"A descoberta traz uma coerência embrionária neuroanatômica e neurofuncional. Isso porque o cérebro tem duas facetas funcionais bem distintas, uma que serve como central do controle biológico das funções básicas do nosso corpo; e a outra, de singularidade humana por gerenciar funções extremamente complexas como nenhum outro ser vivo é capaz. Um dos pontos altos pode ser a abertura de novas possibilidades de cultivo celular neuronal de regiões cerebrais que até o momento são mais difíceis de cultivar, como o tronco encefálico, referido como rombencéfalo no estudo, e isso pode ajudar no entendimento de enfermidades que acometem esta região, como doenças do neurônio motor como a famosa Esclerose Lateral Amiotrófica, entre outras."
Thiago Taya, neurologista e neuroimunologista do Hospital Brasília Águas Claras, da Rede Américas
