#CureBiel: carreata de familiares de bebê com AME mobiliza doações

Carreata une familiares, amigos e moradores do DF que fazem parte da campanha de arrecadação para remédio mais caro do mundo. Evento acontece neste sábado, em Taguatinga e Ceilândia

Correio Braziliense
postado em 21/11/2020 09:43
 (crédito: Facebook/Reprodução)
(crédito: Facebook/Reprodução)

As ruas de Taguatinga e Ceilândia recebem uma carreata de conscientização e união em prol do bebê Gabriel Alves Montalvão, de apenas oito meses, diagnosticado com atrofia muscular espinhal (AME). O evento acontece neste sábado (21/11), às 9h30, com concentração no estacionamento ao lado do ginásio do Taguaparque.

A carreata busca fortalecer a campanha #CureBiel, pela compra do remédio mais caro do mundo, o Zolgensma, de cerca de R$12 milhões. Os veículos levam faixas que ressaltam: “Quem tem AME tem pressa”. Isso porque a medicação só pode auxiliar no tratamento da atrofia quando aplicada em bebês de até dois anos.

A família de Biel chegou a perder um outro filho para a doença, há 11 anos. Lucas Montalvão acabou não resistindo às complicações da AME quando estava prestes a completar dois anos. A vaquinha on-line de arrecadação para compra do Zolgensma para Biel tem hoje R$ 49 mil doados.

Centenas de carros são esperados na carreata deste sábado. Os veículos vão se concentrar às 9h30, no estacionamento ao lado do ginásio do Taguaparque. Às 10h, seguem para o antigo Buritinga, acessando a avenida Hélio Prates, passando por Ceilândia, Taguacenter até a altura da Fundação Bradesco, onde o percurso será encerrado.

O Distrito Federal presenciou nos últimos dias a conquista da bebê brasiliense Kyara Lis, de 1 ano e três meses, diagnosticada AME tipo 2, que recebeu a aplicação do remédio Zolgensma, em Curitiba (PR). A família lutava contra o tempo para que a menina tomasse o medicamento. Por meio de doações e rifas, os familiares da criança conseguiram arrecadar os primeiros R$ 5,3 milhões. A complementação do valor veio de um depósito feito pelo Ministério da Saúdem, duas semanas após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) definir que a pasta enviasse o valor restante.

 

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