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Online, My French Film Festival, com 29 filmes, será de graça

Na 11ª edição, My French Film Festival trará 29 títulos, entre curtas e longas-metragens, tudo com temática atual e de graça

Ricardo Daehn
postado em 14/01/2021 13:04
Um dos longas na mostra é a animação 'Josep', que mostra a luta contra a ditadura -  (crédito: Imagic/ Divulgação)
Um dos longas na mostra é a animação 'Josep', que mostra a luta contra a ditadura - (crédito: Imagic/ Divulgação)

Já é tradição: uma vez por ano, desponta a programação do My French Film Festival, mostra gratuita dedicada à exibição de filmes franceses, sejam clássicos, títulos modernos, formatados em curtas e longas. Em 2021, dada a pandemia, a plataforma Belas Artes à la Carte abrigará o lote de filmes, para assinantes ou não, e até dia 15 de fevereiro. O evento começará amanhã (15/01).

Com temáticas como Novos Horizontes, segmento dedicado a filmes com inovações em linguagens; a Kids Corner, integrada por animações, e vários outras abordagens, a mostra se ocupará do universo feminino, dos ritos de passagem, de enredos com laços de família, de filmes de fantasmas e ainda de aspectos densos como o do destino de imigrantes.

Entre os filmes, destaque para Josep, primeiro título assinado pelo ilustrador Aurel, e que cerca o combate à ditadura de Franco, por meio da ação do resistente Josep Bartolí, artista saído da vida real. Já Belezas, um dos 16 curtas a serem exibidos, mostra a persistência de um rapaz que, reprimido pelo irmão, persiste em mostrar seu lado drag queen. Intervalo é outro filme marcante, uma vez que demonstra o nascimento do amor pelo cinema em um jovem espectador.

Entre os 13 longas da grade do My French Film Festival, estão Adolescentes, centrado em apresentar, por documentário, a evolução na vida de duas amigas, ao longo de cinco anos. A obra é assinada por Sébastien Lifshitz. Entre os filmes, há longas com artistas franceses famosos como Marina Föis e Kacey Motttet Klein. O famoso diretor Arnaud Desplechin terá exibido A vida dos mortos, longa criado em 1990.

Na vertente clássica, há Orfeu (1950), de Jean Cocteu, e que trata do poeta, indiretamente, apaixonado pela morte. Com fundo trágico, Crianças, de Christophe Blanc, ajusta a responsabilidade na vida de órfãos, nessa realidade, a partir de numa catástrofe. Criado por Frédéric Fonteyne e Anne Paulicevich, Donas de alegria, cerca a vida de prostitutas em Bruxelas que estão ligadas por enorme segredo.

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