DINHEIRO

Servidores federais ficam sem salário após mudança no sistema de pagamentos

Governo diz que tudo será normalizado até esta terça-feira. Pagamento pode ser feito até quinto dia útil de cada mês, mas é praxe que seja realizado no primeiro dia útil

Correio Braziliense
postado em 04/01/2021 22:52 / atualizado em 04/01/2021 23:08
 (crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)
(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)
 
Uma mudança no sistema de pagamentos do governo federal deixou servidores sem dinheiro na conta no início de 2021. Os salários geralmente são pagos no primeiro dia útil do mês, mas o problema gerou um atraso nos depósitos.

Parte dos servidores federais não teve o salário pago nesta segunda-feira (4/1), como era esperado, por se tratar do primeiro dia útil do mês. Uma mudança no sistema de pagamentos impediu que o depósito nas contas fosse realizado. O imprevisto afetou funcionários do Ministério da Saúde, da Polícia Federal e do Ministério da Agricultura, entre outros. A previsão é que a situação seja normalizada até esta terça-feira (5/1).

O governo tem até o quinto dia útil para efetuar o pagamento, mas, geralmente, o faz no primeiro dia útil. Com isso, alguns servidores podem ter sido surpreendidos com menos dinheiro na conta do que esperavam.

Segundo o Tesouro Nacional, "inovações no sistema de pagamentos do governo federal nesta segunda-feira geraram incompatibilidades em algumas unidades setoriais". Uma nova versão do sistema foi preparada para que o pagamento seja feito na terça-feira.

O presidente da Associação de Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva, confirmou a ocorrência do problema entre membros da PF e disse, no fim da tarde, que os pagamentos ainda não haviam sido normalizados.

Procurados pela Agência Estado, o Ministério da Justiça informou que não identificou problemas nos pagamentos dos servidores da pasta, embora a PF seja ligada ao órgão.,O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou que o salário de seus servidores será efetuado até amanhã. O Ministério da Saúde e a PF não responderam até a publicação deste texto.

Com informações da Agência Estado 

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