{"id":238705,"date":"2026-05-08T23:05:00","date_gmt":"2026-05-09T02:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=238705"},"modified":"2026-05-07T20:54:48","modified_gmt":"2026-05-07T23:54:48","slug":"uma-das-estradas-mais-perigosas-do-brasil-tem-um-corte-de-rocha-de-160-milhoes-de-anos-e-nome-de-uma-ave-que-nunca-existiu-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/uma-das-estradas-mais-perigosas-do-brasil-tem-um-corte-de-rocha-de-160-milhoes-de-anos-e-nome-de-uma-ave-que-nunca-existiu-la\/","title":{"rendered":"Uma das estradas mais perigosas do Brasil, tem um corte de rocha de 160 milh\u00f5es de anos e nome de uma ave que nunca existiu l\u00e1"},"content":{"rendered":"\n<p>Na divisa entre <strong>Urubici <\/strong>e <strong>Gr\u00e3o-Par\u00e1<\/strong>, a <strong>Serra do Corvo Branco<\/strong> revela uma das paisagens mais impressionantes do sul do pa\u00eds. Um gigantesco corte de rocha com cerca de 90 metros de profundidade atravessa pared\u00f5es formados h\u00e1 milh\u00f5es de anos e marca a estrada que conectou o litoral \u00e0 serra catarinense.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O corvo branco que era um urubu-rei<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Apesar do nome, nunca existiu um \u201ccorvo branco\u201d na regi\u00e3o.<\/strong> A origem da express\u00e3o est\u00e1 ligada ao urubu-rei, ave de plumagem clara que sobrevoa os c\u00e2nions e pared\u00f5es da Serra Geral. Moradores antigos confundiam o animal com um grande corvo branco, e o apelido acabou se transformando no nome oficial da serra.<\/p>\n\n\n\n<p>A associa\u00e7\u00e3o ganhou for\u00e7a tamb\u00e9m por causa de uma forma\u00e7\u00e3o rochosa que, vista de determinados \u00e2ngulos, lembra a silhueta de uma ave pousada sobre os pared\u00f5es. Mesmo com a explica\u00e7\u00e3o zool\u00f3gica correta j\u00e1 conhecida h\u00e1 d\u00e9cadas, o nome <strong>Serra do Corvo Branco<\/strong> permaneceu e se tornou um dos top\u00f4nimos mais famosos do turismo catarinense.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-1024x576.png\" alt=\"Com o maior corte de rocha do Brasil e mais de 160 milh\u00f5es de anos, essa estrada leva o nome de uma ave que n\u00e3o existe nela\" class=\"wp-image-180423\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050045.558.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Explore o Corvo Branco: pared\u00f5es altos, curvas sinuosas e vistas lindas pro mar. Perfeito pra fotos e trilhas leves na serra de SC! \/ Imagem Ilustrativa<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como picaretas e um trator abriram 90 metros de rocha<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A constru\u00e7\u00e3o da estrada come\u00e7ou antes dos anos 1950, com trabalho bra\u00e7al de volunt\u00e1rios armados de picaretas.<\/strong> A fenda de 90 metros na rocha bas\u00e1ltica e aren\u00edtica foi aberta com um \u00fanico trator esteira, num processo que durou d\u00e9cadas. A obra foi inaugurada em <strong>19 de fevereiro de 1980<\/strong>, criando a primeira liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria entre a Serra e o litoral catarinense.<\/p>\n\n\n\n<p>A rodovia <strong>SC-370<\/strong>, batizada de <strong>Rodovia Pedro Kuhnen<\/strong>, percorre 57 km entre Gr\u00e3o-Par\u00e1 (a 110 m de altitude) e Urubici (a 915 m). S\u00e3o 805 metros de desn\u00edvel, com 28 km de subida, curvas de 180 graus e trechos onde caminh\u00f5es precisam manobrar tr\u00eas vezes para passar. A abertura da fenda rompeu um len\u00e7ol fre\u00e1tico, o que explica a curiosidade de haver \u00e1gua escorrendo de um lado do pared\u00e3o e nenhuma do outro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Serra do Corvo Branco guarda uma das estradas mais c\u00eanicas e desafiadoras de Santa Catarina. <\/strong>O v\u00eddeo \u00e9 do canal <strong>Algum Lugar na Terra<\/strong>, que explora destinos naturais impressionantes, e detalha a travessia entre Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Urubici, passando pelo famoso corte vertical de 90 metros na rocha:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"SERRA DO CORVO BRANCO - A estrada mais surpreendente da Serra Catarinense\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uYrvX4ZDSnQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A rocha de 160 milh\u00f5es de anos e o Aqu\u00edfero Guarani<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A forma\u00e7\u00e3o rochosa da Serra do Corvo Branco \u00e9 estimada em 160 milh\u00f5es de anos. <\/strong>O corte exp\u00f4s camadas de arenito e basalto que contam a hist\u00f3ria geol\u00f3gica do sul do <strong>Brasil<\/strong>. A serra \u00e9 um dos poucos lugares do pa\u00eds onde \u00e9 poss\u00edvel ver a olho nu a aflora\u00e7\u00e3o do <strong>Aqu\u00edfero Guarani<\/strong>, uma das maiores reservas subterr\u00e2neas de \u00e1gua doce do mundo, que se estende por quatro pa\u00edses sul-americanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo relatos locais, ap\u00f3s a abertura da fenda, a temperatura m\u00e9dia de Urubici mudou cerca de 3 graus (para mais ou para menos, conforme a esta\u00e7\u00e3o), por conta da altera\u00e7\u00e3o no fluxo de ar entre o planalto e o litoral. A serra funciona como uma esp\u00e9cie de chamin\u00e9 natural entre dois climas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/uma-cidade-onde-o-mar-invade-as-ruas-de-propositalmente-para-limpar-conquista-com-seu-patrimonio-historico-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Uma cidade onde o mar invade as ruas propositalmente para limpar conquista com seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico no Brasil.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que ver e fazer na Serra do Corvo Branco?<\/h2>\n\n\n\n<p>A serra oferece paisagens que misturam adrenalina e contempla\u00e7\u00e3o. A maioria das atra\u00e7\u00f5es fica acess\u00edvel pelo lado de Urubici.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Fenda da Serra<\/strong>: o ponto mais fotografado, onde dois pared\u00f5es de 90 metros se abrem sobre a estrada. Melhor hor\u00e1rio: meio-dia, quando o sol ilumina o fundo da garganta sem sombras.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque Altos do Corvo Branco<\/strong>: no plat\u00f4 acima da fenda, com seis mirantes panor\u00e2micos. Dois deles s\u00e3o plataformas de vidro suspensas sobre o desfiladeiro, inauguradas em 2022. Vista do <strong>C\u00e2nion Espraiado<\/strong>, do <strong>Campo dos Padres<\/strong>, do <strong>Vale do Rio Canoas<\/strong> e do litoral.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mirantes da estrada<\/strong>: ao longo da subida por Gr\u00e3o-Par\u00e1, v\u00e1rios pontos permitem parar e contemplar as curvas da serra recortadas na montanha.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fruta Fina Org\u00e2nicos<\/strong>: no caminho entre Urubici e a serra, planta\u00e7\u00e3o de morangos, framboesas, amoras e mirtilos org\u00e2nicos com sistema de colhe-e-pague.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-1024x576.png\" alt=\"Com o maior corte de rocha do Brasil e mais de 160 milh\u00f5es de anos, essa estrada leva o nome de uma ave que n\u00e3o existe nela\" class=\"wp-image-196850\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/aaa-2026-02-20T114054.652.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A Serra do Corvo Branco \u00e9 daqueles lugares que nenhuma foto consegue traduzir por inteiro. \/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando ir e como \u00e9 o clima na Serra do Corvo Branco?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O clima \u00e9 frio na maior parte do ano, com geadas frequentes no inverno e possibilidade de neve nos meses mais gelados.<\/strong> A altitude de 1.400 metros e o vento constante exigem casaco mesmo no ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  .sazonalidade-azul-container {\n    font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;\n    max-width: 900px;\n    margin: 15px auto;\n    border: 1px solid #90caf9;\n    border-radius: 12px;\n    background-color: #ffffff;\n    box-shadow: 0 4px 16px rgba(13, 71, 161, 0.06);\n    overflow: hidden;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-header {\n    background: linear-gradient(160deg, #1976d2 0%, #0d47a1 100%);\n    color: #ffffff;\n    padding: 16px 20px;\n    display: flex;\n    flex-direction: column;\n    gap: 4px;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-titulo {\n    font-size: 20px;\n    font-weight: 800;\n    line-height: 1.2;\n    letter-spacing: -0.02em;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-subtitulo {\n    font-size: 13px;\n    font-weight: 400;\n    line-height: 1.4;\n    opacity: 0.95;\n    color: #e3f2fd;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-grid {\n    display: grid;\n    grid-template-columns: 1.2fr 1fr 1.2fr 1fr 3fr;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-linha {\n    display: contents;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-th {\n    background-color: #e3f2fd;\n    color: #0d47a1;\n    font-size: 10px;\n    font-weight: 700;\n    text-transform: uppercase;\n    letter-spacing: 0.04em;\n    text-align: center;\n    padding: 12px 8px;\n    border-bottom: 2px solid #90caf9;\n    border-right: 1px solid #90caf9;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    justify-content: center;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-td {\n    font-size: 13px;\n    color: #334455;\n    padding: 12px 8px;\n    text-align: center;\n    border-bottom: 1px solid #f1f8fe;\n    border-right: 1px solid #f1f8fe;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    justify-content: center;\n    background-color: #ffffff;\n    transition: background-color 0.2s ease;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-linha:hover .sazonalidade-azul-td {\n    background-color: #f9fcff;\n  }\n\n  .sazonalidade-azul-td:last-child {\n    border-right: none;\n    justify-content: flex-start;\n    text-align: left;\n    line-height: 1.4;\n    font-weight: 500;\n    color: #2c3e50;\n  }\n\n  .estacao-destaque {\n    font-weight: 800;\n    color: #1565c0;\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    gap: 6px;\n    font-size: 14px;\n  }\n\n  .temperatura-badge {\n    font-weight: 600;\n    color: #0d47a1;\n    background-color: #bbdefb;\n    padding: 3px 8px;\n    border-radius: 6px;\n    white-space: nowrap;\n    font-size: 12px;\n  }\n\n  .chuva-tag {\n    padding: 3px 8px;\n    border-radius: 20px;\n    font-size: 11px;\n    font-weight: 700;\n    text-transform: uppercase;\n  }\n\n  .chuva-alta { background-color: #e1f5fe; 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Ideal para visitar os mirantes logo cedo e aproveitar as cachoeiras do parque.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"sazonalidade-azul-linha\">\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td estacao-destaque\" data-label=\"Esta\u00e7\u00e3o\">\ud83c\udf42 Outono<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Meses\">Mar-Mai<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Temperatura\"><span class=\"temperatura-badge\">6-20\u00b0C<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Chuva\"><span class=\"chuva-tag chuva-media\">M\u00e9dia<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"O que fazer\">Melhor luz para fotografia. Per\u00edodo em que o sol ilumina o fundo das fendas dos c\u00e2nions, como o Itaimbezinho.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"sazonalidade-azul-linha\">\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td estacao-destaque\" data-label=\"Esta\u00e7\u00e3o\">\u2744\ufe0f Inverno<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Meses\">Jun-Ago<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Temperatura\"><span class=\"temperatura-badge\">0-15\u00b0C<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Chuva\"><span class=\"chuva-tag chuva-baixa\">Baixa<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"O que fazer\">\u00c9poca de geadas frequentes, neblina e chance real de neve. \u00d3timo para curtir a gastronomia serrana e lareiras.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"sazonalidade-azul-linha\">\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td estacao-destaque\" data-label=\"Esta\u00e7\u00e3o\">\ud83c\udf53 Primavera<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Meses\">Set-Nov<\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Temperatura\"><span class=\"temperatura-badge\">7-22\u00b0C<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"Chuva\"><span class=\"chuva-tag chuva-media\">M\u00e9dia<\/span><\/div>\n      <div class=\"sazonalidade-azul-td\" data-label=\"O que fazer\">Desfrute do turismo rural com o colhe-e-pague de frutas vermelhas (morangos e mirtilos) e a flora\u00e7\u00e3o dos campos.<\/div>\n    <\/div>\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas para a regi\u00e3o de Urubici com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/4469\/urubici-sc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar conforme a altitude.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-1024x576.png\" alt=\"Com curvas de 180\u00b0 e pared\u00f5es de 90 metros, essa estrada atravessa rochas formadas h\u00e1 160 milh\u00f5es de anos\" class=\"wp-image-180424\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/aaa-2026-01-24T050636.009.png 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Maior corte em rocha do Brasil: 90m profundidade na Serra do Corvo Branco, SC-370, entre Urubici e Gr\u00e3o-Par\u00e1, 1.470m altitude.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar \u00e0 Serra do Corvo Branco<\/h2>\n\n\n\n<p>A serra fica entre <strong>Urubici<\/strong> e <strong>Gr\u00e3o-Par\u00e1<\/strong>. Partindo de Urubici, s\u00e3o 30 km pela <strong>SC-370<\/strong>, dos quais 25 km s\u00e3o asfaltados e os 5 km finais s\u00e3o de terra com buracos. As dist\u00e2ncias das principais cidades: <strong>Florian\u00f3polis<\/strong> a 196 km, <strong>Blumenau<\/strong> a 267 km, <strong>Curitiba<\/strong> a 476 km. Desde mar\u00e7o de 2025, o trecho abaixo da fenda (lado de Gr\u00e3o-Par\u00e1) est\u00e1 em obras de pavimenta\u00e7\u00e3o, com tr\u00e2nsito bloqueado. Pelo lado de Urubici, \u00e9 poss\u00edvel chegar at\u00e9 a fenda normalmente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A serra que engana pelo nome e surpreende por tudo mais<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A Serra do Corvo Branco n\u00e3o tem corvo<\/strong>, n\u00e3o tem branco e quase n\u00e3o tem asfalto. O que tem \u00e9 uma garganta de 90 metros aberta com picareta e trator, uma rocha de 160 milh\u00f5es de anos que deixa ver o Aqu\u00edfero Guarani, e uma estrada que muda o clima de uma cidade inteira ao cortar a montanha ao meio.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa parar no meio da fenda, olhar para cima e perceber que est\u00e1 dentro de uma rocha mais antiga que qualquer dinossauro que j\u00e1 pisou no planeta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na divisa entre Urubici e Gr\u00e3o-Par\u00e1, a Serra do Corvo Branco revela uma das paisagens mais impressionantes do sul do pa\u00eds. Um gigantesco corte de rocha com cerca de 90 metros de profundidade atravessa pared\u00f5es formados h\u00e1 milh\u00f5es de anos e marca a estrada que conectou o litoral \u00e0 serra catarinense. 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