Desembargador Carlos Divino se filia ao PSD e deve concorrer

Correio Braziliense
postado em 02/04/2022 00:01
 (crédito:  Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
(crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O desembargador aposentado Carlos Divino Rodrigues se filiou ao PSD, partido presidido no DF pelo empresário Paulo Octávio, para concorrer a um mandato de deputado federal. É uma das apostas da legenda que quer eleger uma boa bancada na Câmara Federal. Divino se aposentou no ano passado depois de 27 anos no Judiciário. Quer migrar agora para o Legislativo.

Mudança de planos

Na semana do vai e vem político, em que candidatos à Presidência desistiram de desistir, não faltou também entra e sai de partido. Depois de fechar com o PSD para disputar as eleições, o ex-presidente da Câmara Legislativa Alírio Neto mudou de ideia. Decidiu concorrer a deputado federal pelo MDB, partido do governador Ibaneis Rocha.

De casa nova

A ex-governadora Maria de Lourdes Abadia confirmou, ontem, a filiação ao União Brasil e foi convidada a concorrer como candidata a deputada federal. "Não desisto de Brasília", diz Abadia.

Nunes entra no PSDB
para ser candidato

Comandante-geral da PM no governo Rollemberg, o coronel Marcos Nunes, que está na reserva, assinou ficha de filiação ao PSDB. Presidente da Associação dos Militares Estaduais do Brasil (Amebrasil), Nunes é pré-candidato a deputado distrital. No comando, tinha o respeito da tropa.

R$ 35 milhões
para a cultura

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa está finalizando o edital do primeiro lote do Fundo de Apoio à Cultura de 2022, no valor de R$ 35 milhões. Vem novidade por aí, como linhas voltadas para o segmento 60 e valores maiores para Meu Primeiro FAC, de R$ 40 mil para R$ 60 mil. Segundo o secretário Bartolomeu Rodrigues, as Regiões Administrativas terão uma fatia maior, seguindo a tendência de descentralizar as aplicações dos recursos e gerar oportunidades nas camadas que antes estavam invisíveis.

Efeito PT

Entre integrantes da base de Ibaneis, políticos apostam que o PT vai até o fim na disposição de lançar Rosilene Corrêa candidata ao Palácio do Buriti. E isso não é ruim. Eles acreditam que num eventual segundo turno, se não estiver no páreo, Rosilene fechará com Ibaneis se o adversário for José Antônio Reguffe, Leila Barros ou Izalci Lucas, especialmente se Lula conquistar o apoio do MDB contra Jair Bolsonaro.

  •  Crédito: PSD/Divulgação. Eixo Capital.  Carlos Divino Rodrigues, desembargador aposentado se filia ao PSD
    Crédito: PSD/Divulgação. Eixo Capital. Carlos Divino Rodrigues, desembargador aposentado se filia ao PSD Foto: PSD/Divulgação
  •  Crédito: União Brasil/Divulgação. Eixo Capital. Maria de Lourdes Abadia, ex governadora se filia no União Brasil.
    Crédito: União Brasil/Divulgação. Eixo Capital. Maria de Lourdes Abadia, ex governadora se filia no União Brasil. Foto: União Brasil/Divulgação
  •  Crédito: Arquivo Pessoal. Eixo Capital. Coronel Marcos Nunes, ex comandante geral da Polícia Militar do DF filiou se ao PSDB
    Crédito: Arquivo Pessoal. Eixo Capital. Coronel Marcos Nunes, ex comandante geral da Polícia Militar do DF filiou se ao PSDB Foto: Arquivo Pessoal
  •  Rosilene Corrêa, pre-candidata do PT-DF ao GDF
    Rosilene Corrêa, pre-candidata do PT-DF ao GDF Foto: Arquivo pessoal
  •  26/09/2019. Crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Cidades. Crime da 113 Sul: julgamento de Adriana Villela deve ouvir 39 testemunhas. Ao todo, são 17 testemunhas de acusação e 22 de defesa. Adriana é acusada de participação no assassinato dos próprios pais, José Guilherme Villela, 73 anos, ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e a advogada Maria Villela, 69, além da empregada da família, Francisca Nascimento Silva, 58. Advogado Cléber Lopes.
    26/09/2019. Crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Cidades. Crime da 113 Sul: julgamento de Adriana Villela deve ouvir 39 testemunhas. Ao todo, são 17 testemunhas de acusação e 22 de defesa. Adriana é acusada de participação no assassinato dos próprios pais, José Guilherme Villela, 73 anos, ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e a advogada Maria Villela, 69, além da empregada da família, Francisca Nascimento Silva, 58. Advogado Cléber Lopes. Foto: Minervino Junior/CB/D.A Press

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