Capital S/A

Samanta Sallum
postado em 07/01/2021 21:43
 (crédito: Arquivo Pessoal)
(crédito: Arquivo Pessoal)

Instituto de Brasília realizará concurso para Ministério da Economia

O Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (Idib), com sede em Brasília, foi escolhido pelo Ministério da Economia para organizar o próximo concurso público com, aproximadamente, 100 vagas de nível superior. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 31 de dezembro. O edital aind não saiu, mas o concurso está previsto para abril de 2021. O Idib acaba de fechar, também, contrato com a Polícia Militar do Espírito Santo para realizar a Prova de Conhecimento Intelecto-Profissional (PCIP), do processo seletivo de promoção para suboficiais.


Novos processos seletivos

“Quanto maior o desafio, mais gratificante é a superação. Assim foi 2020, quando a pandemia paralisou os concursos públicos no país por quatro meses. Não foi fácil, mas, agora, recomeçamos os processos”, disse Gustavo Souto, diretor de Assuntos Institucionais.


Protocolos de saúde

Com o novo coronavírus, o Idib implantou protocolos de segurança sanitária para proteger candidatos e profissionais. As medidas vão da realização de testes rápidos da covid-19 e higienização dos locais de prova à utilização de tapetes umedecidos com desinfetantes e redução de 50% da capacidade de lotação das salas.


Balanço 2020

Nos últimos seis meses, a banca realizou 15 eventos (provas objetivas e práticas, testes de aptidão física e avaliações psicológicas), além de abrir e reabrir inscrições para duas dezenas de concursos.


Sem repasse de custos

Segundo Gustavo, planejamento e criatividade foram necessários nos últimos tempos. “Nosso compromisso sempre foi com a lisura, seriedade e qualidade dos certames, mas, nesses tempos de pandemia, tivemos de adicionar os cuidados com a saúde. Isso sem repassar os custos aos candidatos. O esforço deu certo, está funcionando muito bem”, conclui.


Experiência no mercado

O Idib, criado em 2015, foi o primeiro a organizar concurso para o Exército Brasileiro e tem no portfólio clientes como o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, a Eletrobras, diversos governos estaduais e entidades de classe, como a OAB e os Conselhos Regionais de Medicina, Odontologia e Farmácia.


62% no DF estão endividados

O índice de endividamento das famílias brasilienses aumentou em dezembro passado, mas está bem abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior. Ou seja, em dezembro de 2019, 80% das famílias estavam endividadas. Essa taxa baixou para 62% em dezembro de 2020. Atualmente, no DF, há 624. 778 famílias com dívidas. Houve aumento entre novembro e dezembro de 2020. Mas ainda fica bem abaixo do registrado no período em 2019 e do índice nacional, de 66%.


Aumento do consumo

“Quando comparado com dezembro de 2019, notamos, naturalmente, que as famílias frearam o consumo. Muita gente perdeu o poder de compra no ano passado. Entretanto, nos últimos meses de 2020, o estudo mostra que os brasilienses voltaram a consumir, usando parcelamento e o cartão de crédito: que será um instrumento muito importante para a retomada da economia brasiliense e do país como um todo”

Francisco Maia, presidente da Fecomércio-DF

 

Sinalizador para o comércio

Cerca de 50% dos entrevistados disseram estar comprometidos com dívidas por mais de um ano. A pesquisa mensal orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica, uma vez que permite acompanhar o perfil de endividamento do consumidor.

 

Casa e carro

Cerca de 35 mil famílias entraram para o grupo dos endividados, segundo pesquisa divulgada pela Fecomércio-DF. Ela confirma que a principal forma de endividamento da população continua sendo o cartão de crédito (67,9%), seguido por financiamento de casa (21,2%) e financiamento de carro (19,7%).

 

Expectativas para 2021

“O nosso setor foi o mais castigado e sofrido em 2020. Os pequenos empresários não tiveram nenhum socorro por parte do governo. Estão todos endividados. Nossa esperança é que tudo volte à normalidade o mais urgente possível e o empresário volte a acreditar que vai conseguir se superar. 2020 foi um ano de solidariedade, aprendizado e de valorização da vida. 2021 será o ano da fé, da esperança e do renascimento.”

Jael de Silva, presidente do Sindicato
dos Bares e Restaurantes do DF (Sindhobar).

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