Significa ampliar repert\u00f3rio emocional e cotidiano. Em vez de buscar uma \u201cnova vers\u00e3o\u201d imediata, costuma ser mais \u00fatil recuperar refer\u00eancias esquecidas e testar novos lugares de pertencimento, inclusive de forma gradual.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns movimentos costumam ajudar nessa reorganiza\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>reconectar hobbies interrompidos por anos de cuidado intenso<\/li>\n\n\n\n<li>rever a rela\u00e7\u00e3o com trabalho, estudo e autonomia financeira<\/li>\n\n\n\n<li>fortalecer amizades fora do circuito parental<\/li>\n\n\n\n<li>negociar novas formas de intimidade no casal<\/li>\n\n\n\n<li>buscar psicoterapia quando houver vazio persistente, irrita\u00e7\u00e3o ou perda de sentido<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando essa fase pede aten\u00e7\u00e3o cl\u00ednica?<\/h2>\n\n\n\n<p>A transi\u00e7\u00e3o de vida merece cuidado especial quando o sofrimento passa a dominar sono, apetite, humor, concentra\u00e7\u00e3o e v\u00ednculos. Nesses casos, o ninho vazio pode funcionar como gatilho para sintomas ansiosos, epis\u00f3dios depressivos ou sensa\u00e7\u00e3o duradoura de desorienta\u00e7\u00e3o. A sa\u00fade mental melhora quando essa fase \u00e9 tratada como mudan\u00e7a ps\u00edquica real, e n\u00e3o como frescura ou ingratid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Maternidade, identidade pessoal, psicologia familiar e ninho vazio fazem parte de um mesmo ciclo de desenvolvimento. Quando a mulher consegue nomear perdas, rever pap\u00e9is e criar novos investimentos afetivos, a transi\u00e7\u00e3o de vida deixa de ser apenas aus\u00eancia dos filhos na rotina e passa a ser um processo leg\u00edtimo de reorganiza\u00e7\u00e3o subjetiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maternidade costuma ser tratada como uma experi\u00eancia centrada no cuidado com os filhos, na rotina da casa e nas demandas emocionais da fam\u00edlia. 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