{"id":254802,"date":"2026-06-07T07:40:27","date_gmt":"2026-06-07T10:40:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=254802"},"modified":"2026-06-07T07:40:29","modified_gmt":"2026-06-07T10:40:29","slug":"mancha-marrom-sargaco-atlantico-algas-recorde-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/mancha-marrom-sargaco-atlantico-algas-recorde-2025\/","title":{"rendered":"Uma mancha marrom do tamanho de um continente se formou no Atl\u00e2ntico \u2014 e os cientistas n\u00e3o sabem o que vem depois"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Vis\u00edvel do espa\u00e7o, a faixa de algas une a \u00c1frica ao Golfo do M\u00e9xico, n\u00e3o existia h\u00e1 15 anos e bateu recorde de tamanho em 2025.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Vista de cima, parece uma cicatriz marrom rasgando o azul do oceano. Ela come\u00e7a na costa da \u00c1frica Ocidental, atravessa todo o Atl\u00e2ntico e vai morrer no Golfo do M\u00e9xico, do outro lado do mundo. H\u00e1 pouco mais de uma d\u00e9cada, essa imagem simplesmente n\u00e3o existia \u2014 e \u00e9 exatamente por isso que ela tira o sono dos cientistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em maio, os sat\u00e9lites mediram o tamanho da forma\u00e7\u00e3o: <strong>37,5 milh\u00f5es de toneladas de sarga\u00e7o<\/strong>, uma alga marrom flutuante, dispostas em um cord\u00e3o praticamente cont\u00ednuo de um continente ao outro. O nome oficial \u00e9 Grande Cintura de Sarga\u00e7o do Atl\u00e2ntico (GASB, na sigla em ingl\u00eas). E o detalhe mais perturbador \u00e9 que, 15 anos atr\u00e1s, ela n\u00e3o estava l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">De curiosidade ecol\u00f3gica a fen\u00f4meno fora de controle<\/h2>\n\n\n\n<p>Por muito tempo, essas algas viveram restritas ao Mar dos Sarga\u00e7os, uma regi\u00e3o quente e pobre em nutrientes no meio do Atl\u00e2ntico. Flutuavam por ali como uma curiosidade da natureza, sem incomodar ningu\u00e9m. Esse &#8220;deserto azul&#8221; tranquilo, por\u00e9m, ficou no passado: a \u00e1rea que as algas ocupam explodiu.<\/p>\n\n\n\n<p>Um amplo estudo publicado na revista <em><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S1568988325001428?via%3Dihub\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harmful Algae<\/a><\/em>, conduzido por pesquisadores do <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Harbor_Branch_Oceanographic_Institute\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Harbor Branch Oceanographic Institute<\/a>, ligado \u00e0 Florida Atlantic University, juntou quatro d\u00e9cadas de imagens de sat\u00e9lite, levantamentos de campo e an\u00e1lises qu\u00edmicas. O resultado documenta um crescimento espetacular: a alga se reproduz cada vez mais r\u00e1pido, e a cintura n\u00e3o para de se alargar.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira apari\u00e7\u00e3o em massa foi em 2011. De l\u00e1 para c\u00e1, o fen\u00f4meno se repetiu e se intensificou quase todos os anos \u2014 a \u00fanica exce\u00e7\u00e3o foi 2013. O \u00e1pice veio em 2025, quando a cintura atingiu <strong>8.850 quil\u00f4metros de comprimento<\/strong>, mais do que o dobro da largura dos Estados Unidos continentais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Sargassum Surge\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IUKTbF-mX2E?start=3&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Impressionante extens\u00e3o de sarga\u00e7o. \u00a9 SciTech Daily<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A origem do problema n\u00e3o est\u00e1 no mar \u2014 est\u00e1 em terra firme<\/h2>\n\n\n\n<p>Como uma alga ganha essa escala continental? A resposta est\u00e1 no que ela come. O sarga\u00e7o prospera com grandes quantidades de nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo, e h\u00e1 cada vez mais desses nutrientes dispon\u00edveis na \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p>Por d\u00e9cadas, acreditou-se que o crescimento da alga era limitado em alto-mar. Mas experimentos feitos desde os anos 1980 mostraram que, em \u00e1gua rica em nutrientes, a biomassa do sarga\u00e7o pode <strong>dobrar em apenas onze dias<\/strong> \u2014 e ainda mais r\u00e1pido perto da costa. Entre 1980 e 2020, o teor de nitrog\u00eanio nos tecidos da alga subiu 55%, e a rela\u00e7\u00e3o entre nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo deu um salto de 50%.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses n\u00fameros apontam para uma mudan\u00e7a estrutural: os nutrientes deixaram de vir s\u00f3 do pr\u00f3prio oceano e passaram a chegar tamb\u00e9m do continente, carregados pelo escoamento de fertilizantes agr\u00edcolas, pelo descarte de esgoto e por dep\u00f3sitos atmosf\u00e9ricos.<\/p>\n\n\n\n<p>O rio Amazonas tem papel central nessa equa\u00e7\u00e3o. Suas cheias despejam nutrientes no Atl\u00e2ntico e turbinam a prolifera\u00e7\u00e3o das algas; nos per\u00edodos de seca, o fen\u00f4meno desacelera. Depois, correntes marinhas como a Corrente do Loop e a Corrente do Golfo carregam essas massas vegetais, formando barreiras flutuantes no Golfo do M\u00e9xico \u2014 algo j\u00e1 observado entre 2004 e 2005. Na regi\u00e3o, os nutrientes vindos dos rios Mississippi e Atchafalaya chegaram a provocar ac\u00famulos t\u00e3o grandes de alga na costa que, em 1991, uma usina nuclear na Fl\u00f3rida precisou interromper as opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que acontece quando o sarga\u00e7o chega \u00e0 praia<\/h2>\n\n\n\n<p>Aqui mora o paradoxo. O sarga\u00e7o n\u00e3o \u00e9, em si, um vil\u00e3o. A NOAA, ag\u00eancia norte-americana de oceanos e atmosfera, reconhece a alga como habitat essencial para mais de cem esp\u00e9cies, entre peixes, invertebrados e tartarugas marinhas. Em quantidade equilibrada, ela \u00e9 pe\u00e7a-chave do ecossistema.<\/p>\n\n\n\n<p>O problema \u00e9 o excesso. Quando o sarga\u00e7o chega em massa \u00e0s praias e come\u00e7a a se decompor, ele:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>libera <strong>g\u00e1s sulf\u00eddrico<\/strong>, t\u00f3xico e de cheiro forte;<\/li>\n\n\n\n<li>sufoca a faixa de areia e cria zonas mortas na \u00e1gua;<\/li>\n\n\n\n<li>danifica recifes de coral;<\/li>\n\n\n\n<li>gera preju\u00edzos severos ao turismo e \u00e0s economias locais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esses tapetes de alga em decomposi\u00e7\u00e3o ainda liberam metano e outros gases de efeito estufa, o que abre uma nova frente de preocupa\u00e7\u00e3o: o impacto do fen\u00f4meno sobre o ciclo do carbono e sobre o pr\u00f3prio clima.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um aviso em escala planet\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<p>Diante do avan\u00e7o, os cientistas pedem tr\u00eas coisas: vigil\u00e2ncia internacional, modelos de previs\u00e3o mais precisos e, sobretudo, a redu\u00e7\u00e3o do escoamento de nutrientes que sai da terra e chega ao oceano.<\/p>\n\n\n\n<p>O recado de fundo \u00e9 que a eutrofiza\u00e7\u00e3o \u2014 o excesso de nutrientes nos ecossistemas \u2014 deixou de ser um problema s\u00f3 das zonas costeiras e passou a moldar o oceano inteiro. A Grande Cintura de Sarga\u00e7o pode ser apenas o primeiro sintoma vis\u00edvel de um desequil\u00edbrio global.<\/p>\n\n\n\n<p>E fica a pergunta que ningu\u00e9m ainda consegue responder com seguran\u00e7a: com os oceanos cada vez mais quentes e o continente despejando nutrientes sem parar, quantas outras regi\u00f5es do planeta ver\u00e3o surgir, em breve, suas pr\u00f3prias mar\u00e9s marrons?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vis\u00edvel do espa\u00e7o, a faixa de algas une a \u00c1frica ao Golfo do M\u00e9xico, n\u00e3o existia h\u00e1 15 anos e bateu recorde de tamanho em 2025. Vista de cima, parece uma cicatriz marrom rasgando o azul do oceano. 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