Música

Thiaguinho registra 'Tardezinha' em disco e série documental

O álbum 'Tardezinha no Maraca' registra a apresentação que marcou o fim do projeto 'Tardezinha' em dezembro de 2019

Geovana Melo*
postado em 16/10/2020 19:34 / atualizado em 16/10/2020 19:34
 (crédito: Som livre/ Divulgação)
(crédito: Som livre/ Divulgação)

Idealizado por Rafael Zulu e Thiaguinho, o projeto Tardezinha rodou os quatro cantos do país durante quatro anos e meio. A turnê chegou ao fim em dezembro do ano passado e resultou em três discos: Tardezinha Ao vivo (2017), Tardezinha 2 (2018), agora, para marcar o sucesso da temporada o pagodeiro disponibilizou para o público o Tardezinha no Maraca (2020), que chegou na quinta-feira (15/10) acompanhado de uma série documental disponível no Globoplay. 

O projeto começou de forma despretensiosa no Rio de Janeiro aos domingos, na época que o pagodeiro integrava o júri do programa Superstar e não podia fazer shows fora da cidade por conta das gravações ao vivo. O que iniciou como uma roda de pagode com os amigos ganhou uma grande proporção e se consagrou a maior iniciativa da carreira do paulistano.



O lançamento conta com 20 faixas e é o registro da reunião de 40 mil pessoas que presenciaram a apresentação no estádio carioca Maracanã. O repertório traz sucessos da década de 1990 que influenciaram a formação artística e a nostalgia do cantor, como Que se chama amor, É tarde demais e Me apaixonei pela pessoa errada.

"Muita gente tem saudades das musicas desse esse tempo, principalmente a galera da minha idade. E ao mesmo tempo, eu lançava os meus trabalhos pessoais, que fizeram um grande sucesso e tenho certeza que muita gente veio ouvir o som do Thiaguinho através do Tardezinha”, conta Thiaguinho.

Como reflexo do projeto, a série documental Tardezinha dirigida por Benedita Zerbini e João Pedro Januário foi estruturada em quatro episódios e narra a história da idealização e crescimento da turnê despretensiosa que rodou o Brasil, além de apresentar depoimentos de Alexandre Pires, Belo, Ferrugem, IZA, Ludmilla, Péricles e Rodriguinho.



“Tudo vai passar na vida e ter esses momentos registrados, mostrar os bastidores, poder olhar e relembrar esses momentos que às vezes a gente perde na memória é muito legal. Achei a experiência muito boa, espero fazer isso mais vezes. Para quem curte também é legal ver o artista não só no palco, mas também saber das histórias, de como as coisas acontecem”, declara o paulistano de 37 anos.

O registro audiovisual ainda traz o show de encerramento no Maracanã e imagens de outras apresentações.

Thiaguinho no Maraca
De Thiaguinho. Com 20 faixas, pela Som Livre. Disponível em todas as plataformas digitais.

*Estagiária sob supervisão de Adriana Izel

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