{"id":232297,"date":"2026-04-26T11:45:00","date_gmt":"2026-04-26T14:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=232297"},"modified":"2026-04-26T07:29:07","modified_gmt":"2026-04-26T10:29:07","slug":"o-prato-japones-que-saiu-do-japao-e-ganhou-reconhecimento-oficial-no-brasil-e-o-unico-tombado-como-patrimonio-historico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/o-prato-japones-que-saiu-do-japao-e-ganhou-reconhecimento-oficial-no-brasil-e-o-unico-tombado-como-patrimonio-historico\/","title":{"rendered":"O prato japon\u00eas que saiu do Jap\u00e3o e ganhou reconhecimento oficial no Brasil \u00e9 o \u00fanico tombado como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"\n<p>O <strong>sob\u00e1<\/strong>, heran\u00e7a da ilha de <strong>Okinawa<\/strong>, virou patrim\u00f4nio imaterial pelo <strong>Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN)<\/strong>. A iguaria s\u00f3 existe assim em <strong>Campo Grande<\/strong>, a Cidade Morena, capital de <strong>Mato Grosso do Sul<\/strong> e portal de entrada do <strong>Pantanal<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a capital sul-mato-grossense \u00e9 chamada de Cidade Morena?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O apelido nasceu da terra avermelhada e do clima quente. <\/strong>Foi cunhado pelo arcebispo <strong>Dom Aquino Correia<\/strong>, que dizia que ao entardecer as casas pareciam morenas pelo reflexo do solo.<\/p>\n\n\n\n<p>A defini\u00e7\u00e3o pegou e hoje \u00e9 parte da identidade local. Campo Grande foi fundada em <strong>26 de agosto de 1899<\/strong> e cresceu no encontro dos c\u00f3rregos Prosa e Segredo, hoje \u00e1rea do Horto Florestal. Mineiros, ind\u00edgenas, paraguaios, libaneses e japoneses moldaram o jeito da cidade desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa mistura aparece em tudo: na arquitetura, no sotaque, na m\u00fasica regional e principalmente na mesa. A capital sul-mato-grossense \u00e9 uma das poucas do pa\u00eds com aldeia ind\u00edgena dentro do per\u00edmetro urbano, a Aldeia <strong>Mar\u00e7al de Souza<\/strong>, da etnia Terena.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021-1024x576.jpg\" alt=\"O prato japon\u00eas que saiu do Jap\u00e3o e ganhou reconhecimento oficial no Brasil \u00e9 o \u00fanico tombado como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico\" class=\"wp-image-57364\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Campo-Grande_1750571056021.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Destaca-se pelo patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, diversidade cultural e eventos como Festival Am\u00e9rica do Sul e Festival de Inverno. \/\/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ vbacarin<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 o cotidiano de quem vive na Cidade Morena?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Quem mora em Campo Grande costuma resumir a rotina assim:<\/strong> cidade grande sem o caos dos grandes centros. As ruas largas e arborizadas d\u00e3o um ar de interior tranquilo, mesmo com quase 900 mil habitantes. O h\u00e1bito de tomar terer\u00e9 gelado ao fim do dia \u00e9 parte da cultura local, heran\u00e7a guarani transformada em ritual di\u00e1rio. A Avenida Afonso Pena, de quase 8 km, corta a cidade e concentra parques, com\u00e9rcio e pr\u00e9dios p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>A vida cultural mistura refer\u00eancias. No mesmo fim de semana, o morador escolhe entre festival de taiko japon\u00eas, baile de polca paraguaia ou rodeio sertanejo. Essa pluralidade \u00e9 o que define o ritmo da Cidade Morena.<\/p>\n\n\n\n<p>Este v\u00eddeo do canal <strong>Melhores Cidades para Morar<\/strong> destaca <strong>Campo Grande<\/strong>, capital do Mato Grosso do Sul, como um centro que une modernidade, tradi\u00e7\u00e3o e uma forte conex\u00e3o com a natureza.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Campo Grande: O PARA\u00cdSO ESCONDIDO do Brasil Que Vai TE SURPREENDER!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/56wWojlSvrk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que comer na capital onde o macarr\u00e3o japon\u00eas virou alma da cidade?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O sob\u00e1 \u00e9 parada obrigat\u00f3ria. <\/strong>A vers\u00e3o campo-grandense, criada por imigrantes okinawanos no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, foi adaptada ao paladar brasileiro e tombada como bem cultural pelo IPHAN. Hoje a cidade tem dezenas de restaurantes especializados, al\u00e9m de barracas tradicionais na feira.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Sob\u00e1<\/strong>: macarr\u00e3o em caldo com carne, ovo e cebolinha. O endere\u00e7o cl\u00e1ssico \u00e9 a <a href=\"https:\/\/feiracentralcg.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Feira Central<\/strong><\/a>, no centro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Espetinho de carne<\/strong>: servido nas barracas da Feira, virou companhia obrigat\u00f3ria do terer\u00e9 gelado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Chipa<\/strong>: p\u00e3o de queijo paraguaio em formato de ferradura, vendido por chipeiros nas ruas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Caldo de piranha<\/strong>: prato pantaneiro de origem ribeirinha, servido em restaurantes regionais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fil\u00e9 de pintado com urucum<\/strong>: peixe nobre dos rios do Pantanal, com tempero t\u00edpico.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que faz o Bioparque Pantanal ser parada obrigat\u00f3ria?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/bioparquepantanal.ms.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Bioparque Pantanal<\/strong><\/a> \u00e9 o maior aqu\u00e1rio de \u00e1gua doce do mundo. Foram inaugurados em 2022, no Parque das Na\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas, com 5 milh\u00f5es de litros de \u00e1gua, 19 mil m\u00b2 de \u00e1rea e mais de 31 tanques que reproduzem ambientes do Pantanal.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto \u00e9 assinado pelo arquiteto <strong>Ruy Ohtake<\/strong> e a entrada \u00e9 gratuita, mediante agendamento pr\u00e9vio. A visita re\u00fane educa\u00e7\u00e3o ambiental, ci\u00eancia e turismo num roteiro que pode levar at\u00e9 tr\u00eas horas.<\/p>\n\n\n\n<p>A capital tamb\u00e9m tem outros endere\u00e7os que valem a parada. O <strong>Memorial da Cultura Ind\u00edgena<\/strong>, constru\u00eddo em bambu e palha de bacuri, fica dentro da Aldeia Mar\u00e7al de Souza. O <strong>Parque das Na\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas<\/strong> \u00e9 uma das maiores \u00e1reas verdes urbanas do pa\u00eds e abriga o Museu das Culturas Dom Bosco, com acervo arqueol\u00f3gico e ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/como-a-primeira-capital-planejada-do-brasil-nasceu-de-um-tabuleiro-de-xadrez-e-encantou-com-sua-organizacao-a-366-km-do-mar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Como a primeira capital planejada do Brasil nasceu de um tabuleiro de xadrez e encantou com sua organiza\u00e7\u00e3o a 366 km do mar.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22-1024x576.png\" alt=\"O prato japon\u00eas que saiu do Jap\u00e3o e ganhou reconhecimento oficial no Brasil \u00e9 o \u00fanico tombado como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico\" class=\"wp-image-48380\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Edicoes-22.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Campo Grande preserva tradi\u00e7\u00f5es como rodas de terer\u00e9, festas regionais e gastronomia t\u00edpica do Pantanal e Paraguai. \/\/ Reprodu\u00e7\u00e3o: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando viajar para curtir o melhor do Centro-Oeste?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O clima tropical tem duas esta\u00e7\u00f5es bem marcadas: <\/strong>chuvosa de outubro a mar\u00e7o, seca de abril a setembro. O inverno \u00e9 a melhor \u00e9poca para conhecer o Pantanal a partir da capital.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  \/* --- CONTAINER BLINDADO (PADR\u00c3O REGISTRADO) --- *\/\n  .clima-grid-final {\n    font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Arial, sans-serif !important;\n    width: 100% !important;\n    max-width: 1200px !important;\n    margin: 20px auto !important;\n    display: grid !important;\n    \/* FOR\u00c7A 4 COLUNAS NO DESKTOP *\/\n    grid-template-columns: repeat(4, 1fr) !important; \n    gap: 15px !important;\n    box-sizing: border-box !important;\n  }\n\n  .clima-grid-final * {\n    box-sizing: border-box !important;\n  }\n\n  \/* --- BLINDAGEM CONTRA ADS E PLUGINS INTRUSOS --- *\/\n  .clima-grid-final > :not(.card-clima) {\n    display: none !important;\n    width: 0 !important;\n    height: 0 !important;\n    opacity: 0 !important;\n  }\n\n  \/* --- CARD AZUL --- *\/\n  .card-clima {\n    background: #ffffff !important;\n    border: 1px solid #e3f2fd !important;\n    border-radius: 20px !important;\n    padding: 20px 10px !important;\n    text-align: center !important;\n    display: flex !important;\n    flex-direction: column !important;\n    align-items: center !important;\n    box-shadow: 0 4px 10px rgba(13, 71, 161, 0.05) !important;\n    min-width: 0 !important; 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Fev<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">22-33\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">M\u00e9dia<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">Sob calor intenso e chuvas altas, aproveite o <b>Bioparque<\/b> e a diversidade cultural da tradicional <b>Feira Central<\/b> \u00e0 noite.<\/div>\n    <div class=\"tag-status\">\ud83e\udd93 Fauna<\/div>\n  <\/div>\n\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\ud83c\udf42 Outono<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Mar &#8211; Mai<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">19-30\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">M\u00e9dia<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">Clima de transi\u00e7\u00e3o agrad\u00e1vel; prepare-se para as festividades que culminam no famoso <b>Festival do Sob\u00e1<\/b> em agosto.<\/div>\n    <div class=\"tag-status\">\ud83c\udf5c Cultura<\/div>\n  <\/div>\n\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\ud83e\udde3 Inverno<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Jun &#8211; Ago<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">14-28\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">M\u00e9dia<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">A esta\u00e7\u00e3o seca \u00e9 o momento ideal para um <b>bate-volta para o Pantanal<\/b>, com maior facilidade para avistar a vida selvagem.<\/div>\n    <div class=\"tag-status\">\ud83d\udc06 Pantanal<\/div>\n  <\/div>\n\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\ud83c\udf38 Primavera<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Set &#8211; Nov<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">20-33\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">M\u00e9dia<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">Com as chuvas retornando, a cidade floresce; aproveite os <b>parques<\/b> e mergulhe na rica <b>gastronomia<\/b> sul-mato-grossense.<\/div>\n    <div class=\"tag-status\">\ud83c\udf33 Parques<\/div>\n  <\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/212\/campogrande-ms\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar \u00e0 porta de entrada do Pantanal?<\/h2>\n\n\n\n<p>Campo Grande tem o <strong>Aeroporto Internacional de Campo Grande<\/strong>, com voos di\u00e1rios para <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>, <strong>Bras\u00edlia<\/strong> e capitais regionais. De carro, fica a cerca de 1.000 km da capital paulista pela <strong>BR-262<\/strong> e <strong>BR-267<\/strong>. A cidade serve de base para o <strong>Pantanal<\/strong> e <strong>Bonito<\/strong>, com \u00f4nibus e voos di\u00e1rios para a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A capital onde culturas se encontram no mesmo prato<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Campo Grande mistura terra vermelha, sotaque guarani, sopa de macarr\u00e3o japon\u00eas e o pulso do Pantanal num \u00fanico endere\u00e7o. <\/strong>\u00c9 a capital onde imigrantes viraram identidade e o cotidiano segue o ritmo do terer\u00e9 gelado.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa conhecer Campo Grande e provar o sob\u00e1 no balc\u00e3o da Feira Central, a mesma esquina onde o Brasil aprendeu a comer japon\u00eas com sotaque pantaneiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sob\u00e1, heran\u00e7a da ilha de Okinawa, virou patrim\u00f4nio imaterial pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN). 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