Grita geral

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Correio Braziliense
postado em 02/05/2021 19:30

GUARÁ
SUJEIRA NAS CALÇADAS

O militar aposentado Fernando de Almeida, 63 anos, escreveu à coluna Grita Geral para reclamar da sujeira nas calçadas do Guará. “Apesar dos lixeiros fazerem o trabalho muito bem, ainda faltam lixeiras nas calçadas e contêineres de condomínios para evitar que a sujeira se espalhe nas quadras. O foco dos resíduos é em comércios de lanches e quiosques, mas os moradores precisam ajudar, não jogando lixo na rua. Além disso, a fiscalização poderia ajudar cobrando dos síndicos um lugar para guardar o lixo antes da coleta pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Coisas muito básicas ajudariam. Devemos recolher as fezes do nosso cão e colher o lixo da frente de nossa casa. Isso é um começo”, apelou.

» O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) respondeu que é de responsabilidade dos condomínios e comércios a disponibilização de contêineres para recebimento dos resíduos gerados por eles. O SLU esclareceu que finalizou a instalação de 6,6 mil lixeiras em todo o DF, contemplando áreas de comércio, de grande circulação de pessoas, além de praças e áreas verdes. A próxima etapa vai permitir a instalação de mais 7 mil lixeiras em áreas residenciais. A recomendação do órgão é que, ao verificar descarte irregular de resíduos, os moradores registrem uma denúncia pelo site www.ouvidoria.df.gov.br ou pelo telefone 162.

NÚCLEO RURAL DO BÁLSAMO
FALTA DE ENERGIA

A atendente Bianca Viana Silva, 25 anos, reclama da falta de energia no Núcleo Rural do Bálsamo, no Lago Norte. “Apesar do lugar não ser legalizado, há seres humanos que moram aqui. Além do esgoto e do estado crítico das ruas, ultimamente a nossa maior dificuldade tem sido em relação à energia. Apesar de antigo, agora esse transtorno se tornou diário e afeta a todos”, relata.

» A Neoenergia Distribuição Brasília informou que só pode atuar em locais regulares ou em processo de regularização e que, no caso, os moradores devem procurar o poder público para verificar a possibilidade de regularização fundiária. Em relação à regularização da área, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) respondeu que, por se tratar de uma área rural, a questão cabe à pasta de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri). O Correio entrou em contato com a Secretaria da Agricultura, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. O espaço continua em aberto para eventual manifestação sobre o caso.

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