Reconhecimento

Correio é um dos vencedores de prêmio do Instituto de Garantias Penais

A série Incansáveis - A Luta das Mulheres por Direitos Fundamentais retrata temas atuais sobre os direitos femininos

Caroline Cintra
postado em 27/11/2020 15:32
 (crédito: Ilustração: Lucas Pacífico)
(crédito: Ilustração: Lucas Pacífico)

O Correio Braziliense é um dos vencedores do 1º Prêmio do Instituto de Garantias Penais (IGP) de Jornalismo e Justiça com a série Incansáveis - A luta das mulheres por direitos fundamentais. Essa é a primeira edição da premiação, que tem o intuito de estimular e valorizar a publicação de matérias reflexivas sobre justiça e liberdade. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (27/11).

A série Incansáveis - A luta das mulheres por direitos fundamentais, escrita pelos jornalistas Adriana Bernardes, Mariana Niederauer e Guilherme Marinho, foi dividida em três partes e retratou temas atuais sobre direitos feminino, como a Lei Maria da Penha, os desafios das mulheres trans e as dificuldades de acesso ao mercado de trabalho.

O IGP recebeu mais de 150 inscrições e escolheu as três melhores. O Correio ficou com a terceira colocação. "O IGP, ao lançar esse prêmio, reforça seu apoio ao trabalho do jornalismo isento e da justiça na garantia de direitos fundamentais. O numero alto de inscrições e a excepcional qualidade dos trabalhos mostram que a imprensa brasileira e um importante elemento na luta diária de todos nós pelo Estado democrático de Direito e que terão sempre no IGP um parceiro", diz o presidente do IGP, o advogado Ticiano Figueiredo.

“Um orgulho imenso ter esse trabalho reconhecido especialmente porque entendemos que nós, mulheres, não podemos viver com medo pelo simples fato de sermos mulheres. Nosso agradecimento às mulheres cis e trans que nos confiaram suas histórias”, declarou a coordenadora de produção editoria de Cidades do Correio, Adriana Bernardes.

Reconhecimento

Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell afirmou que a série Incansáveis demonstra, com veracidade, a luta das mulheres em busca dos direitos fundamentais. “A partir de um intenso trabalho de pesquisa, envolvendo vários especialistas, ficou claro que apesar dos avanços dentro do sistema judiciário ainda é preciso execução de programas que promovam a equidade de gênero e o aumento dos institutos de proteção à mulher”, disse.

O magistrado ressaltou que, de fato, essa é uma agenda que merece atenção por parte dos poderes públicos devendo, inclusive, envolver debates entre os setores organizados da sociedade.

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