A constância de shows da banda baiana Maglore em Brasília é reflexo de uma relação construída à base de afeto e parceria com o público da cidade. Amanhã, o grupo realiza a segunda apresentação do ano na cidade, recebida pelos fãs com tanta expectativa quanto o primeiro. Composto por Teago Oliveira, Lelo Brandão, Felipe Dieder e Lucas Gonçalves, o quarteto de Salvador é a atração principal do Galpão Sonoro, na Corina Cervejaria, a partir das 20h.
Para o vocalista Teago, a conexão parte da semelhança entre a banda e os brasilienses. "De fato, a gente sente que o público de Brasília é composto por pessoas parecidas com a gente, que gostam de cantar, de participar do show. E acho que isso foi construído aos poucos com um pessoal que gosta de ouvir música, gosta das composições da banda e que quer ouvi-las ao vivo e ter uma experiência presencial conosco", avalia. "O nosso show é muito baseado no público. Se a plateia está se sentindo bem, o show, obviamente, fica cada vez melhor. Quem faz o show não é só o artista, na nossa visão. Quem faz o show é o público também", observa o cantor.
Atualmente rodando o Brasil com a turnê do disco mais recente, V, a banda busca ao máximo condensar 14 anos de carreira nas apresentações. "Quando a gente toca hoje em dia, nunca toca as músicas só desse disco. São vários álbuns e existem músicas que transformaram a vida de pessoas. Tem gente que se conheceu, fez amizades, começou um namoro, se casou, viveu fases muito marcantes da vida por conta da banda. Por isso, a gente geralmente identifica essas músicas e acaba tocando ao vivo", garante o músico.
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