A ex-Paquita Andréa Sorvetão e o marido, Conrado Fernandes, tiveram uma investigação criminal arquivada pela Justiça do Rio de Janeiro. O caso envolvia supostas irregularidades na administração da empresa Sorvetão Casa de Festas & Eventos LTDA, na Barra da Tijuca.
Segundo o colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia, noticiou com exclusividade, o procedimento foi aberto após denúncia de um ex-funcionário, que alegou que, após o casal assumir a gestão, teriam ocorrido condutas ilícitas, como liquidação informal de bens, abandono do imóvel sem encerramento formal das atividades, manutenção da empresa ativa em órgãos oficiais mesmo sem funcionamento e omissão em ações trabalhistas. Segundo ele, essas ações causaram prejuízos a terceiros, especialmente ao ex-sócio Paulo André de Mello Júnior.
O denunciante também afirmou que, após sua dispensa, ingressou com ação trabalhista contra a empresa e que, apesar da condenação, não houve pagamento por parte dos responsáveis à época. Ele relatou que os valores foram quitados pelo ex-sócio, que não integrava mais a sociedade.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro concluiu que não havia elementos mínimos para justificar a abertura de investigação criminal. O órgão destacou que os relatos eram unilaterais e sem provas que indicassem fraude ou ato doloso de natureza penal. Situações como dívidas, abandono de imóvel ou omissão em processos trabalhistas podem configurar irregularidades civis ou administrativas, mas não caracterizam crime.
O arquivamento foi homologado pelo juiz Leonardo Rodrigues da Silva Picanço em 11 de fevereiro de 2026, encerrando o procedimento sem a instauração de ação penal contra Andréa Sorvetão e Conrado Fernandes Antunes.
