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"O otimista pode errar, mas o pessimista já começa errando." Juscelino Kubitschek

Correio Braziliense
postado em 12/09/2021 22:59

Alta dos combustíveis: de quem é a culpa?
Os estados reagiram às divulgações da Petrobras, nas quais se isenta da alta dos combustíveis. A guerra da retórica foi parar na Justiça. Doze procuradores do país assinaram ação, denunciando a empresa por propaganda enganosa. Nos últimos meses, o presidente Jair Bolsonaro vinha jogando a batata quente para os estados e para os postos. A culpa seria do ICMS e da margem de lucro dos revendedores. Aqui, na capital federal, o governador Ibaneis Rocha e o secretário de Economia, André Clemente, rebateram. “Nenhum governador em nenhum estado aumentou o ICMS dos combustíveis. Foram nove reajustes de combustíveis pela Petrobras”, declarou Ibaneis, em agosto.

Procuradoria do DF
Além disso, o governador do DF afirmou que o problema tinha relação com a instabilidade política do Brasil e defendeu a melhoria no diálogo entre os Poderes. A procuradora do DF, Ludmila Lavocat Galvão, é uma das signatárias da ação judicial contra a Petrobras, junto com os estados do Rio Grande do Sul, do Pará, do Maranhão, de Sergipe, do Piauí, da Bahia, do Amazonas, do Pernambuco, do Espírito Santo, de Goiás, do Amapá e de Minas Gerais. A ação está na Vara Cível de Brasília.

Revendedores se defendem
O Sindicombustíveis no DF também se defendeu, em nota pública. “Fica numericamente claro que a revenda não tem nenhuma participação nesta elevação de preços dos combustíveis, mas apenas o repasse referente aos reajustes ocorridos em um mercado livre que sofre forte influência internacional dos preços do petróleo e da variação cambial no Brasil”, afirmou o Sindicombustíveis no DF.

Redução de ICMS
Nesta semana, a Câmara Legislativa deve aprovar projeto de lei do GDF para que o ICMS caia 3% em três anos. Assim, vai retornar ao patamar cobrado há seis.
O governo local pretende renunciar a uma receita de R$ 345 milhões, até 2024.
Atualmente, a alíquota no DF para o álcool e a gasolina é de 28% e, no caso do diesel, 15%. Serão reduzidas para 25% e 12%, respectivamente. Isso fará a capital federal retomar a menor taxa de ICMS praticada no Brasil. Ibaneis já tinha prometido a medida ao setor, antes mesmo da polêmica. Mas, em meio ao debate, decidiu agilizar o projeto como cota de contribuição do governo local para a redução dos preços.

Moda gaúcha no cerrado
A marca gaúcha Dani.Holzbach, recém-chegada à capital, celebrou a nova coleção, em coquetel na loja da QI 5 do Lago Sul, com a participação da estilista que dá nome à marca. Dani veio especialmente para a ocasião. Brasília é a primeira cidade fora do Rio Grande do Sul a ganhar uma franquia da marca, que existe desde 2008.

Inspiração na natureza
“Vejo em Brasília uma identificação com a moda que faço. Aqui também tem uma bela natureza, além da sensacional arquitetura”, disse Dani. A amiga, também gaúcha, Luana Cavalheiro é a proprietária da loja em Brasília. O coquetel teve a presença da primeira-dama do DF e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha.

Prêmio Marco Maciel
O Markt Club criou alternativas ao incentivar o consumo e fortalecer os negócios dos seus parceiros durante o período mais crítico da pandemia. E, assim, se consolidou por meio de descontos e benefícios aos seus clientes. O case é finalista do Prêmio Marco Maciel 2021: Ética e Transparência entre o Público e Privado, da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig).
A empresa concorre na categoria Preservação e Promoção de Empregos e Renda. A premiação será amanhã,
19h, na sede da CNI.

Case de Brasília
Contando com mais de
700 mil clientes, o clube de vantagens espera chegar até o fim de 2021 como o maior do mundo em número de clientes na base, com 2,3 milhões de usuários titulares cadastrados. Ele é formado por mais de 30% dos servidores
públicos federais.
O Markt Club iniciou em Brasília há sete anos. É comandado por seus dois sócios: o CEO, Roberto Niwa Camilo (foto), e o CTO, André Rodrigues.

 

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