{"id":236443,"date":"2026-05-03T13:52:00","date_gmt":"2026-05-03T16:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=236443"},"modified":"2026-05-03T12:35:35","modified_gmt":"2026-05-03T15:35:35","slug":"as-2-palavras-que-nao-existem-na-lingua-portuguesa-e-ainda-sao-usadas-no-dia-a-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/as-2-palavras-que-nao-existem-na-lingua-portuguesa-e-ainda-sao-usadas-no-dia-a-dia\/","title":{"rendered":"As 2 palavras que n\u00e3o existem na l\u00edngua portuguesa e ainda s\u00e3o usadas no dia a dia"},"content":{"rendered":"\n<p>\u201cCom <strong>concerteza<\/strong>\u201d e \u201c<strong>menas<\/strong>\u201d s\u00e3o duas express\u00f5es t\u00e3o repetidas no portugu\u00eas falado que muitos j\u00e1 as consideram parte do vocabul\u00e1rio oficial. S\u00f3 que, ao consultar qualquer dicion\u00e1rio ou o Vocabul\u00e1rio Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa, fica claro: nenhuma das duas tem registro. O uso di\u00e1rio criou uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de legitimidade, mas a gram\u00e1tica normativa \u00e9 categ\u00f3rica ao dizer que elas simplesmente n\u00e3o existem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que palavras t\u00e3o comuns simplesmente n\u00e3o existem no portugu\u00eas oficial?<\/h2>\n\n\n\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o de familiaridade engana. O c\u00e9rebro se acostuma com sons e grafias repetidos e passa a aceit\u00e1-los como corretos, mesmo sem aval da <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Gram%C3%A1tica_normativa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">gram\u00e1tica normativa<\/a>. Esse automatismo \u00e9 refor\u00e7ado pela oralidade das redes sociais, onde a escrita informal predomina e os erros se propagam rapidamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas dessas palavras surgem por analogia com termos parecidos ou por tentativas de aplicar regras de deriva\u00e7\u00e3o em contextos que n\u00e3o as admitem. O resultado s\u00e3o express\u00f5es que soam plaus\u00edveis, mas que nunca integraram o l\u00e9xico oficial da l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822260244.jpg\" alt=\"As 2 palavras que n\u00e3o existem na l\u00edngua portuguesa e ainda s\u00e3o usadas no dia a dia\" class=\"wp-image-236447\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822260244.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822260244-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822260244-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822260244-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822260244-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">As 2 palavras que n\u00e3o existem na l\u00edngua portuguesa e ainda s\u00e3o usadas no dia a dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a primeira palavra que todo mundo usa, mas que n\u00e3o existe?<\/h2>\n\n\n\n<p>A campe\u00e3 de apari\u00e7\u00f5es \u00e9 \u201c<strong>concerteza<\/strong>\u201d. A jun\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o \u201ccom\u201d e do substantivo \u201ccerteza\u201d em uma \u00fanica palavra \u00e9 um erro cl\u00e1ssico. Na fala r\u00e1pida, as s\u00edlabas se unem, e a mente acaba registrando o termo como se fosse um adv\u00e9rbio \u00fanico.<\/p>\n\n\n\n<p>A forma correta, entretanto, \u00e9 \u201c<strong>com certeza<\/strong>\u201d, sempre em duas palavras. Trata-se de uma locu\u00e7\u00e3o adverbial que expressa afirma\u00e7\u00e3o ou convic\u00e7\u00e3o. Escrever \u201cconcerteza\u201d junto pode custar pontos em reda\u00e7\u00f5es, provas de concurso e prejudicar a credibilidade em textos profissionais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a segunda palavra que aparece em conversas, mas n\u00e3o tem registro oficial?<\/h2>\n\n\n\n<p>A segunda integrante dessa dupla de intrusas \u00e9 \u201c<strong>menas<\/strong>\u201d. O equ\u00edvoco acontece quando o falante tenta flexionar o adv\u00e9rbio \u201cmenos\u201d no feminino, como se ele seguisse a mesma l\u00f3gica de \u201cpouco\u201d e \u201cpouca\u201d. S\u00f3 que \u201cmenos\u201d \u00e9 invari\u00e1vel: n\u00e3o muda de g\u00eanero nem de n\u00famero.<\/p>\n\n\n\n<p>Dizer \u201cmenas pessoas\u201d ou \u201cmenas oportunidades\u201d \u00e9 um deslize gramatical grave. O correto \u00e9 sempre \u201c<strong>menos pessoas<\/strong>\u201d e \u201c<strong>menos oportunidades<\/strong>\u201d. Apesar de soar natural para muitos ouvidos, a forma \u201cmenas\u201d continua ausente de qualquer dicion\u00e1rio e \u00e9 rejeitada pela norma culta.<\/p>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/o-nome-masculino-com-so-3-letras-que-esta-crescendo-no-brasil-por-ser-moderno-e-facil-de-pronunciar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O nome masculino com s\u00f3 3 letras que est\u00e1 crescendo no Brasil por ser moderno e f\u00e1cil de pronunciar<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a Academia Brasileira de Letras diz sobre essas palavras?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Academia Brasileira de Letras<\/strong> \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel por registrar oficialmente as palavras do idioma por meio do <a href=\"https:\/\/www.academia.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">VOLP<\/a>. Termos como \u201cconcerteza\u201d e \u201cmenas\u201d n\u00e3o constam nessa base justamente porque carecem de fundamenta\u00e7\u00e3o gramatical e de uma tradi\u00e7\u00e3o escrita consolidada.<\/p>\n\n\n\n<p>Para uma palavra ser incorporada ao vocabul\u00e1rio oficial, ela precisa percorrer um longo caminho de uso constante, registro em obras liter\u00e1rias e avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. A ABL mant\u00e9m crit\u00e9rios rigorosos que evitam que modismos passageiros ou erros grosseiros ganhem status de norma.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira outras formas que muita gente trata como leg\u00edtimas, mas que tamb\u00e9m n\u00e3o existem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Seje<\/strong> (correto: seja)<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reinvindicar<\/strong> (correto: reivindicar)<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Previl\u00e9gio<\/strong> (correto: privil\u00e9gio)<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Esteje<\/strong> (correto: esteja)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822253451.jpg\" alt=\"As 2 palavras que n\u00e3o existem na l\u00edngua portuguesa e ainda s\u00e3o usadas no dia a dia\" class=\"wp-image-236446\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822253451.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822253451-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822253451-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822253451-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777822253451-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">As 2 palavras que n\u00e3o existem na l\u00edngua portuguesa e ainda s\u00e3o usadas no dia a dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como evitar esses erros e melhorar a comunica\u00e7\u00e3o no dia a dia?<\/h2>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a entre escrever bem e cometer deslizes est\u00e1 na aten\u00e7\u00e3o aos detalhes. Uma consulta r\u00e1pida ao dicion\u00e1rio ou ao <strong>VOLP<\/strong> resolve a d\u00favida antes que a forma errada se cristalize. Em contextos formais, como e-mails profissionais, trabalhos acad\u00eamicos e provas, o rigor com a norma culta \u00e9 indispens\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<strong>Com certeza<\/strong>\u201d e \u201c<strong>menos<\/strong>\u201d s\u00e3o as \u00fanicas vers\u00f5es aceitas. Trocar as vers\u00f5es fantasmas pelas formas oficiais \u00e9 um gesto simples que protege a clareza da mensagem e demonstra dom\u00ednio do portugu\u00eas. No fim das contas, escrever certo tamb\u00e9m \u00e9 uma quest\u00e3o de respeito por quem vai ler.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cCom concerteza\u201d e \u201cmenas\u201d s\u00e3o duas express\u00f5es t\u00e3o repetidas no portugu\u00eas falado que muitos j\u00e1 as consideram parte do vocabul\u00e1rio oficial. 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