{"id":256427,"date":"2026-06-11T12:55:00","date_gmt":"2026-06-11T15:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=256427"},"modified":"2026-06-10T15:15:02","modified_gmt":"2026-06-10T18:15:02","slug":"cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/","title":{"rendered":"Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma nova an\u00e1lise cient\u00edfica alterou de forma significativa a compreens\u00e3o sobre a origem dos cefal\u00f3podes modernos. Durante mais de duas d\u00e9cadas, o f\u00f3ssil <em>Pohlsepia mazonensis<\/em> foi apresentado como o mais antigo <strong>\u201cpolvo\u201d<\/strong> conhecido, um marco importante na hist\u00f3ria evolutiva desses animais marinhos. Com o avan\u00e7o de m\u00e9todos de imageamento, pesquisadores constataram que essa classifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o se sustentava e que o animal, na realidade, estava mais pr\u00f3ximo dos nautiloides do que dos polvos atuais, obrigando uma revis\u00e3o de livros, registros de recordes e modelos evolutivos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que mudou na hist\u00f3ria do suposto polvo mais antigo do mundo<\/h2>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o <strong>\u201cpolvo<\/strong> mais antigo do mundo\u201d, usada por anos em livros e reportagens, agora precisa ser revista. A nova investiga\u00e7\u00e3o, publicada em peri\u00f3dico internacional, utilizou luz de s\u00edncrotron para examinar o interior do f\u00f3ssil com alta resolu\u00e7\u00e3o, revelando detalhes que escapavam \u00e0 microscopia convencional.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de radia\u00e7\u00e3o permite observar microestruturas preservadas na rocha, como \u00f3rg\u00e3os internos e tra\u00e7os de tecidos moles mineralizados. T\u00e9cnicas semelhantes j\u00e1 t\u00eam sido aplicadas em outros f\u00f3sseis de cefal\u00f3podes, gerando um cen\u00e1rio mais preciso sobre quando surgiram os grupos que hoje reconhecemos como polvos, lulas e <strong>nautilos<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-256434\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esse tipo de radia\u00e7\u00e3o permite observar microestruturas preservadas na rocha, como \u00f3rg\u00e3os internos e tra\u00e7os de tecidos moles mineralizados<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a r\u00e1dula revelou a verdadeira identidade de Pohlsepia mazonensis<\/h2>\n\n\n\n<p>O ponto decisivo da reinterpreta\u00e7\u00e3o foi a identifica\u00e7\u00e3o de uma estrutura chamada r\u00e1dula, uma \u201cl\u00edngua armada\u201d com fileiras de dentes min\u00fasculos presente em muitos moluscos. Ao contar os elementos dessa r\u00e1dula, os pesquisadores encontraram pelo menos 11 estruturas em cada fileira, n\u00famero incompat\u00edvel com polvos, que costumam ter entre sete e nove, mas compat\u00edvel com padr\u00f5es mais antigos de cefal\u00f3podes j\u00e1 descritos na <strong>literatura<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os nautiloides, grupo que inclui o n\u00e1utilo moderno, apresentam cerca de 13 elementos, valor bem mais pr\u00f3ximo do observado em <em>Pohlsepia mazonensis<\/em>. Com isso, o f\u00f3ssil passou de \u201cpolvo ancestral\u201d a parente distante do n\u00e1utilo, deixando de ocupar o posto de registro mais antigo de um polvo e reposicionando-se como pe\u00e7a importante na evolu\u00e7\u00e3o dos cefal\u00f3podes conchados, especialmente na discuss\u00e3o sobre a diversifica\u00e7\u00e3o dos grupos durante o per\u00edodo <strong>Carbon\u00edfero<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os impactos na cronologia da evolu\u00e7\u00e3o dos polvos<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/1475-4983.00155\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A reinterpreta\u00e7\u00e3o do suposto polvo mais antigo tamb\u00e9m altera o cronograma<\/a> da evolu\u00e7\u00e3o dos cefal\u00f3podes de corpo mole. Enquanto <em>Pohlsepia<\/em> era considerado um representante paleoz\u00f3ico da linhagem dos polvos, a nova leitura retira esse elo da \u00e1rvore evolutiva e reduz o n\u00famero de f\u00f3sseis confi\u00e1veis para os per\u00edodos mais antigos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, isso implica que estimativas de quando surgiram caracter\u00edsticas t\u00edpicas de polvos \u2014 como corpo sem concha externa, alta flexibilidade e grande capacidade de movimenta\u00e7\u00e3o pelos bra\u00e7os \u2014 podem ter sido adiantadas em milh\u00f5es de anos. Agora, cientistas precisam reavaliar quais f\u00f3sseis realmente pertencem \u00e0 linha que leva aos polvos modernos e quais representam ramos paralelos dentro dos cefal\u00f3podes, recorrendo inclusive a modelos computacionais de rel\u00f3gio molecular para recalibrar o tempo de origem desses <strong>grupos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-256440\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-2.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-2-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">es de ser soterrado e mineralizado, um organismo passa por dias ou semanas de degrada\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a decomposi\u00e7\u00e3o pode enganar a ci\u00eancia na interpreta\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis<\/h2>\n\n\n\n<p>Um aspecto central dessa hist\u00f3ria \u00e9 o papel da decomposi\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis de partes moles. Antes de ser soterrado e mineralizado, um organismo passa por dias ou semanas de degrada\u00e7\u00e3o: tecidos se rompem, \u00f3rg\u00e3os mudam de posi\u00e7\u00e3o e partes do corpo colapsam, criando formas que n\u00e3o refletem exatamente a anatomia <strong>original<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso do <em>Pohlsepia mazonensis<\/em>, a decomposi\u00e7\u00e3o prolongada parece ter criado dobras e extens\u00f5es de tecido que lembravam bra\u00e7os de polvo. Sem acesso a detalhes internos, como a r\u00e1dula e outras estruturas finas, os primeiros pesquisadores atribu\u00edram essas fei\u00e7\u00f5es \u00e0 anatomia de um cefal\u00f3pode de corpo mole, e essa leitura foi repetida em diversos trabalhos at\u00e9 ser questionada com m\u00e9todos mais avan\u00e7ados, pr\u00e1tica que hoje \u00e9 revisitada em estudos de <strong>tafonomia<\/strong> experimental.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-256436\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1.jpg 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/polvo-1-1140x641.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um aspecto central dessa hist\u00f3ria \u00e9 o papel da decomposi\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis de partes moles<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais m\u00e9todos ajudam a evitar erros na identifica\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis antigos<\/h2>\n\n\n\n<p>Para reduzir esse tipo de equ\u00edvoco, estudos atuais tendem a integrar diferentes linhas de evid\u00eancia, combinando paleontologia cl\u00e1ssica com tecnologias de ponta. Essa abordagem multidisciplinar torna a identifica\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis mais robusta e ajuda a distinguir caracter\u00edsticas anat\u00f4micas reais de efeitos produzidos pela <strong>decomposi\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>an\u00e1lises qu\u00edmicas dos minerais que substitu\u00edram os <strong>tecidos<\/strong>;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Compara\u00e7\u00f5es detalhadas com esp\u00e9cies atuais de polvos, lulas e nautiloides, modelos experimentais que simulam a decomposi\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio e t\u00e9cnicas de imageamento avan\u00e7ado, como a luz de s\u00edncrotron, completam esse esfor\u00e7o. O caso de <em>Pohlsepia mazonensis<\/em> ilustra como o conhecimento cient\u00edfico permanece em constante atualiza\u00e7\u00e3o e depende diretamente das ferramentas dispon\u00edveis para revelar detalhes antes invis\u00edveis em f\u00f3sseis antigos, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia de revis\u00f5es cr\u00edticas em cole\u00e7\u00f5es preservadas em museus de <strong>hist\u00f3ria<\/strong> natural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma nova an\u00e1lise cient\u00edfica alterou de forma significativa a compreens\u00e3o sobre a origem dos cefal\u00f3podes modernos. Durante mais de duas d\u00e9cadas, o f\u00f3ssil Pohlsepia mazonensis foi apresentado como o mais antigo \u201cpolvo\u201d conhecido, um marco importante na hist\u00f3ria evolutiva desses animais marinhos. Com o avan\u00e7o de m\u00e9todos de imageamento, pesquisadores constataram que essa classifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":256657,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"polvo mais antigo do mundo","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"Uma nova investiga\u00e7\u00e3o revelou que o f\u00f3ssil considerado o polvo mais antigo do mundo foi identificado de forma incorreta durante d\u00e9cadas.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[112],"tags":[736,17531,20937],"class_list":["post-256427","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","tag-ciencia","tag-polvo","tag-polvo-mais-antigo-do-mundo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo - Correio Braziliense - Radar<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Uma nova investiga\u00e7\u00e3o revelou que o f\u00f3ssil considerado o polvo mais antigo do mundo foi identificado de forma incorreta durante d\u00e9cadas.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo - Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Uma nova investiga\u00e7\u00e3o revelou que o f\u00f3ssil considerado o polvo mais antigo do mundo foi identificado de forma incorreta durante d\u00e9cadas.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Correio Braziliense - Radar\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-06-11T15:55:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Polvo_mais_antigo_no_mar_202606101453.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Daniely Cardoso\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Daniely Cardoso\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo - Correio Braziliense - Radar","description":"Uma nova investiga\u00e7\u00e3o revelou que o f\u00f3ssil considerado o polvo mais antigo do mundo foi identificado de forma incorreta durante d\u00e9cadas.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo - Correio Braziliense - Radar","og_description":"Uma nova investiga\u00e7\u00e3o revelou que o f\u00f3ssil considerado o polvo mais antigo do mundo foi identificado de forma incorreta durante d\u00e9cadas.","og_url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/","og_site_name":"Correio Braziliense - Radar","article_published_time":"2026-06-11T15:55:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Polvo_mais_antigo_no_mar_202606101453.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Daniely Cardoso","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Daniely Cardoso","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/","name":"Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo - Correio Braziliense - Radar","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Polvo_mais_antigo_no_mar_202606101453.jpg","datePublished":"2026-06-11T15:55:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/7356666e12ec0ee53f348ee5db227032"},"description":"Uma nova investiga\u00e7\u00e3o revelou que o f\u00f3ssil considerado o polvo mais antigo do mundo foi identificado de forma incorreta durante d\u00e9cadas.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Polvo_mais_antigo_no_mar_202606101453.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Polvo_mais_antigo_no_mar_202606101453.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Descobertas cient\u00edficas podem mudar interpreta\u00e7\u00f5es sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos cefal\u00f3podes"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/cientistas-descobriram-que-o-polvo-mais-antigo-do-mundo-talvez-nunca-tenha-sido-um-polvo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Cientistas descobriram que o polvo mais antigo do mundo talvez nunca tenha sido um polvo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#website","url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/","name":"Correio Braziliense - Radar","description":"Acompanhe as \u00faltimas not\u00edcias e fique bem informado sobre tudo o que acontece no Brasil e no mundo.","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/7356666e12ec0ee53f348ee5db227032","name":"Daniely Cardoso","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b80ddbd124d1f071b626d52d62e5dff?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/4b80ddbd124d1f071b626d52d62e5dff?s=96&d=mm&r=g","caption":"Daniely Cardoso"},"description":"Redatora nos portais CB Radar e EM Foco, formada pela Universidade Federal de Goi\u00e1s, em Goi\u00e2nia. Apaixonada por comunica\u00e7\u00e3o, arte, decora\u00e7\u00e3o e tend\u00eancias, atuo na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados envolventes sobre curiosidades, moda, beleza e paisagismo, sempre com um olhar atento \u00e0s novidades do momento.","sameAs":["https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar"],"url":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/author\/danielymyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/256427","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=256427"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/256427\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":256441,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/256427\/revisions\/256441"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media\/256657"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=256427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=256427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=256427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}