Vigilância Sanitária interdita Taguatinga Shopping por aglomeração

Interdição foi temporária e partiu da Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental (Divisa), da Secretaria de Saúde, que verificou aglomeração na praça de alimentação

Alan Rios
postado em 19/12/2020 16:29 / atualizado em 20/12/2020 08:30
 (crédito: Divulgação/SES-DF)
(crédito: Divulgação/SES-DF)

A Diretoria de Vigilância Sanitária e Ambiental (Divisa) interditou o Taguatinga Shopping na tarde deste sábado (19/12) por uma aglomeração observada na praça de alimentação. A interdição foi temporária e provocou filas na entrada do comércio, que restringiu a chegada de novos clientes. 

Os funcionários da Secretaria de Saúde interromperam o acesso de mais pessoas para cumprir as normas sanitárias da pandemia, como a obrigatoriedade de distanciamento entre mesas, e evitar a propagação do vírus.

Moradores do Distrito Federal que passavam pelo local na hora da interdição publicaram registros nas redes sociais, ressaltando a fila que se formou do lado de fora do shopping.


 

A assessoria do shopping afirmou que cumpriu todas as exigências de forma imediata. "O Taguatinga Shopping informa que, em uma vistoria da Vigilância Sanitária, recebeu notificação de interdição temporária por excesso de clientes na área da praça de alimentação, inviabilizando o distanciamento social. O shopping prontamente cumpriu todas as determinações, sendo reaberto minutos depois". 

Correio também entrou em contato com a Secretaria de Saúde, que detalhou a ação. "A equipe de fiscais do órgão flagrou grande aglomeração de pessoas, desrespeito ao uso de máscara e ao distanciamento social nos corredores e na praça de alimentação. A interdição durou mais de duas horas até que as irregularidades fossem corrigidas".

A pasta informou ainda que os fiscais também encontraram aglomeração na fila de uma casa lotérica em outro shopping localizado na avenida Comercial Sul, também em Taguatinga. O local foi autuado, mas sem interdição. 

"As administrações dos shoppings precisam organizar e controlar o fluxo de pessoas, especialmente nessa época de pandemia, de modo que se evite aglomerações. É de responsabilidade desses estabelecimentos controlar o número de veículos no estacionamento, até 50% da capacidade, a circulação nos corredores e nas praças de alimentação, além de fiscalizar o uso da máscara que é obrigatório no Distrito Federal", ressaltou a gerente de Fiscalização da Vigilância Sanitária, Márcia Olivé. 

 

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