O sol escaldante da terça-feira de carnaval baixou levando consigo o brilho do glitter no asfalto quente. Brasília, que por quatro dias esqueceu o concreto para ser cor, começa a retomar a rotina numa preguiçosa Quarta-Feira de Cinzas.
Sua gente pintou a cara, riu de si mesma, abasteceu a alma de alegria para encarar o resto do ano. E que ano: temos pela frente o Oscar e o Agente Secreto para torcer, temos a Copa do Mundo e uma eleição pela frente.
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Mas hoje ainda restam os vestígios da pintura de rosto, a purpurina, que deve levar mais de mês para sair completamente do corpo, as lembranças das paixões do carnaval, o hit da maior festa popular do Brasil.
As imagens de sua gente vestida de cor e alegria, entrarão para a história da cidade e se perpetuarão nas conversas de família: "olha o seu pai fantasiado de… "Lembra quando eu me vesti de…". Aos foliões, um breve adeus. Nos encontramos logo aí, ano que vem.
Veja fotos do carnaval:
