{"id":235642,"date":"2026-05-02T19:15:00","date_gmt":"2026-05-02T22:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=235642"},"modified":"2026-05-01T16:21:15","modified_gmt":"2026-05-01T19:21:15","slug":"no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/","title":{"rendered":"No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos"},"content":{"rendered":"\n<p>Quem chega a <strong>Porto Velho<\/strong> pelas margens do <strong>Rio Madeira<\/strong> sente, antes de tudo, o cheiro da floresta misturado ao calor \u00famido da Amaz\u00f4nia. A capital amaz\u00f4nica de <strong>Rond\u00f4nia<\/strong> nasceu da constru\u00e7\u00e3o de uma das ferrovias mais ambiciosas do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, batizada pelos pr\u00f3prios trabalhadores como <strong>Ferrovia do Diabo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Madeira-Mamor\u00e9 ganhou um apelido t\u00e3o sombrio?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9 (EFMM)<\/strong> foi constru\u00edda entre 1907 e 1912 para escoar a produ\u00e7\u00e3o de borracha amaz\u00f4nica e cumprir uma promessa do <strong>Tratado de Petr\u00f3polis<\/strong>, assinado em 17 de novembro de 1903 entre <strong>Brasil<\/strong> e <strong>Bol\u00edvia<\/strong>. O acordo encerrou a disputa pelo territ\u00f3rio do <strong>Acre<\/strong>, que passou ao dom\u00ednio brasileiro mediante a obriga\u00e7\u00e3o de construir a ferrovia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os 366 km que ligaram Porto Velho a <strong>Guajar\u00e1-Mirim<\/strong> custaram caro em vidas humanas. Registros oficiais apontam 1.522 mortes no Hospital da Candel\u00e1ria, mas estimativas conservadoras ultrapassam seis mil \u00f3bitos ao longo da obra. A lenda popular dizia que cada dormente assentado representava um trabalhador morto, da\u00ed o apelido <em>Ferrovia do Diabo<\/em>. <a href=\"https:\/\/rondonia.ro.gov.br\/estrada-de-ferro-madeira-mamore-em-porto-velho-completa-109-anos-governo-contribui-para-preservar-patrimonio-historico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Mais detalhes no <strong>Governo de Rond\u00f4nia<\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93-1024x576.png\" alt=\"Essa capital da Amaz\u00f4nia na fronteira com a Bol\u00edvia se destaca por energia, agroneg\u00f3cio e log\u00edstica gerando muitas oportunidades\" class=\"wp-image-174266\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-93.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Porto Velho \u00e9 a capital de Rond\u00f4nia, fundada em 1914 para a Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9, com popula\u00e7\u00e3o estimada em 518 mil habitantes em 2025. \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como uma cidade nasceu dos trilhos no meio da floresta?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O canteiro de obras da ferrovia atraiu cerca de 30 mil trabalhadores de mais de 50 nacionalidades<\/strong>, segundo registros da \u00e9poca. Brasileiros, americanos, espanh\u00f3is, gregos, barbadianos, cubanos e indianos chegavam de navio at\u00e9 o porto \u00e0s margens do <strong>Rio Madeira<\/strong>, onde foram erguidos hospitais, oficinas, habita\u00e7\u00f5es e a esta\u00e7\u00e3o que viraria o marco zero da ferrovia.<\/p>\n\n\n\n<p>A vila se transformou em munic\u00edpio em 2 de outubro de 1914 e ganhou ares cosmopolitas raros para a Amaz\u00f4nia daquele tempo. O empreendimento, conduzido pelo americano <strong>Percival Farquhar<\/strong>, \u00e9 considerado a primeira grande obra de engenharia civil dos <strong>Estados Unidos<\/strong> fora do territ\u00f3rio nacional ap\u00f3s o in\u00edcio das obras do <strong>Canal do Panam\u00e1<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Araguari destaca a for\u00e7a econ\u00f4mica e o planejamento do Tri\u00e2ngulo Mineiro. <\/strong>O v\u00eddeo \u00e9 do canal <strong>Renato Rezende Drones,<\/strong> com <strong>11,6 mil inscritos<\/strong>, e detalha o crescimento urbano e as principais avenidas da cidade:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"CONHE\u00c7A PORTO VELHO A P\u00c9ROLA DO MADEIRA CAPITAL DE ROND\u00d4NIA!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UkaGGa7uvFE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-cidade-colonial-mineira-que-tem-uma-maria-fumaca-funcionando-sem-parar-desde-1881\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A cidade colonial mineira que tem uma Maria Fuma\u00e7a funcionando sem parar desde 1881.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que ainda d\u00e1 para visitar do passado ferrovi\u00e1rio?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9<\/strong>, \u00e0s margens do Rio Madeira, foi reaberto ao p\u00fablico em 4 de maio de 2024 ap\u00f3s anos de revitaliza\u00e7\u00e3o. O espa\u00e7o concentra galp\u00f5es hist\u00f3ricos, locomotivas originais, vag\u00f5es e o museu que conta a saga da constru\u00e7\u00e3o da ferrovia.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9<\/strong>: acervo com ferramentas, documentos, fotografias e a Locomotiva 18, fabricada por alem\u00e3es em 1936 e em processo de restaura\u00e7\u00e3o. <a href=\"https:\/\/www.portovelho.ro.gov.br\/artigo\/45521\/servico-museu-da-estrada-de-ferro-madeira-mamore-e-opcao-de-lazer-nas-ferias-escolares-em-porto-velho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Detalhes na Prefeitura de Porto Velho<\/strong><\/a>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tr\u00eas Marias<\/strong>: tr\u00eas caixas d&#8217;\u00e1gua de ferro, projetadas pela americana <strong>Chicago Bridge &amp; Iron Works<\/strong> e instaladas entre 1910 e 1912, abasteceram a cidade por d\u00e9cadas e hoje d\u00e3o nome \u00e0 pra\u00e7a que se tornou s\u00edmbolo da capital.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mercado Cultural<\/strong>: pr\u00e9dio hist\u00f3rico de 1913 no centro, hoje re\u00fane gastronomia regional, atra\u00e7\u00f5es culturais e apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo nos fins de semana.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Memorial Rondon<\/strong>: r\u00e9plica da esta\u00e7\u00e3o telegr\u00e1fica e exposi\u00e7\u00f5es sobre o <strong>Marechal C\u00e2ndido Rondon<\/strong>, com maloca em tamanho real e artesanato ind\u00edgena.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Catedral Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus<\/strong>: inaugurada em 1927, em estilo rom\u00e2nico, com altar-mor em m\u00e1rmore carrara e vitrais de 142 m\u00b2.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque Natural de Porto Velho<\/strong>: 390 hectares de mata nativa com trilhas e museu da fauna e flora local.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando vale enfrentar o calor amaz\u00f4nico?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Porto Velho fica em pleno bioma amaz\u00f4nico, com chuvas abundantes na maior parte do ano e temperaturas elevadas o tempo todo.<\/strong> A janela ideal de visita coincide com o per\u00edodo mais seco, entre maio e setembro, quando os passeios pelo rio e as caminhadas urbanas ficam mais agrad\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  \/* --- CONTAINER BLINDADO --- *\/\n  .clima-grid-final {\n    font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Arial, sans-serif !important;\n    width: 100% !important;\n    max-width: 1200px !important;\n    margin: 20px auto !important;\n    display: grid !important;\n    grid-template-columns: repeat(4, 1fr) !important; \n    gap: 15px !important;\n    box-sizing: border-box !important;\n  }\n\n  .clima-grid-final * {\n    box-sizing: border-box !important;\n  }\n\n  \/* --- CARD PADR\u00c3O (ESTILO PORTO VELHO) --- *\/\n  .card-clima {\n    background: #ffffff !important;\n    border: 1px solid #e0e0e0 !important;\n    border-radius: 20px !important;\n    padding: 20px 10px !important;\n    text-align: center !important;\n    display: flex !important;\n    flex-direction: column !important;\n    align-items: center !important;\n    box-shadow: 0 4px 10px rgba(0, 0, 0, 0.05) !important;\n    transition: transform 0.2s ease, border-color 0.2s ease !important;\n    height: 100% !important;\n  }\n\n  .card-clima:hover {\n    transform: translateY(-5px) !important;\n    border-color: #f4b400 !important;\n  }\n\n  \/* --- TIPOGRAFIA --- *\/\n  .estacao-nome { \n    font-size: 14px !important; \n    font-weight: 800 !important; \n    color: #e65100 !important; \n    text-transform: uppercase !important; \n    margin: 0 0 5px 0 !important; \n  }\n  \n  .estacao-meses { \n    font-size: 10px !important; \n    font-weight: 700 !important; \n    color: #666666 !important; \n    text-transform: uppercase !important; \n    margin-bottom: 15px !important; \n    display: block !important;\n  }\n  \n  .temp-valor { \n    font-size: 24px !important; \n    font-weight: 800 !important; \n    color: #000000 !important; \n    line-height: 1.1 !important; \n    margin: 0 !important;\n  }\n  \n  .temp-label { \n    font-size: 9px !important; \n    font-weight: 600 !important; \n    color: #999999 !important; \n    text-transform: uppercase !important; \n    margin-bottom: 15px !important; \n    display: block !important;\n  }\n  \n  .clima-desc { \n    font-size: 12px !important; \n    line-height: 1.4 !important; \n    color: #333333 !important; \n    margin-bottom: 15px !important; \n    flex-grow: 1 !important; \n  }\n\n  \/* --- TAGS DE STATUS --- *\/\n  .tag-status {\n    padding: 5px 12px !important;\n    border-radius: 20px !important;\n    font-size: 9px !important;\n    font-weight: 800 !important;\n    text-transform: uppercase !important;\n    margin-top: auto !important;\n  }\n\n  .status-muito-alta { background-color: #ffebee !important; color: #c62828 !important; border: 1px solid #ffcdd2 !important; }\n  .status-alta { background-color: #e3f2fd !important; color: #1565c0 !important; border: 1px solid #bbdefb !important; }\n  .status-media { background-color: #fff3e0 !important; color: #ef6c00 !important; border: 1px solid #ffe0b2 !important; }\n  .status-baixa { background-color: #e8f5e9 !important; color: #2e7d32 !important; border: 1px solid #c8e6c9 !important; }\n\n  \/* --- RESPONSIVIDADE --- *\/\n  @media (max-width: 900px) {\n    .clima-grid-final { grid-template-columns: repeat(2, 1fr) !important; }\n  }\n  @media (max-width: 500px) {\n    .clima-grid-final { grid-template-columns: 1fr !important; }\n  }\n<\/style>\n\n<div class=\"google-auto-ads-ignore clima-grid-final\">\n  \n  <!-- VER\u00c3O AMAZ\u00d4NICO -->\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\ud83c\udf27\ufe0f Inverno Regional<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Dez &#8211; Fev<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">23-32\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">Temperatura<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">Com a chuva muito alta, a melhor op\u00e7\u00e3o \u00e9 explorar os <b>museus<\/b> locais e a rica variedade do <b>Mercado Cultural<\/b>.<\/div>\n    <div class=\"tag-status status-muito-alta\">\u2614 Muito Alta<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- CHEIA -->\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\ud83c\udf0a Cheia<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Mar &#8211; Mai<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">23-31\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">Temperatura<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">O Rio Madeira atinge seu \u00e1pice. Per\u00edodo excelente para visitar o hist\u00f3rico <b>Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9<\/b>.<\/div>\n    <div class=\"tag-status status-alta\">\ud83c\udf27\ufe0f Chuva Alta<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- ESTIAGEM -->\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\u2600\ufe0f Estiagem<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Jun &#8211; Ago<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">22-33\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">Temperatura<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">O &#8220;ver\u00e3o&#8221; rondoniense. O tempo seco permite aproveitar as <b>praias de rio<\/b> e as diversas <b>trilhas<\/b> na floresta.<\/div>\n    <div class=\"tag-status status-baixa\">\u2600\ufe0f Chuva Baixa<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- IN\u00cdCIO DAS CHUVAS -->\n  <div class=\"card-clima\">\n    <div class=\"estacao-nome\">\u26a1 Transi\u00e7\u00e3o<\/div>\n    <span class=\"estacao-meses\">Set &#8211; Nov<\/span>\n    <div class=\"temp-valor\">23-34\u00b0C<\/div>\n    <span class=\"temp-label\">Temperatura<\/span>\n    <div class=\"clima-desc\">As pancadas de chuva retornam, sendo a \u00e9poca ideal para um <b>roteiro cultural urbano<\/b> e visitas hist\u00f3ricas no centro.<\/div>\n    <div class=\"tag-status status-media\">\ud83c\udf26\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/div>\n  <\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/343\/portovelho-ro\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91-1024x576.png\" alt=\"Essa capital da Amaz\u00f4nia na fronteira com a Bol\u00edvia se destaca por energia, agroneg\u00f3cio e log\u00edstica gerando muitas oportunidades\" class=\"wp-image-174268\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-91.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Porto Velho, capital de Rond\u00f4nia, destaca-se pelo Rio Madeira e Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9, fundada em 1907. \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar e o que comer na capital de Rond\u00f4nia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Porto Velho tem aeroporto internacional <strong>Governador Jorge Teixeira<\/strong>, com voos regulares saindo de <strong>Bras\u00edlia<\/strong>, <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong> e capitais da regi\u00e3o Norte. Por estrada, a <strong>BR-364<\/strong> \u00e9 a principal via, conectando a cidade ao restante do <strong>Brasil<\/strong> em rota que substituiu a antiga ferrovia.<\/p>\n\n\n\n<p>A culin\u00e1ria local \u00e9 fortemente influenciada pelos peixes do <strong>Rio Madeira<\/strong>. Pratos como tambaqui assado, caldeirada de pintado e tucunar\u00e9 frito aparecem nos card\u00e1pios dos restaurantes da orla. A heran\u00e7a das migra\u00e7\u00f5es deixou marcas tamb\u00e9m na mesa, com forte presen\u00e7a nordestina e amaz\u00f4nica em sabores como o tacac\u00e1 e o pirarucu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vale conhecer a capital que nasceu de uma saga ferrovi\u00e1ria?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Porto Velho \u00e9 um destino para quem se interessa por hist\u00f3ria contada em trilhos<\/strong>, locomotivas e edif\u00edcios centen\u00e1rios cravados na floresta. O Rio Madeira, as Tr\u00eas Marias e o complexo da antiga ferrovia formam um conjunto raro de patrim\u00f4nio que poucas capitais brasileiras conseguem oferecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa conhecer Porto Velho e caminhar pelo Complexo Madeira-Mamor\u00e9 ao entardecer, para entender por que essa capital amaz\u00f4nica carrega no nome a mem\u00f3ria de uma das obras mais marcantes do <strong>Brasil<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem chega a Porto Velho pelas margens do Rio Madeira sente, antes de tudo, o cheiro da floresta misturado ao calor \u00famido da Amaz\u00f4nia. A capital amaz\u00f4nica de Rond\u00f4nia nasceu da constru\u00e7\u00e3o de uma das ferrovias mais ambiciosas do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, batizada pelos pr\u00f3prios trabalhadores como Ferrovia do Diabo. Por que a Madeira-Mamor\u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":191974,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"capital","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"Uma capital brasileira que nasceu de uma ferrovia hist\u00f3rica e hoje guarda um dos patrim\u00f4nios mais antigos do pa\u00eds.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[108,111],"tags":[13970,13971],"class_list":["post-235642","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidades","category-turismo","tag-porto-velho","tag-rondonia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos - Correio Braziliense - Radar<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Uma capital brasileira que nasceu de uma ferrovia hist\u00f3rica e hoje guarda um dos patrim\u00f4nios mais antigos do pa\u00eds.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos - Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Uma capital brasileira que nasceu de uma ferrovia hist\u00f3rica e hoje guarda um dos patrim\u00f4nios mais antigos do pa\u00eds.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-05-02T22:15:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-12T034002.706.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Maura Pereira\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Maura Pereira\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos - Correio Braziliense - Radar","description":"Uma capital brasileira que nasceu de uma ferrovia hist\u00f3rica e hoje guarda um dos patrim\u00f4nios mais antigos do pa\u00eds.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos - Correio Braziliense - Radar","og_description":"Uma capital brasileira que nasceu de uma ferrovia hist\u00f3rica e hoje guarda um dos patrim\u00f4nios mais antigos do pa\u00eds.","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Radar","article_published_time":"2026-05-02T22:15:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-12T034002.706.png","type":"image\/png"}],"author":"Maura Pereira","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Maura Pereira","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/","name":"No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos - Correio Braziliense - Radar","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-12T034002.706.png","datePublished":"2026-05-02T22:15:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/4053c651a9bfc785afc6f4cbc9032fd3"},"description":"Uma capital brasileira que nasceu de uma ferrovia hist\u00f3rica e hoje guarda um dos patrim\u00f4nios mais antigos do pa\u00eds.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-12T034002.706.png","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-12T034002.706.png","width":1280,"height":720,"caption":"Porto Velho tem sua origem ligada a um dos empreendimentos mais ousados do s\u00e9culo XX: a constru\u00e7\u00e3o da Estrada de Ferro Madeira-Mamor\u00e9. \/ Imagem ilustrativa"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/no-coracao-da-amazonia-essa-capital-surgiu-de-uma-das-obras-mais-mortais-do-brasil-e-ainda-guarda-seus-trilhos-historicos\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"No cora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, essa capital surgiu de uma das obras mais mortais do Brasil e ainda guarda seus trilhos hist\u00f3ricos"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/","name":"Correio Braziliense - Radar","description":"Acompanhe as \u00faltimas not\u00edcias e fique bem informado sobre tudo o que acontece no Brasil e no mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/4053c651a9bfc785afc6f4cbc9032fd3","name":"Maura Pereira","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3effd6bdadfa447f15089c7f7144eaa6?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/3effd6bdadfa447f15089c7f7144eaa6?s=96&d=mm&r=g","caption":"Maura Pereira"},"sameAs":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/"],"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/author\/mauramyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/235642","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=235642"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/235642\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":235767,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/235642\/revisions\/235767"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media\/191974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=235642"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=235642"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=235642"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}