VIOLÊNCIA

Coletivo de mulheres juristas defende juíza que concedeu liberdade a piloto

Segundo a nota do grupo Candangas, decisão da magistrada pela liberdade do agressor foi fundamentada elementos técnicos. Depois de 6 dias solto, Pedro Turra foi detido preventivamente e levado para o 38ª DP (Vicente Pires)

O Coletivo Candangas divulgou nota oficial nesta sexta-feira (30/01) em solidariedade à juíza Ana Cláudia Loiola de Morais Mendes. A magistrada tem sido alvo de ataques em redes sociais após a decisão que concedeu liberdade provisória a Pedro Arthur Turra Basso, ex-piloto de Fórmula Delta, preso por agredir um adolescente de 16 anos em Brasília.

Segundo a nota do coletivo, a decisão da magistrada foi fundamentada nos elementos técnicos disponíveis no momento da audiência de custódia. 

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O grupo lamentou o estado de saúde do adolescente, que permanece na UTI, mas criticou a "violência das redes sociais" contra a juíza. O coletivo afirma que o debate sobre decisões judiciais deve ocorrer nas instâncias adequadas, "com serenidade e respeito", reforçando o compromisso com os direitos humanos e a independência funcional da magistratura. Veja:

 


Pedro Turra foi liberado no dia 24 de janeiro após o pagamento de uma fiança de R$ 24,3 mil. Na noite de ontem (30/1), o piloto foi detido e levado para a 38ª DP (Vicente Pires). A Justiça acatou o pedido do Ministério Público, que alegou risco de fuga. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

 

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