Desabafo

Claudia Raia fala sobre machismo: "a gente pode o que a gente quiser"

A atriz de 53 anos fala sobre os limites que costumam ser impostos para as mulheres e os comportamentos que se deve ter

Victória Olímpio
postado em 21/10/2020 11:33
 (crédito: Reprodução/Instagram)
(crédito: Reprodução/Instagram)

A atriz Claudia Raia usou seu Instagram para um desabafo sobre machismo, postando uma foto em que aparece amarrada e amordaçada: "como eu me sinto". Na legenda, a atriz de 53 anos fala sobre os limites que costumam ser impostos ás mulheres e os comportamentos que esperados em determinadas idades.

"Como eu me sinto quando dizem que não tenho mais idade pra usar determinada roupa, dizer e fazer determinada coisa ou me comportar do jeito que eu quiser me comportar. Como que eu me sinto quando olho pra essa sociedade que coloca as mulheres em caixas, objetificadas e cristalizadas em padrões, sem respeitar nossos desejos, corpos, manifestos e decisões. Como me sinto quando leio comentários disseminando ódio e ignorância".

Raia também afirmou que é preciso ter respeito e que as mulheres podem fazer o que quiserem. "Por mais liberdade, igualdade e respeito. Mulherada, a gente pode o que a gente quiser, na idade que for!"

 
 
 
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Como eu me sinto quando dizem que não tenho mais idade pra usar determinada roupa, dizer e fazer determinada coisa ou me comportar do jeito que eu quiser me comportar. Como que eu me sinto quando olho pra essa sociedade que coloca as mulheres em caixas, objetificadas e cristalizadas em padrões, sem respeitar nossos desejos, corpos, manifestos e decisões. Como me sinto quando leio comentários disseminando ódio e ignorância. Por mais liberdade, igualdade e respeito. ♥? Mulherada, a gente pode o que a gente quiser, na idade que for! ???? . #corpolivre #alémdoqueessecorpo #agelessbeauty #ageless ????: @marcellarica

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A atriz também publicou uma foto da filha, Sophia Raia, em um projeto da escola que falava sobre os rótulos do machismo estrutural e estereótipos que as mulheres vivem. "Orgulho de ser mãe de uma feminista e mini ativista. Temos muito o que aprender...".


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