{"id":257651,"date":"2026-06-13T04:55:00","date_gmt":"2026-06-13T07:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=257651"},"modified":"2026-06-12T05:38:21","modified_gmt":"2026-06-12T08:38:21","slug":"uma-cidade-flutuante-de-1-000-anos-sobre-92-ilhas-artificiais-que-ninguem-sabe-como-foi-construida-e-guarda-ate-lendas-de-dragoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/uma-cidade-flutuante-de-1-000-anos-sobre-92-ilhas-artificiais-que-ninguem-sabe-como-foi-construida-e-guarda-ate-lendas-de-dragoes\/","title":{"rendered":"Uma cidade flutuante de 1.000 anos sobre 92 ilhas artificiais que ningu\u00e9m sabe como foi constru\u00edda e guarda at\u00e9 lendas de drag\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Muros emergem da lagoa como costelas de uma civiliza\u00e7\u00e3o afogada<\/strong>. <strong>Nan Madol<\/strong> \u00e9 uma cidade flutuante no litoral sudeste da ilha de <strong>Pohnpei<\/strong>, \u00e9 um labirinto de 92 ilhotas artificiais constru\u00eddas com colunas de rocha vulc\u00e2nica sobre um recife de coral. Nenhuma roda, nenhuma roldana, nenhum metal. Apenas for\u00e7a humana, \u00e1gua salgada e um mist\u00e9rio que a arqueologia ainda n\u00e3o resolveu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a arqueologia conseguiu descobrir sobre Nan Madol?<\/h2>\n\n\n\n<p>As pesquisas arqueol\u00f3gicas indicam que a fase monumental de <strong>Nan Madol<\/strong> come\u00e7ou entre os s\u00e9culos XII e XIII. Estudos de data\u00e7\u00e3o mostram que enormes colunas de basalto foram extra\u00eddas de forma\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas localizadas a dezenas de quil\u00f4metros do local da constru\u00e7\u00e3o e transportadas at\u00e9 o recife onde a cidade foi erguida. Ao longo de s\u00e9culos, os habitantes da regi\u00e3o moveram uma quantidade impressionante de pedra para criar plataformas, muralhas e canais artificiais que formariam o complexo cerimonial e pol\u00edtico da antiga dinastia Saudeleur. Segundo o <a href=\"https:\/\/smarthistory.org\/nan-madol\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Smarthistory<\/strong><\/a>, o peso total do basalto movido ao longo de quatro s\u00e9culos chega a cerca de 750 mil toneladas m\u00e9tricas, uma m\u00e9dia de 1.850 toneladas por ano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O aspecto mais intrigante continua sendo a engenharia empregada na obra.<\/strong> Algumas colunas de basalto pesam dezenas de toneladas e foram encaixadas sem argamassa em estruturas que permanecem est\u00e1veis ap\u00f3s mais de oitocentos anos expostas \u00e0 a\u00e7\u00e3o das mar\u00e9s. Embora existam teorias envolvendo jangadas, sistemas de flutua\u00e7\u00e3o e grande mobiliza\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra, ainda n\u00e3o h\u00e1 consenso sobre como uma sociedade insular conseguiu transportar e posicionar blocos t\u00e3o pesados com os recursos dispon\u00edveis na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-33.png\" alt=\"O enigma da cidade flutuante de 1.000 anos constru\u00edda sobre 92 ilhas artificiais que ningu\u00e9m sabe como foi erguida e tem lendas de drag\u00f5es\" class=\"wp-image-209764\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-33.png 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-33-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-33-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-33-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-33-1140x641.png 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica entre governantes e governados refor\u00e7ava uma aura de autoridade divina que os sacerdotes cultivavam com rituais elaborados. \/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">De onde vinha o poder dos governantes da cidade flutuante<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>dinastia Saudeleur<\/strong> governou Pohnpei por cerca de quatro s\u00e9culos a partir de Nan Madol, unificando uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 25 mil pessoas. Segundo o <a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/places\/nan-madol.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>U.S. National Park Service<\/strong><\/a>, esse sistema representa o primeiro exemplo conhecido de poder pol\u00edtico centralizado no Pac\u00edfico ocidental. A cidade n\u00e3o tinha \u00e1gua doce nem terras cultiv\u00e1veis. Todo alimento e toda \u00e1gua chegavam de canoa, trazidos por plebeus obrigados a sustentar a nobreza isolada no mar.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse isolamento era estrat\u00e9gico. Os Saudeleur for\u00e7avam chefes rivais a morar nas ilhotas para vigi\u00e1-los de perto. A separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica entre governantes e governados refor\u00e7ava uma aura de autoridade divina que os sacerdotes cultivavam com rituais elaborados.<\/p>\n\n\n\n<p>O v\u00eddeo \u00e9 do canal <strong>Pontos Chave da Hist\u00f3ria<\/strong>, com cerca de <strong>11,6\u00a0mil inscritos<\/strong> refer\u00eancia com foco em grandes enigmas, e detalha as constru\u00e7\u00f5es, o transporte das pedras e o abandono de Nan Madol:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Nan Madol: Por Que Essa Cidade Foi Abandonada? E Est\u00e1 Desmoronando em Sil\u00eancio\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XHpA2p-17J4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A enguia sagrada que decidia o destino da ilha<\/h2>\n\n\n\n<p>Na ilhota de <strong>Idehd<\/strong>, sacerdotes realizavam anualmente a cerim\u00f4nia chamada <strong>Pwung en Sapw<\/strong>. Uma tartaruga marinha era cozida, e suas v\u00edsceras oferecidas a <strong>Nan Samol<\/strong>, uma enguia-moreia gigante mantida em um po\u00e7o de \u00e1gua salgada. Se a enguia aceitasse a oferta, o deus da agricultura estava satisfeito com a conduta dos habitantes. A <a href=\"https:\/\/www.csrmfoundation.org\/new-blog\/2018\/12\/14\/the-sacred-eels-and-turtles-of-nan-madol\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Cultural Site Research and Management Foundation (CSRM)<\/strong><\/a> documenta que a tartaruga tamb\u00e9m simbolizava os tr\u00eas distritos pol\u00edticos de Pohnpei.<\/p>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.metmuseum.org\/toah\/hd\/nmad\/hd_nmad.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Metropolitan Museum of Art<\/strong><\/a> destaca que escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas encontraram vest\u00edgios dos pequenos canais por onde as enguias entravam e restos das tartarugas sacrificiais, confirmando relatos orais transmitidos por s\u00e9culos. Ainda hoje, enguias s\u00e3o consideradas sagradas em Pohnpei e n\u00e3o s\u00e3o consumidas pela popula\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Muros de 7,5 metros protegem o t\u00famulo real<\/h2>\n\n\n\n<p>A estrutura mais imponente de Nan Madol \u00e9 <strong>Nandauwas<\/strong>, a ilhota funer\u00e1ria real. Suas paredes de basalto colunar chegam a 7,5 metros de altura e cercam um p\u00e1tio central com a tumba do primeiro Saudeleur. O setor mortu\u00e1rio, chamado <strong>Madol Powe<\/strong>, ocupa 58 das ilhotas e era habitado principalmente por sacerdotes.<\/p>\n\n\n\n<p>A cidade funcionava como um organismo: cada ilhota cumpria um papel definido pela hierarquia Saudeleur. O mapeamento arqueol\u00f3gico revelou ao menos cinco fun\u00e7\u00f5es distintas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Nandauwas<\/strong>: t\u00famulo real do primeiro Saudeleur, protegido por muros de at\u00e9 7,5 metros.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dapahu<\/strong>: estaleiro onde canoas eram constru\u00eddas para o transporte entre ilhotas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Peinering<\/strong>: centro de produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de coco usado em cerim\u00f4nias religiosas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Idehd<\/strong>: sede do ritual anual da enguia sagrada e dos sacrif\u00edcios de tartaruga.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pwalahng<\/strong> e <strong>Usendau<\/strong>: postos de comunica\u00e7\u00e3o onde trombetas de concha e tambores transmitiam ordens oficiais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A parte administrativa, <strong>Madol Pah<\/strong>, ficava a sudoeste e abrigava pal\u00e1cios e resid\u00eancias da nobreza. A divis\u00e3o entre setor sagrado e setor pol\u00edtico refor\u00e7ava o controle dos Saudeleur sobre toda a ilha de Pohnpei.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-31.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-209766\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-31.png 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-31-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-31-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-31-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-31-1140x641.png 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A linha do tempo de Nan Madol revela como a cidade passou de centro de poder a ru\u00edna amea\u00e7ada em menos de um mil\u00eanio. \/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/uma-pequena-italia-no-interior-do-sul-com-2-600-moradores-e-a-maior-produtora-de-uvas-preserva-tradicoes-e-encanta-turistas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Uma pequena It\u00e1lia no interior do Sul com 2.600 moradores \u00e9 a maior produtora de uvas, preserva tradi\u00e7\u00f5es e encanta turistas.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Patrim\u00f4nio Mundial e amea\u00e7a simult\u00e2nea<\/h2>\n\n\n\n<p>Em <strong>15 de julho de 2016<\/strong>, a <strong>UNESCO<\/strong> inscreveu Nan Madol na Lista do Patrim\u00f4nio Mundial e, no mesmo ato, na Lista do Patrim\u00f4nio em Perigo, o primeiro s\u00edtio da <strong>Micron\u00e9sia<\/strong> a receber ambas as designa\u00e7\u00f5es. A amea\u00e7a principal \u00e9 o assoreamento dos canais, que acelera o crescimento descontrolado de manguezais. As ra\u00edzes penetram entre as colunas de basalto e desestabilizam muros que resistiram a s\u00e9culos de mar\u00e9s.<\/p>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/hpo.pohnpeistate.gov.fm\/nan-madol-site\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Pohnpei State Historic Preservation Office<\/strong><\/a> administra o s\u00edtio em parceria com chefes tradicionais Nahnmwarki, que mant\u00eam autoridade costumeira sobre o territ\u00f3rio. A eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar no Pac\u00edfico adiciona urg\u00eancia: sem interven\u00e7\u00e3o, a cidade que desafiou a engenharia pode sucumbir \u00e0 pr\u00f3pria \u00e1gua que a cerca.<\/p>\n\n\n\n<p>A linha do tempo de Nan Madol revela como a cidade passou de centro de poder a ru\u00edna amea\u00e7ada em menos de um mil\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  \/* --- GRID DE CRONOLOGIA --- *\/\n  .madol-grid {\n    font-family: \"Inter\", -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif !important;\n    width: 100% !important;\n    max-width: 1000px !important;\n    margin: 25px auto !important;\n    display: grid !important;\n    grid-template-columns: repeat(3, 1fr) !important;\n    gap: 16px !important; \n    box-sizing: border-box !important;\n  }\n\n  \/* --- CARDS DE EVENTO --- *\/\n  .event-card {\n    background: #ffffff !important;\n    border: 1px solid #e5e5e5 !important;\n    border-radius: 12px !important;\n    padding: 20px 18px !important; \n    box-shadow: 0 4px 12px rgba(0, 0, 0, 0.04) !important;\n    display: flex !important;\n    flex-direction: column !important;\n    gap: 12px !important; \n  }\n\n  \/* --- CABE\u00c7ALHO DO CARD --- *\/\n  .ec-header {\n    display: flex !important;\n    justify-content: flex-start !important;\n    align-items: center !important;\n  }\n\n  .ec-periodo {\n    font-size: 0.75rem !important;\n    color: #0284c7 !important;\n    background: #e0f2fe !important;\n    padding: 4px 10px !important;\n    border-radius: 6px !important;\n    font-weight: 700 !important;\n    letter-spacing: 0.5px !important;\n  }\n\n  \/* --- T\u00cdTULO E IMPACTO --- *\/\n  .ec-evento {\n    font-size: 1.05rem !important;\n    font-weight: 700 !important;\n    color: #1f2937 !important;\n    line-height: 1.3 !important;\n  }\n\n  .ec-impacto {\n    font-size: 0.88rem !important;\n    color: #4b5563 !important;\n    line-height: 1.5 !important;\n    border-top: 1px solid #f3f4f6 !important;\n    padding-top: 12px !important;\n    margin-top: auto !important;\n  }\n\n  \/* --- CARD DE INFORMA\u00c7\u00c3O DESTAQUE --- *\/\n  .madol-info {\n    grid-column: 1 \/ -1 !important;\n    background: #f0f9ff !important;\n    border: 1px solid #bae6fd !important;\n    border-radius: 12px !important;\n    padding: 14px 18px !important;\n    font-size: 0.85rem !important;\n    color: #0c4a6e !important;\n    font-style: italic;\n    font-weight: 600 !important;\n    display: flex !important;\n    align-items: center !important;\n    gap: 10px !important;\n    line-height: 1.4 !important;\n  }\n\n  .info-ponto {\n    min-width: 6px !important;\n    height: 6px !important;\n    background: #0284c7 !important;\n    border-radius: 50% !important;\n  }\n\n  \/* --- RESPONSIVIDADE --- *\/\n  @media (max-width: 900px) {\n    .madol-grid {\n      grid-template-columns: repeat(2, 1fr) !important;\n    }\n  }\n\n  @media (max-width: 600px) {\n    .madol-grid {\n      grid-template-columns: 1fr !important;\n    }\n  }\n<\/style>\n\n<div class=\"google-auto-ads-ignore madol-grid\">\n\n  <!-- Evento 1 -->\n  <div class=\"event-card\">\n    <div class=\"ec-header\">\n      <span class=\"ec-periodo\">1180-1200 d.C.<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"ec-evento\">In\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o megal\u00edtica<\/div>\n    <div class=\"ec-impacto\">Basalto transportado por mais de 40 km at\u00e9 o recife de coral.<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- Evento 2 -->\n  <div class=\"event-card\">\n    <div class=\"ec-header\">\n      <span class=\"ec-periodo\">~1628<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"ec-evento\">Queda da dinastia Saudeleur<\/div>\n    <div class=\"ec-impacto\">Invas\u00e3o de Isokelekel encerra definitivamente o governo centralizado na regi\u00e3o.<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- Evento 3 -->\n  <div class=\"event-card\">\n    <div class=\"ec-header\">\n      <span class=\"ec-periodo\">1874<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"ec-evento\">Primeira descri\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/div>\n    <div class=\"ec-impacto\">O etn\u00f3grafo polon\u00eas J. S. Kubary documenta detalhadamente as ru\u00ednas arqueol\u00f3gicas.<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- Evento 4 -->\n  <div class=\"event-card\">\n    <div class=\"ec-header\">\n      <span class=\"ec-periodo\">1985<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"ec-evento\">Marco Hist\u00f3rico Nacional dos EUA<\/div>\n    <div class=\"ec-impacto\">Prote\u00e7\u00e3o federal garantida \u00e0s estruturas como um importante distrito arqueol\u00f3gico.<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- Evento 5 -->\n  <div class=\"event-card\">\n    <div class=\"ec-header\">\n      <span class=\"ec-periodo\">2016<\/span>\n    <\/div>\n    <div class=\"ec-evento\">Patrim\u00f4nio Mundial (UNESCO)<\/div>\n    <div class=\"ec-impacto\">Reconhecimento global oficial e inclus\u00e3o simult\u00e2nea na Lista do Patrim\u00f4nio em Perigo.<\/div>\n  <\/div>\n\n  <!-- Informa\u00e7\u00e3o Destaque -->\n  <div class=\"madol-info\">\n    <div class=\"info-ponto\"><\/div>\n    <span>Informa\u00e7\u00e3o: Nan Madol \u00e9 a \u00fanica cidade antiga erguida sobre um recife de coral, representando um dos maiores feitos da engenharia oce\u00e2nica da hist\u00f3ria.<\/span>\n  <\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Fontes: <a href=\"https:\/\/whc.unesco.org\/en\/list\/1503\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>UNESCO<\/strong><\/a> e <a href=\"https:\/\/www.nps.gov\/places\/nan-madol.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>U.S. National Park Service<\/strong><\/a>.<\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-32.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-209765\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-32.png 1280w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-32-300x169.png 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-32-768x432.png 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-32-750x422.png 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/aaa-32-1140x641.png 1140w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Se algum lugar no planeta merece ser visto antes que o oceano decida reclam\u00e1-lo de volta, \u00e9 esse labirinto de pedra perdido na Micron\u00e9sia. \/ Cr\u00e9ditos: Wikip\u00e9dia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A lenda dos feiticeiros e do drag\u00e3o voador<\/h2>\n\n\n\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o oral de Pohnpei atribui a funda\u00e7\u00e3o de Nan Madol aos irm\u00e3os <strong>Olisihpa<\/strong> e <strong>Olosohpa<\/strong>, feiticeiros vindos da m\u00edtica terra de <strong>Katau Ocidental<\/strong>. Segundo a <a href=\"https:\/\/whc.unesco.org\/en\/list\/1503\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>UNESCO<\/strong><\/a>, os dois teriam navegado em uma grande canoa at\u00e9 encontrar o local ideal para erguer um altar ao deus da agricultura, <strong>Nahnisohn Sahpw<\/strong>. A lenda diz que levitaram as pedras gigantescas com a ajuda de um drag\u00e3o voador.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando Olisihpa morreu de velhice, Olosohpa casou-se com uma mulher local e fundou a dinastia Saudeleur, que gerou dezesseis governantes ao longo de doze gera\u00e7\u00f5es. As ru\u00ednas tamb\u00e9m inspiraram a fic\u00e7\u00e3o moderna: o escritor <strong>H.P. Lovecraft<\/strong> usou relatos sobre Nan Madol como base para criar <strong>R&#8217;lyeh<\/strong>, a cidade submersa de Cthulhu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um enigma de cidade flutuante que o oceano ainda guarda<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Nan Madol \u00e9 uma contradi\u00e7\u00e3o monumental: uma metr\u00f3pole sem \u00e1gua pot\u00e1vel, erguida no mar por um povo sem escrita, sem metal e sem roda. <\/strong>Os muros negros de basalto continuam de p\u00e9 sobre o coral, silenciosos como os construtores que os empilharam pedra por pedra h\u00e1 mais de oito s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p>Se algum lugar no planeta merece ser visto antes que o oceano decida reclam\u00e1-lo de volta, \u00e9 esse labirinto de pedra perdido na Micron\u00e9sia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muros emergem da lagoa como costelas de uma civiliza\u00e7\u00e3o afogada. Nan Madol \u00e9 uma cidade flutuante no litoral sudeste da ilha de Pohnpei, \u00e9 um labirinto de 92 ilhotas artificiais constru\u00eddas com colunas de rocha vulc\u00e2nica sobre um recife de coral. Nenhuma roda, nenhuma roldana, nenhum metal. Apenas for\u00e7a humana, \u00e1gua salgada e um mist\u00e9rio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":209840,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"cidade flutuante","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"Constru\u00edda sobre 92 ilhas artificiais h\u00e1 cerca de mil anos, essa cidade flutuante mistura hist\u00f3ria, mist\u00e9rio e antigas lendas de drag\u00f5es.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[108,111],"tags":[16256,16255,16253,16254],"class_list":["post-257651","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidades","category-turismo","tag-cidade-antiga","tag-ilha-flutuante","tag-nan-madol","tag-pohnpei"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.6 - 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