Camilla Camargo acaba de iniciar as gravações de “Delegacia de Homicídios”, nova série do Disney+ criada por José Junior. Inspirada em casos reais e ambientada no Rio de Janeiro, a produção acompanha o trabalho de investigadores diante de crimes de grande repercussão.
Na trama, a atriz interpreta uma autoridade policial e divide cena com Marcello Melo Jr., Vanessa Giácomo, Danni Suzuki e outros nomes do elenco, em uma produção que combina suspense e realismo ao retratar os bastidores de uma delegacia especializada.
A série chega em um momento especialmente movimentado de sua carreira. Depois de interpretar a ambiciosa Georgete em “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”, disponível no Globoplay, a atriz segue com uma agenda de novos trabalhos no audiovisual e nos palcos.
Entre os próximos projetos está “A Caipora”, longa em que Camilla lidera o elenco na pele de Débora, uma investigadora da Polícia Civil. Embora a profissão da personagem dialogue com o universo de “Delegacia de Homicídios”, as semelhanças praticamente se encerram aí. Enquanto a série se apoia em crimes inspirados em fatos reais, o filme conduz a trama por um cenário permeado pelo folclore brasileiro e por acontecimentos sobrenaturais, colocando a atriz diante de desafios bastante diferentes em cena.
Sua trajetória recente nos palcos também foi marcada por trabalhos de diferentes propostas. No último ano, esteve em destaque no musical “Aqui Jazz”, conciliando interpretação e performance musical na pele de Marina. Na sequência, interpretou Clarice Lombardi em “Dois Patrões”, adaptação brasileira da obra de Carlo Goldoni que explora o humor, o dinamismo da comédia e referências à commedia dell’arte.
Além dos projetos mencionados, a atriz também poderá ser vista nos longas “Pacto Maldito”, ao lado de Carol Castro, e “Coração Sertanejo”, além do curta-metragem “Serventia da Casa”, thriller de gênero surrealista.
Sobre esse momento da carreira, Camilla destaca:
“Tenho a sensação de que este é um daqueles momentos da carreira em que tudo faz sentido. Os projetos são muito diferentes entre si, mas têm algo em comum: todos me desafiam e me provocam como atriz.
Em Delegacia de Homicídios, existe a responsabilidade adicional de dar vida a uma história inspirada em casos reais. Já em A Caipora, a liberdade criativa foi o ponto de partida, já que a produção dialoga com o folclore brasileiro e o suspense sobrenatural.
Independentemente de a trama estar mais próxima ou mais distante da realidade, o mais importante é que a história e a interpretação transmitam verdade. No fim das contas, é justamente essa diversidade de personagens e narrativas que mais me motiva.”
