{"id":50812,"date":"2025-06-10T21:10:00","date_gmt":"2025-06-11T00:10:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/?p=50812"},"modified":"2025-06-09T19:33:07","modified_gmt":"2025-06-09T22:33:07","slug":"a-maior-galaxia-ja-vista-e-100-vezes-maior-que-a-via-lactea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/a-maior-galaxia-ja-vista-e-100-vezes-maior-que-a-via-lactea\/","title":{"rendered":"A maior gal\u00e1xia j\u00e1 vista \u00e9 100 vezes maior que a Via L\u00e1ctea"},"content":{"rendered":"\n<p>O universo abriga estruturas de propor\u00e7\u00f5es impressionantes, e entre elas destacam-se as chamadas <strong>Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes<\/strong>. Recentemente, astr\u00f4nomos identificaram 15 novas dessas gal\u00e1xias colossais no campo de observa\u00e7\u00e3o conhecido como &#8220;<strong>Sculptor Field<\/strong>&#8220;, utilizando o telesc\u00f3pio australiano <strong>Square Kilometer Array Pathfinder<\/strong> (ASKAP). Essas descobertas ampliam o conhecimento sobre os maiores objetos individuais j\u00e1 detectados, cuja extens\u00e3o pode superar 12 milh\u00f5es de anos-luz.<\/p>\n\n\n\n<p>Para se ter uma ideia da dimens\u00e3o dessas gal\u00e1xias, a <strong>Via L\u00e1ctea<\/strong>, que \u00e9 considerada uma gal\u00e1xia de tamanho expressivo, possui cerca de 105 mil anos-luz de di\u00e2metro. J\u00e1 a maior das novas Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes, identificada como <strong>ASKAP J0107\u20132347<\/strong>, poderia acomodar a Via L\u00e1ctea mais de cem vezes em sua largura. Essa escala revela o qu\u00e3o extraordin\u00e1rias s\u00e3o essas estruturas no contexto c\u00f3smico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>As Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes s\u00e3o gal\u00e1xias el\u00edpticas massivas que emitem intensas ondas de r\u00e1dio, originadas principalmente de seus n\u00facleos ativos.<\/strong> No centro dessas gal\u00e1xias, encontra-se um buraco negro supermassivo, que, ao consumir mat\u00e9ria ao seu redor, libera jatos de part\u00edculas em velocidades pr\u00f3ximas \u00e0 da luz. Esses jatos formam l\u00f3bulos extensos, vis\u00edveis em comprimentos de onda de r\u00e1dio, que podem se estender por milh\u00f5es de anos-luz.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas gal\u00e1xias se diferenciam das demais n\u00e3o apenas pelo tamanho, mas tamb\u00e9m pela presen\u00e7a desses l\u00f3bulos de r\u00e1dio, que podem indicar m\u00faltiplos per\u00edodos de atividade do buraco negro central. Em alguns casos, como no da <strong>ASKAP J0107\u20132347<\/strong>, observam-se dois conjuntos de l\u00f3bulos, sugerindo que o n\u00facleo gal\u00e1ctico passou por mais de uma fase de emiss\u00e3o de jatos, criando estruturas aninhadas semelhantes a bonecas russas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como as Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes crescem tanto?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O crescimento dessas gal\u00e1xias est\u00e1 diretamente relacionado \u00e0 atividade dos buracos negros em seus centros.<\/strong> Quando o buraco negro est\u00e1 ativo, ele lan\u00e7a jatos de mat\u00e9ria que atravessam o meio intergal\u00e1ctico, formando os l\u00f3bulos de r\u00e1dio. Se n\u00e3o houver obst\u00e1culos significativos, esses l\u00f3bulos continuam a se expandir, aumentando o tamanho da gal\u00e1xia r\u00e1dio ao longo de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Atividade do n\u00facleo gal\u00e1ctico:<\/strong> O ciclo de atividade e inatividade do buraco negro pode criar m\u00faltiplos conjuntos de l\u00f3bulos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ambiente gal\u00e1ctico:<\/strong> A intera\u00e7\u00e3o com outras gal\u00e1xias e o chamado &#8220;clima de aglomerado&#8221; pode influenciar a expans\u00e3o dos l\u00f3bulos, moldando diferentes morfologias.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fus\u00f5es gal\u00e1cticas:<\/strong> Colis\u00f5es entre gal\u00e1xias podem reativar o buraco negro central, resultando em novos jatos e l\u00f3bulos internos mais brilhantes.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O estudo detalhado dessas estruturas \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as a telesc\u00f3pios como o <strong>ASKAP<\/strong>, que oferece alta sensibilidade e resolu\u00e7\u00e3o, permitindo identificar tanto os l\u00f3bulos mais antigos e t\u00eanues quanto os mais recentes e brilhantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523-1024x576.jpg\" alt=\"A maior gal\u00e1xia j\u00e1 vista \u00e9 100 vezes maior que a Via L\u00e1ctea\" class=\"wp-image-50815\" srcset=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/galaxias_1749508340523.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">gal\u00e1xias. Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ draco-zlat<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a descoberta de novas Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes \u00e9 importante?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>A identifica\u00e7\u00e3o de novas Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes fornece pistas valiosas sobre a evolu\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias e dos buracos negros supermassivos.<\/strong> Com o aumento da sensibilidade dos instrumentos, como o ASKAP, \u00e9 poss\u00edvel detectar estruturas que antes passavam despercebidas em levantamentos menos profundos.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Permite estudar os ciclos de atividade dos n\u00facleos gal\u00e1cticos e entender os mecanismos que reativam os buracos negros.<\/li>\n\n\n\n<li>Ajuda a mapear a influ\u00eancia do ambiente em torno das gal\u00e1xias, incluindo intera\u00e7\u00f5es com outras gal\u00e1xias e o meio intergal\u00e1ctico.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui para a compreens\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de estruturas de grande escala no universo.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, essas descobertas abrem caminho para novas pesquisas sobre o papel das Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes na hist\u00f3ria c\u00f3smica, j\u00e1 que seus l\u00f3bulos podem servir como registros das atividades passadas dos buracos negros centrais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os telesc\u00f3pios modernos contribuem para essas descobertas?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>O avan\u00e7o tecnol\u00f3gico dos radiotelesc\u00f3pios, como o ASKAP, tem sido fundamental para o aumento do n\u00famero de Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes conhecidas.<\/strong> Equipado com receptores inovadores, o ASKAP consegue observar \u00e1reas muito maiores do c\u00e9u em uma \u00fanica imagem, facilitando a identifica\u00e7\u00e3o de objetos raros e extensos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas capacidades permitem que os astr\u00f4nomos realizem levantamentos de grande profundidade, revelando detalhes sobre a morfologia, simetria e idade das gal\u00e1xias. O acesso a dados mais completos e precisos impulsiona o entendimento sobre a din\u00e2mica dos buracos negros e a evolu\u00e7\u00e3o das estruturas c\u00f3smicas em escalas nunca antes exploradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o prosseguimento dos levantamentos realizados por instrumentos como o ASKAP, espera-se que o n\u00famero de Gal\u00e1xias R\u00e1dio Gigantes identificadas continue a crescer, fornecendo informa\u00e7\u00f5es essenciais para desvendar os processos que moldam o universo em suas maiores escalas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nova descoberta revela estruturas c\u00f3smicas t\u00e3o grandes que mudam o que sabemos sobre o universo. 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