PANDEMIA

Covid-19: com alta na taxa de transmissão, DF soma oito mortes e 673 casos

No total, já são 257.355 casos e 4.345 óbitos em decorrência da doença no Distrito Federal. A taxa de transmissão, que estava em 0,74 nesta quinta, agora é de 0,87

Correio Braziliense
postado em 08/01/2021 19:33
 (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)
(crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

O Distrito Federal contabilizou, nesta sexta-feira (8/1), oito mortes e 673 novos casos da covid-19, chegando a 257.355 notificações e 4.345 óbitos em decorrência da doença. Do total de infectados, 246.609 (95,8%) estão recuperados.

Atualmente, a taxa de transmissão, ou seja, o número médio de pessoas que um indivíduo com a covid-19 pode infectar, está em 0,87. Nesta quinta (7/1), o valor estava em 0,74. Se a taxa for menor que 1, a epidemia tende a desacelerar; para valores maiores que 1, a epidemia avança.

Das mortes notificadas, apenas uma ocorreu nesta sexta-feira. Um morador do Guará, que não apresentava comorbidades, morreu em um hospital particular no Lago Sul. Ele tinha 80 anos ou mais. Entre as demais vítimas, quatro sofriam de doença cardiovascular e outras quatro de distúrbios metabólicos. Duas eram obesas e duas apresentavam pneumopatia. Uma pessoa sofria de nefropatia.

Do total de óbitos, 364 são residentes de outros estados, sendo 338 de Goiás (Entorno), dois do Amapá, três da Bahia, oito de Minas Gerais, três do Rio de Janeiro, um de São Paulo, dois do Tocantins, dois do Mato Grosso, um de Roraima, um de Rondônia, um do Maranhão e um do Acre.

Sobradinho e Lago Sul são as regiões administrativas com maior incidência de casos por 100 mil habitantes: 13,3 e 12,2, respectivamente. Entre os locais de menor incidência, estão Fercal, com 1,7, e Sobradinho 2, com 1,6.

Média móvel em queda

Nesta sexta, a média móvel de casos apresentou queda, tendência observada desde 19 dezembro, com acentuação a partir do dia 31. A média móvel de óbitos também está em declínio desde 19 de dezembro, com leve aumento entre o dia 31 e o início de janeiro. A chamada média móvel — realizada a partir do cálculo, refeito todos os dias, da média simples entre o valor do dia e dos seis anteriores — é calculada para facilitar a visualização da tendência de crescimento da doença e das mortes. 

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