{"id":271953,"date":"2026-07-10T10:25:00","date_gmt":"2026-07-10T13:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=271953"},"modified":"2026-07-10T04:05:17","modified_gmt":"2026-07-10T07:05:17","slug":"a-pequena-cidade-da-serra-gaucha-que-produz-mais-uvas-que-qualquer-outra-da-america-latina-e-mantem-um-idioma-unico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-pequena-cidade-da-serra-gaucha-que-produz-mais-uvas-que-qualquer-outra-da-america-latina-e-mantem-um-idioma-unico\/","title":{"rendered":"A pequena cidade da Serra Ga\u00facha que produz mais uvas que qualquer outra da Am\u00e9rica Latina e mant\u00e9m um idioma \u00fanico"},"content":{"rendered":"\n<p>No alto de uma colina da <strong>Serra Ga\u00facha<\/strong>, <strong>Monte Belo do Sul<\/strong> preserva uma das identidades italianas mais marcantes do Brasil. Com cerca de <strong>2.700 habitantes<\/strong>, o munic\u00edpio re\u00fane milhares de hectares de parreirais, vin\u00edcolas familiares e uma paisagem que lembra vilarejos do norte da <strong>It\u00e1lia<\/strong>. Integrante do <strong>Vale dos Vinhedos<\/strong>, a cidade se destaca pela produ\u00e7\u00e3o de uvas, vinhos naturais e pela tradi\u00e7\u00e3o mantida por gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A col\u00f4nia italiana que manteve o dialeto e a cultura vivos<\/h2>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria de <strong>Monte Belo do Sul<\/strong> come\u00e7ou em <strong>1877<\/strong>, quando <strong>416 fam\u00edlias italianas<\/strong> chegaram \u00e0 regi\u00e3o vindas de diferentes \u00e1reas do norte da <strong>It\u00e1lia<\/strong>, incluindo <strong>Udine<\/strong>, <strong>Mantova<\/strong>, <strong>Veneza<\/strong>, <strong>Treviso<\/strong> e outras prov\u00edncias. O munic\u00edpio se tornou um caso raro de coloniza\u00e7\u00e3o formada exclusivamente por imigrantes italianos em sua origem, preservando costumes que continuam presentes no cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<p>O dialeto <strong>v\u00eaneto<\/strong>, as cantinas familiares e as festas comunit\u00e1rias ainda fazem parte da rotina local. A tradi\u00e7\u00e3o vitivin\u00edcola cresceu junto com a comunidade: em <strong>1913<\/strong>, a <strong>Fam\u00edlia Franzoni<\/strong> j\u00e1 produzia milhares de litros de vinhos e licores, mostrando que a rela\u00e7\u00e3o entre a cidade e as uvas come\u00e7ou h\u00e1 mais de um s\u00e9culo. Hoje, as certifica\u00e7\u00f5es de <strong>Indica\u00e7\u00e3o de Proced\u00eancia<\/strong> e <strong>Denomina\u00e7\u00e3o de Origem do Vale dos Vinhedos<\/strong> refor\u00e7am a qualidade dos produtos feitos na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596-1024x576.jpg\" alt=\"A pequena cidade da Serra Ga\u00facha que produz mais uvas que qualquer outra da Am\u00e9rica Latina e mant\u00e9m um idioma \u00fanico\" class=\"wp-image-182932\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561306596.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Visite vin\u00edcolas, Piazza Schiavon e trilhas em Monte Belo do Sul: um ref\u00fagio sereno na rota dos vinhos italianos. \/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ lltrarbach<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A terra dos espumantes que conquistou o Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p>A voca\u00e7\u00e3o de <strong>Monte Belo do Sul<\/strong> aparece principalmente nos parreirais que cobrem as encostas da cidade. Dos <strong>2.270 hectares<\/strong> cultivados, uma grande parte \u00e9 dedicada a variedades nobres usadas na produ\u00e7\u00e3o de vinhos de alta qualidade. O munic\u00edpio se tornou um dos principais polos de <strong>uvas brancas do Rio Grande do Sul<\/strong>, mat\u00e9ria-prima essencial para espumantes finos que chegam a diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o tradicional, a cidade ganhou destaque pelo movimento dos <strong>vinhos naturais<\/strong>, com pequenos produtores que apostam em pr\u00e1ticas como agricultura biodin\u00e2mica e fermenta\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas. Essa busca por m\u00e9todos menos industrializados transformou <strong>Monte Belo do Sul<\/strong> em uma refer\u00eancia para quem procura r\u00f3tulos autorais e com identidade pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m aparece fora das garrafas. A <strong>Vin\u00edcola Monte Bello<\/strong> ficou marcada por registrar uma das primeiras marcas de vinho comercializadas no Brasil, enquanto a <strong>Tanoaria Mesacaza<\/strong> se tornou refer\u00eancia na fabrica\u00e7\u00e3o artesanal de barricas de carvalho franc\u00eas. Grandes produtores, como <strong>Chandon<\/strong> e <strong>Valduga<\/strong>, tamb\u00e9m utilizam uvas cultivadas no munic\u00edpio para seus r\u00f3tulos, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia da pequena cidade no cen\u00e1rio vitivin\u00edcola nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>No document\u00e1rio de <strong>Diogo Elzinga,<\/strong> a cidade \u00e9 revelada como um lugar onde a tradi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas para turistas, mas faz parte do cotidiano dos seus cerca de 2.700 habitantes:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"A ALMA ITALIANA da Serra Ga\u00facha | Monte Belo do Sul [DOCUMENT\u00c1RIO]\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VZxqF9h79d8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer entre vinhedos e capit\u00e9is?<\/h2>\n\n\n\n<p>Monte Belo do Sul \u00e9 destino de enoturismo e slow travel. As atra\u00e7\u00f5es ficam distribu\u00eddas entre o centro, as linhas rurais e as estradas que cortam os vinhedos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Vin\u00edcola Calza<\/strong>: refer\u00eancia em espumantes de m\u00e9todo tradicional e vinhos de boutique. Projeto de castas italianas com degusta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Famiglia Tasca<\/strong>: museu que narra a hist\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o, com piquenique ao ar livre entre parreirais, sucos e geleias artesanais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa Marques Pereira<\/strong>: nasceu de uma paix\u00e3o familiar por vinho. Degusta\u00e7\u00e3o de linhas Reserva, Gran Reserva e espumantes.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tanoaria Mesacaza<\/strong>: ateli\u00ea onde se acompanha a fabrica\u00e7\u00e3o artesanal de barricas de carvalho. Visita com agendamento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mirante de Monte Belo<\/strong>: na pra\u00e7a central, com vista panor\u00e2mica do <strong>Vale do Rio das Antas<\/strong> e de <strong>Bento Gon\u00e7alves<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Igreja Matriz de S\u00e3o Francisco de Assis<\/strong>: constru\u00edda entre 1959 e 1965, com torres de 65 metros. Seus sinos foram adquiridos em <strong>P\u00e1dova<\/strong> em 1920 e se chamam Belina, Becker e Scalabrina.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A polenta que virou espet\u00e1culo na Serra Ga\u00facha<\/h2>\n\n\n\n<p>Em <strong>Monte Belo do Sul<\/strong>, a heran\u00e7a italiana vai muito al\u00e9m dos vinhedos. O maior s\u00edmbolo dessa liga\u00e7\u00e3o aparece no <strong>Polenta\u00e7o<\/strong>, evento que transforma um prato simples dos imigrantes em uma grande celebra\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Durante a programa\u00e7\u00e3o da <strong>Festa do Agricultor<\/strong>, moradores e visitantes acompanham o famoso \u201ctombo da polenta gigante\u201d, quando uma pe\u00e7a de <strong>800 kg<\/strong> \u00e9 virada de uma s\u00f3 vez diante do p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o representa a import\u00e2ncia da polenta na hist\u00f3ria das fam\u00edlias que colonizaram a regi\u00e3o, alimento que atravessou gera\u00e7\u00f5es e permaneceu como marca da cultura local. Al\u00e9m do desafio gastron\u00f4mico, a festa re\u00fane apresenta\u00e7\u00f5es musicais, concurso de esculturas feitas com polenta e outras atra\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0s ra\u00edzes italianas.<\/p>\n\n\n\n<p>O calend\u00e1rio cultural tamb\u00e9m inclui o <strong>Vieni Vivere la Vita Festival<\/strong> e a <strong>Festa de Abertura da Vindima<\/strong>, realizada entre janeiro e mar\u00e7o, per\u00edodo em que os visitantes acompanham a colheita das uvas e experimentam o mosto rec\u00e9m-produzido. Na mesa, a tradi\u00e7\u00e3o aparece em receitas como massas artesanais, galeto al primo canto, queijos coloniais, polenta frita e pratos preparados com os sabores da imigra\u00e7\u00e3o italiana.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424-1024x576.jpg\" alt=\"Uma pequena It\u00e1lia no interior do Sul com apenas 2.600 moradores preserva sua cultura intocada e recebe turistas com hospitalidade\" class=\"wp-image-182930\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Monte-Belo-do-Sul_1769561262424.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"> Monte Belo do Sul, RS, Vale dos Vinhedos com parreirais, mirante Dal Castel e coloniza\u00e7\u00e3o italiana preservada. \/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ lltrarbach<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-ilha-portuguesa-eleita-11-vezes-seguida-a-melhor-do-mundo-guarda-uma-floresta-de-20-milhoes-de-anos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A ilha portuguesa eleita 11 vezes seguida a melhor do mundo guarda uma floresta de 20 milh\u00f5es de anos.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando ir a Monte Belo do Sul e como \u00e9 o clima na serra?<\/h2>\n\n\n\n<p>O clima \u00e9 temperado de altitude, com invernos frios e ver\u00f5es amenos. A vindima (colheita da uva) acontece entre janeiro e mar\u00e7o. O inverno \u00e9 ideal para degusta\u00e7\u00f5es com fondue e sopas nas cantinas.<\/p>\n\n\n\n<style>\n  \/* --- CONTAINER GERAL --- *\/\n  .mbs-cards-wrapper {\n    font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, \"Segoe UI\", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;\n    max-width: 1100px;\n    margin: 20px auto;\n    color: #334455;\n    padding: 10px;\n  }\n\n  \/* --- GRID DE CARDS (DESKTOP - 4 COLUNAS) --- *\/\n  .mbs-grid {\n    display: grid;\n    grid-template-columns: repeat(4, 1fr);\n    gap: 15px;\n  }\n\n  \/* --- ESTILO DO CARD --- *\/\n  .mbs-card {\n    background-color: #ffffff;\n    border: 1px solid #e3f2fd;\n    border-radius: 20px;\n    padding: 25px 15px;\n    display: flex;\n    flex-direction: column;\n    align-items: center;\n    text-align: center;\n    box-shadow: 0 4px 12px rgba(13, 71, 161, 0.03);\n    transition: transform 0.2s ease;\n  }\n\n  @media (min-width: 769px) {\n    .mbs-card:hover {\n      transform: translateY(-5px);\n      box-shadow: 0 8px 20px rgba(13, 71, 161, 0.08);\n      border-color: #bbdefb;\n    }\n  }\n\n  \/* --- ELEMENTOS INTERNOS (AZUL) --- *\/\n  .mbs-estacao { \n    font-size: 15px; \n    font-weight: 800; \n    color: #1976d2;\n    text-transform: uppercase;\n    letter-spacing: 1.2px;\n    margin-bottom: 5px;\n  }\n\n  .mbs-meses { \n    font-size: 10px; \n    text-transform: uppercase; \n    font-weight: 700; \n    color: #90caf9;\n    margin-bottom: 15px;\n  }\n\n  .mbs-temp-valor { \n    font-size: 26px; \n    font-weight: 800; \n    color: #0d47a1;\n    margin-bottom: 2px;\n  }\n\n  .mbs-temp-label {\n    font-size: 9px;\n    color: #90caf9;\n    text-transform: uppercase;\n    font-weight: 600;\n    margin-bottom: 15px;\n  }\n\n  .mbs-desc { \n    font-size: 13px; \n    line-height: 1.5; \n    color: #455a64;\n    margin-bottom: 20px;\n    flex-grow: 1;\n  }\n\n  .mbs-tag-chuva { \n    padding: 6px 14px; \n    border-radius: 20px; \n    font-size: 9px; \n    font-weight: 700; \n    text-transform: uppercase;\n    display: inline-flex;\n    align-items: center;\n    gap: 5px;\n    background-color: #f1f8fe;\n    color: #1976d2;\n    border: 1px solid #bbdefb;\n    margin-top: auto;\n  }\n\n  \/* --- MOBILE --- *\/\n  @media (max-width: 768px) {\n    .mbs-grid {\n      grid-template-columns: 1fr;\n    }\n  }\n<\/style>\n\n<div class=\"mbs-cards-wrapper\">\n  <div class=\"mbs-grid\">\n    \n    <div class=\"mbs-card\">\n      <div class=\"mbs-estacao\">\u2600\ufe0f Ver\u00e3o<\/div>\n      <div class=\"mbs-meses\">Dezembro a Fevereiro<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-valor\">16\u00b0C a 28\u00b0C<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-label\">Temperatura<\/div>\n      <div class=\"mbs-desc\">\u00c9poca da <b>Vindima<\/b>. Participe da colheita e pisa das uvas, contemplando os vinhedos em seu verde mais intenso.<\/div>\n      <div class=\"mbs-tag-chuva\">\ud83c\udf26\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"mbs-card\">\n      <div class=\"mbs-estacao\">\ud83c\udf42 Outono<\/div>\n      <div class=\"mbs-meses\">Mar\u00e7o a Maio<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-valor\">10\u00b0C a 22\u00b0C<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-label\">Temperatura<\/div>\n      <div class=\"mbs-desc\">Clima ameno e rom\u00e2ntico. Ideal para o tradicional <b>Polenta\u00e7o<\/b> e para degustar os vinhos da safra nova nas vin\u00edcolas.<\/div>\n      <div class=\"mbs-tag-chuva\">\ud83c\udf26\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"mbs-card\">\n      <div class=\"mbs-estacao\">\u2744\ufe0f Inverno<\/div>\n      <div class=\"mbs-meses\">Junho a Agosto<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-valor\">4\u00b0C a 16\u00b0C<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-label\">Temperatura<\/div>\n      <div class=\"mbs-desc\">O frio da serra convida \u00e0s <b>cantinas<\/b>. Aproveite as fondutas e os vinhos encorpados \u00e0 beira do fog\u00e3o a lenha.<\/div>\n      <div class=\"mbs-tag-chuva\">\u2600\ufe0f Chuva Baixa<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"mbs-card\">\n      <div class=\"mbs-estacao\">\ud83c\udf38 Primavera<\/div>\n      <div class=\"mbs-meses\">Setembro a Novembro<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-valor\">10\u00b0C a 23\u00b0C<\/div>\n      <div class=\"mbs-temp-label\">Temperatura<\/div>\n      <div class=\"mbs-desc\">Veja os <b>parreirais em brota\u00e7\u00e3o<\/b> e aproveite o c\u00e9u limpo para visitar os <b>mirantes<\/b> com vista para o Vale dos Vinhedos.<\/div>\n      <div class=\"mbs-tag-chuva\">\ud83c\udf26\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/div>\n    <\/div>\n\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/4314\/montebelodosul-rs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar conforme a altitude.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar ao borgo italiano da Serra Ga\u00facha<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Monte Belo do Sul<\/strong> fica a cerca de <strong>170 km de Porto Alegre<\/strong> e est\u00e1 integrado ao <strong>Vale dos Vinhedos<\/strong>, pr\u00f3ximo de <strong>Bento Gon\u00e7alves<\/strong>. O principal acesso \u00e9 pela <strong>RS-444<\/strong>, estrada que corta paisagens de parreirais e conecta diferentes roteiros tur\u00edsticos da regi\u00e3o. O aeroporto com voos comerciais mais pr\u00f3ximo \u00e9 o <strong>Aeroporto Hugo Cantergiani<\/strong>, em <strong>Caxias do Sul<\/strong>, a aproximadamente <strong>50 km<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Como as vin\u00edcolas e propriedades rurais ficam espalhadas pelo interior do munic\u00edpio, o carro \u00e9 praticamente indispens\u00e1vel para explorar a regi\u00e3o. Algumas estradas de acesso s\u00e3o de ch\u00e3o batido, principalmente nas \u00e1reas mais afastadas, exigindo cuidado extra em per\u00edodos de chuva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um pequeno vilarejo onde a tradi\u00e7\u00e3o vale mais que o tamanho<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Monte Belo do Sul<\/strong> mostra que uma cidade pequena pode carregar uma identidade gigante. Entre colinas cobertas por vinhedos, cantinas familiares e constru\u00e7\u00f5es que lembram o interior italiano, o munic\u00edpio preserva uma rela\u00e7\u00e3o rara entre territ\u00f3rio, vinho e mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem visita a cidade encontra produtores que ainda recebem visitantes de forma pr\u00f3xima, moradores que mant\u00eam o dialeto <strong>v\u00eaneto<\/strong> vivo e uma gastronomia que transforma receitas simples em s\u00edmbolos culturais. Entre uma ta\u00e7a de espumante, uma fatia de polenta e a vista dos parreirais descendo pelo vale, fica evidente por que as fam\u00edlias italianas que chegaram h\u00e1 mais de um s\u00e9culo constru\u00edram ali uma das comunidades mais aut\u00eanticas da <strong>Serra Ga\u00facha<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No alto de uma colina da Serra Ga\u00facha, Monte Belo do Sul preserva uma das identidades italianas mais marcantes do Brasil. Com cerca de 2.700 habitantes, o munic\u00edpio re\u00fane milhares de hectares de parreirais, vin\u00edcolas familiares e uma paisagem que lembra vilarejos do norte da It\u00e1lia. 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