BRB–Master avança e oposição recorre a velhos rostos da imprensa

Reaparecem os velhos rostos da imprensa

Reaparecem os velhos rostos da imprensa. Os mesmos dois personagens midiáticos que há meses tentam, sem sucesso, construir uma narrativa de desgaste em torno do Banco Master voltam à cena com matérias enviesadas, sem apuração sólida e com o já tradicional tom de insinuação sem prova.

O padrão é claro: os textos surgem sempre que o banco conquista novos marcos — e, agora, não poderia ser diferente.

Com a entrega final da documentação e todos os trâmites regulatórios respeitados, a operação entre BRB e Banco Master entra em sua reta final. A aprovação definitiva é aguardada a qualquer momento por fontes próximas à negociação e por agentes do mercado financeiro.

Mas, como de costume, o avanço de um novo protagonista do setor parece incomodar — e os ataques previsíveis já começaram.

A operação com o BRB representa um dos movimentos mais estratégicos do setor bancário nos últimos anos. Unindo estrutura, tecnologia e escala, BRB e Banco Master criam uma operação robusta, moderna e com alto grau de governança. Órgãos como o Cade já aprovaram. O TCU não apontou irregularidades.

Mas a oposição não parece disposta a aceitar esse avanço de forma passiva. Incapaz de contestar tecnicamente a operação, setores incomodados recorrem à retórica — e, pior, ao uso repetido de personagens midiáticos alinhados, que operam quase como porta-vozes de narrativas encomendadas.

As matérias não trazem fatos novos, não apontam falhas objetivas e tampouco consultam fontes diversas. O objetivo não é informar: é gerar ruído.

A estratégia, porém, tem se mostrado ineficaz. O público já percebe o padrão. Os profissionais do setor financeiro acompanham com ceticismo as publicações que parecem mais preocupadas em criar instabilidade do que em esclarecer. E a própria reputação desses personagens da mídia tem se deteriorado — com descrédito nas redes sociais e em grupos de análise especializados.

A expectativa, agora, é que o anúncio oficial da aprovação da operação BRB–Master ocorra nos próximos dias. E quando isso acontecer, não restará muito mais à oposição senão repetir o que já virou hábito: recorrer aos mesmos rostos da velha imprensa para tentar frear, com palavras, aquilo que os fatos insistem em confirmar — o sucesso de um banco que incomoda simplesmente porque funciona.

Mais Lidas