Exposição

Google Arts & Culture lança seção dedicada à arte afro-brasileira

A plataforma conta com mais de 30 exposições virtuais acerca da arte afro-brasileira e da ancestralidade negra

O Google Arts & Culture lança o projeto virtual Consciências negras, que reúne uma seção inédita na plataforma dedicada à arte, à cultura afro-brasileira e à ancestralidade negra, a fim de promover um mergulho na temática em parceria com 15 instituições culturais. A iniciativa apresenta 31 exposições, sendo 13 delas inéditas, e traz Heloisa Hariadne, Pegge, Robinho Santana e Jess Vieira para retratar histórias de protagonismo negro.

"Celebramos o mês da Consciência Negra lançando uma nova seção dedicada à história e às lutas e conquistas da população negra do Brasil. Graças às 15 instituições culturais parceiras que aderiram ao projeto, qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode aprender mais sobre as raízes da cultura afro-brasileira", afirma Luisella Mazza, diretora de operações globais do Google Arts & Culture, em material de divulgação.

Jess Vieira/ Divulgação - A artista retrata a Irmandade da Boa Morte, explorando o sentido de comunidade e irmandade que culminou no empreendedorismo feminino.

"Além disso, graças à criatividade de quatro artistas contemporâneos brasileiros, celebramos a importância dos artistas negros no mundo. Esperamos continuar colaborando com nossos parceiros para celebrar a cultura negra no Brasil, tornando-a mais acessível a um público global", complementa Luisella.

Integram a programação a coleção de 600 obras digitalizadas do Museu de Arte da Bahia, retratadas pela primeira vez em alta-resolução, e a mostra com detalhes da história por trás dessa celebração, explicados pelo Geledés Instituto da Mulher Negra.

Além de destacar as histórias do Museu Nacional de Belas Artes com a mostra Nas brechas das representações, as fotografias de costumes brasileiros sobre Christiano Junior, pertencente ao Museu Histórico Nacional, as correspondências e as declarações que atestam a dedicação de Cândido Portinari em privilegiar vozes marginalizadas e figuras afro-brasileiras, destacadas pela Fundação Cândido Portinari.

Ainda há obras da Pinacoteca de São Paulo, Museu da Pessoa, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Belo Horizonte, Instituto Moreira Salles, Museu Nacional, Museu de Arte Moderna Rio, Museu Oscar Niemeyer, entre outras instituições.