MERCADO

Dólar cai e fecha a R$ 5,59; Ibovespa segue acima dos 100 mil pontos

Declaração de Bolsonaro afirmando que não comprará CoronoVac e baixo número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA foram assuntos que repercutiram entre os investidores

O dólar fechou em queda nesta quinta (22/10), com recuo de 0,28%, sendo cotado a R$ 5,59, diante da polêmica sobre a compra da vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac para a imunização contra covid-19. Já a Ibovespa, principal índice da B3, subiu 1,36%, finalizando aos 101.917 pontos.

Nesta quinta, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a CoronaVac não será comprada pelo governo, ainda que venha a possuir a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o chefe do Executivo, existe um "descrédito muito grande" em relação à vacina. A declaração ocorreu durante uma entrevista à Jovem Pan, na noite de quarta-feira.

EUA

No cenário externo, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego no país totalizaram 787 mil na semana passada, número abaixo da previsão de 860 mil segundo pesquisa.

Já as possibilidades do acordo entre os Democratas e Republicanos, para um um pacote de estímulos nos Estados Unidos, aumentaram. Na quarta, a porta-voz da presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, disse que, após conversa com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, ficaram próximos da assinatura.

Ainda nos EUA, os investidores aguardam o último debate antes da eleição presidencial no país, marcada para 3 de novembro. Para evitar interrupções no momento da fala do adversário, o microfone do oponente estará desligado. Haverá um momento em que ambos poderão falar livremente, mas a cada interrupção, o adversário terá tempo equivalente ao que foi interrompido.

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